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Criciúma recebe Conferência Regional de Vereadores Mirins

commentCriciúma EC access_time23/06/2026 17:15

Evento é organizado pela Câmara de Vereadores do município

Coluna de Quarta-feira

access_time26/09/2017 - 19:42

Raciocínio fora do ponto
A forma com que é negada esta possibilidade quase desencoraja o raciocínio, mas como nestes tempos até os protagonistas ensaiam todo tipo de alternativa, porque o Sul não pode acreditar numa candidatura de Eduardo Moreira a governador. Primeiro porque o jogo do PMDB está embaralhado. Segundo porque se Moreira for candidato Raimundo Colombo teria o único argumento para descontruir a candidatura do PSD. Moreira é do cerne do atual governo, Mauro Mariani não. Afora isso, Moreira candidato, teria argumentos e razões de sobra para apelar ao presidenciável Geraldo Alckmin para que deixe o PSDB na tríplice que não seria desconstruída.

Sem lógica
O que não “pega” no Sul é a possibilidade do PMDB ter qualquer outro nome candidato a governador. Seja Mauro Mariani ou Udo Döhler, a penetração destes é praticamente nula na grande massa. Mesmo que o PMDB tenha a capacidade de “eleger um poste” como se referiram à eleição de Dário Berger senador, há pouca lógica no raciocínio de que um destes peemedebistas ganhe espaço.

Bem ouvido
Na sua passagem por Criciúma o vice-governador Eduardo Moreira fez questão de expor a sua estreita relação com o governador Raimundo Colombo e a certeza de que assumirá o governo em 2018.

Tá no ar
Ontem no início da tarde o helicóptero do SAER em Criciúma fez alguns sobrevoos, como forma de anunciar que a promessa política do dia anterior havia se confirmado.

Fato inédito
O prefeito Arlindo Rocha, de Maracajá surpreendeu a Secretaria de Turismo do Estado recentemente quando devolveu dinheiro destinado à festa do município. A devolução foi de R$ 19 mil dos R$ 51 mil recebidos. O mais surpreendente foi o motivo: ele conseguiu contratar o que foi financiado pelo Estado pela metade do preço estimado quando a verba foi solicitada.

Perder a CNH
Avançou nas comissões da Assembleia Legislativa, ontem, o projeto do deputado Gelson Merísio (PSD), que muda a regra para suspensão das carteiras de motoristas. Por falta de adaptação, atualmente os infratores vão acumulando pontos com a impressão da impunidade, mas são surpreendidos perdendo o documento ao quando renová-lo. Falta transparência no processo. É o que a nova lei trás.

No PMDB
No PMDB de Criciúma é provável que surjam pelo menos outras duas chapas para disputar a eleição da Executiva, em outubro. Depois da cúpula atual colocar o nome do advogado Eduardo Simon e de um grupo que tem articulação do advogado Ivo Carminatti lançar o nome de Ricardo Beloli, ontem os movimentos eram para ampliar esta lista.

Parte do Estado
O secretário da Agência de Desenvolvimento Regional de Criciúma, João Fabris e o gerente regional de Saúde, Fernando de Faveri assinaram ontem o convênio com repasse de R$ 2 milhões para o custeio e manutenção do Hospital Materno Infantil Santa Catarina. O valor será pago em cinco parcelas de R$ 400 mil.

Kaminski pode se expulso
Apesar de ainda não ser admitido oficialmente pelo partido o vereador Júlio Kaminski (PSDB) pode ser expulso. O próprio prefeito Clésio Salvaro teria acelerado pedido de apuração dos fatos alertando para esta possibilidade. A alegação é infidelidade partidária e o motivo é que Kaminski votou diferente do que a bancada decidiu em reunião com a Executiva do partido. Foi no caso da lei que proíbe vereador assumir cargo no Executivo. Se consumada a expulsão do partido, Kaminski perde o cargo de vereador obtido pela legenda.

ALEGAÇÃO .O vereador Júlio Kaminski não tem conhecimento de qualquer ação para a sua expulsão e alega que votou a favor do projeto porque o partido só fechou questão quando ele já havia anunciado o seu voto.

SEM SINTONIA A relação do vereador Julio Kaminski com o PSDB vem desde antes da posse. Ele foi convidado para assumir cargo no Executivo, mas descartou a possibilidade. Na posse contava com maior apoio do partido para eleger-se presidente do Legislativo, mas foi derrotado. Intimamente atribui a derrota à sua sigla. Há muito ele destoa dos demais colegas de bancada.

EX-EX Depois da votação de segunda-feira à noite na Câmara Municipal de Criciúma cresceu a curiosidade sobre o futuro comportamento da bancada do PSD. Paira no ar uma quase certeza de que o partido que foi ex-aliado, voltou a sê-lo.

DECISIVO A ausência da vereadora Camila do Nascimento na sessão da Câmara, segunda-feira, foi decisivo para o governo ganhar a queda de braço na votação do projeto que se aprovado proibiria vereador de assumir cargo no Executivo. Diriam os mais sarcásticos que a vereadora “adoeceu na hora certa”.

SERÁ? Os vereadores que votaram a favor do proejto de proibição de vereador ocupar cargo no Executivo garantem que tinha a palavra do vereador Dailto Feuser(PSDB), que se ele tivessem 11 votos, ele seria o 12º. Deu só 10. O 11º seria da vereador Camila, que adoeceu pouco antes da sessão.

DISPUTA Uma sutil rivalidade entre criciumenses e içarenses é sentida nos bastidores da política, pelo menos quando se fala em ações políticas. A visita do vice-governador Eduardo Moreira, nesta semana, expôs isso.

VIVA NÓS O prefeito Murialdo Gastaldon (Içara) saudou efusivamente os içarenses presentes na recepção ao vice-governador Eduardo Moreira e não fez nenhuma menção a outras cidades.

LISTA UM Uma das maiores curiosidades é sobre a lista de convidados para o casamento do vice-governador Eduardo Moreira, sábado na capital. Além do governador Raimundo Colombo, óbvio, estão o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin e Marconi Perillo, de Goiás.

LISTA DOIS Entre outros nomes da lista estão os senadores, Paulo Bauer (PSDB), Dalírio Beber (PSDB) e Dário Berger (PMDB) e óbvio os principais nomes peemedebistas do Estado.

FRASE DO DIA
“O município é um grande condomínio, eu apenas estou síndico.”
Arlindo Rocha, prefeito de Maracajá.


Educação do município não quer a do Estado como sócia

 personJoão Paulo Messer
access_time19/09/2017 - 21:17

Depois de audiência pública para discutir a municipalização de algumas escolas estaduais, nesta semana em Criciúma, a prefeitura está retirando a intenção de assumir escolas como a José de Patta (Bairro Colonial) e Luiz Lazarin (Rio Maina). A opção oferecida pelo Estado de ceder algumas salas ociosas para espécie de gestão compartilhada Estado/Município, não agrada a prefeitura. Está flagrante que o município não quer gerir escola em sociedade com o Estado. E a razão é simples. É a mesma que leva os pais deixarem as escolas do Estado migrando os filhos para o município. Notado que o município faz uma gestão muito melhor das escolas de ensino fundamental que o Estado.
O Estado demonstra, por suas atitudes, que tem nítida preferência pela manutenção dos professores oque, em alguns casos, significa vir em detrimento do aluno. Isso fica evidente com a queda na qualidade das condições dos alunos. Basta olhar para uma escola do Estado e uma do município para perceber a diferenteça, Basta notar o movimento dos pais que preferem nitidamente a escola municipal. Se o Estado não parar de ter medo de greve, contribuirá para apressar o desmanche da sua proposta de ensino. Priorizar o professor sim, nunca em detrimento do aluno. O Estado não tem conseguido manter este equilibrio.
O Sindicato está no seu papel, o professor também. O Estado é que não tem feito o seu. A rede pública de Estado se afastou dos alunos e dos pais. Pior que isso é que em muitos casos a gestão escolar está feita na base do achego político. É assim. Aproveita-se quem pode. O Estado é que não pode permitir.É natural que isso não é regra, mas o Estado tem que aprender a difundir a excessão. Reprovar a acomodação e aprovar a renovação.
Ontem a Secretária de Educação de Criciúma foi pontual: ao Município não interessa gestão compartilhada em escola alguma. E mais, usou a migração de alunos da rede estadual para a municipal para dizer que não pretende gerir nada com quem não sabe gerir. Recado duro, direto e abonado pela realidade posta aos olhos de quem se dá o tempo de analisar.

Ambiente da política

 personJoão Paulo Messer
access_time18/09/2017 - 18:28

Com a estreia do novo portal da Rádio Eldorado se amplia a possibilidade de interagirmos no ambiente da política. Mais de uma vez ao dia, preferencialmente sempre que houver fato novo, e relevante, devo comparecer a este espaço para informar e comentar. O dinamismo da política tem sido algo espetacular. Num mesmo dia o fato pode ter mais de uma versão. A certeza de amanhã é a incerteza de hoje, mas pode voltar a ser incerteza depois de amanhã.
Não há surpresa nisso tudo, nem se trata de uma questão local ou pontual. A incerteza no cenário de política nasce com as dúvidas sobre qual regra vai valer para as eleições do ano que vem. A reforma eleitoral corre risco de não mudar nada. Reforma sem nenhuma reforma. Nem mesmo o indispensável fim das coligações e a razoável cláusula de barreira devem valer. Pelo menos é o que sinalizaram os trabalhos desta semana. Depois de amanhã a informação pode ser outra.
No Estado a curiosidade maior é sobre a força da proposta de Gelson Merísio (PSD), que nasceu sob a desconfiança de todos, mas que não diminui o ritmo e até já levou o PMDB a falar em abrir mão da coligação com o PSD de Raimundo Colombo. Os peemedebistas lançam olhares sobre o PSDB que jura ter a força que não se consegue enxergar, a de ter um candidato próprio a governador. Se é que alguém tem esta capacidade é o senador Paulo Bauer, que anda silencioso demais para que quer ser candidato.
No PMDB não há necessidade de definir muito cedo quem é o candidato. Afinal, sigla acredita tem força o suficiente para eleger “um poste”. Para o Senado já fez isso na eleição passada. Acho até que é melhor que o PMDB demore ao máximo para definir o nome, pois quem sabe o “tercius” deste cenário seja o atual vice-governador Eduardo Pinho Moreira. Isso seria bom demais para o Sul.
O PPAMIN é outra sigla que ensaia candidatura própria. O PP que um dia tentou não ser PPAMIN morreu na praia pisoteado por raposas tão hábeis quanto o próprio líder progressista Esperidião Amin, que é o único com capacidade de dizer para e como o partido deve ir. Os outros da sigla, aqueles que tentam dar vida própria ao PP sem Amin não tem capacidade de respirar sem o principal aparelho progressista, o brilho da mente de Amin.
E vai ser por ai que nos vamos nos cruzar daqui por diante, aqui no blog do novo portal da Rádio Eldorado.