Notícias em destaque

Morro da Fumaça inicia força-tarefa para onda de frio

commentJornalismo access_time23/06/2026 19:00

Atendimento tem apoio da Assistência Social e da Defesa Civil

Arena Eldorado LayBack transmite segundo jogo do Brasil na Copa do Mundo 2026

commentEsporte access_time17/06/2026 17:35

Espaço volta a receber os torcedores para mais uma grande festa nesta sexta-feira (19)

Criciúma recebe Conferência Regional de Vereadores Mirins

commentCriciúma EC access_time23/06/2026 17:15

Evento é organizado pela Câmara de Vereadores do município

Coluna de Quarta-feira

access_time29/08/2018 - 00:34

O SUL SOBRA TAMBÉM NA AGENDA
A percepção é que a eleição deste ano se decidirá em Blumenau e vizinhança – entenda-se o Vale do Itajaí. Por isso a agenda dos principais candidatos tem se concentrado naquela região. O Sul ficou fora das principais chapas e fora da agenda prioritária. Se bem observado qualquer movimento que tivesse sido por qualquer uma das chapas teria sido a diferença que poderia impactar na eleição. Compostas como estão as chapas não tem como arrumar argumentos que justifiquem apelo capaz de convencer o eleitor do Sul de que elas tem nesta região do Estado qualquer preocupação. Parte da ausência do Sul na composição das chapas majoritárias deve-se atribuir aos lideres do Sul. Quer dizer, os representantes de até então não demonstraram preocupação com a sucessão de liderança. Esta vai ser a tônica da campanha, o Sul isolado pela fragilidade dos atuais e ausência dos futuros líderes. Pior de tudo, não é só na política que o Sul está isolado.

IMPUGNADOS
Além do deputado estadual João Rodrigues (PSD), quem teve pedida a impugnação de candidatura foi o pré-candidato a deputado federal Manoel Dias (PDT). A lista foi divulgada ontem pela Justiça Eleitoral e tem outros nomes. Outro nome impugnado é de José Roberto Martins, Beto Martins, candidato a suplente de Senador na chapa com Jorginho Mello.

PROMESSA PETISTA
Animado pelos números de pesquisas que surpreenderam até mesmo os petistas o candidato ao governo de Santa Catarina, deputado federal Décio Lima (PT), tem anunciado que vai criar o SUS Estadual. A proposta é um sistema integrado associando políticas de saúde numa sintonia de município, Estado e União. Notadamente os petistas enxergam chances de chegar ao segundo turno.

PELO ARTIGO 170
O presidente do Diretório Central de Estudantes da Unesc, Alexandre Bristot, o Pato, fez peregrinação pelos gabinetes dos vereadores defendendo a ideia de que seja aprovada moção de repúdio à proposta que tramita na Assembleia Legislativa alterando o programa de financiamento universitário do artigo 170. Se a proposta de emenda constitucional do Estado for aprovada as instituições comunitárias perdem recursos.

A EMENDA
A alteração proposta na Assembleia Legislativa é que os hoje 90 por cento dos recursos de bolsas de estudo do Estado nas universidades comunitárias sejam reduzidos para 50 por cento.

POR BOLSONARO
Existem articulações em escolas da região para levar ao desfile cívico do dia 7 de setembro manifestações de apoio à candidatura do presidenciável Jair Bolsonaro. São movimentos independentes, que pretendem explorar o tema do civismo para ligar ao candidato à presidência da república que mais se identifica com estes atos.

NA CAPITAL
Ontem à noite em Florianópolis aconteceu um daqueles movimentos de grande apoio às candidaturas de deputado estadual e federal. O apoiado em questão foi o deputado Júlio Garcia (PSD). Ele forma dupla com o candidato a deputado federal Ricardo Guidi (PSD), que também esteve no evento.

TANTO FAZ A HORA
A Câmara de Vereadores de Criciúma alterou o horário das sessões passando para às 17h que antes iniciava às 19h e o números de acesso pela página oficial o facebook e a presença na sessão em nada alterou. Já n segundo dia é possível constatar que o trabalho do Legislativo importa muito pouco ao cidadão em geral. Com um aparato contestado e gastos que apesar e enxugados seguem contestados pelo cidadão, a Câmara parece ter dificuldade para se fazer enxergar como papel importante para o cidadão. As recentes amarras políticas do Estado tornaram o domínio do Executivo ainda maior sobre a Câmara. A tendência é que mude ou não o horário, a Câmara seguirá com a mesma imagem.

SAÚDE Por dois meses o Laboratório Municipal de Criciúma obrigou mulheres a usar o banheiro masculino para coleta de material. Ontem, coincidentemente no da em que o assunto ganhou espaço de reclamação no rádio, o problema foi solucionado.

FENÔMENO Emedebistas estão encantados com a capacidade do candidato a vice-governador Napoleão Bernardes (PSDB) de dominar a plateia. Há líderes do MDB confessando que “é até bom quando Napoleão precisa representar a chapa majoritária”.

BEM ATADO O melhor acordo eleitoral feito pelo PSDB pode ter sido aquele que isolou Paulo Bauer e evitou chapa majoritária encabeçada pelos tucanos. Este é o cálculo feito no MDB que tem cálculos que consideram que a “colocação dos nomes” pode ter garantido vitória no primeiro turno.

ELE NAO Apesar de alguns terem distribuído informações de que o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) estaria em Tubarão, ontem, não foi o que aconteceu. Era na verdade o “time do Bolsonaro”, ou seja, os candidatos a Senador, deputado federal e estadual.


Educação do município não quer a do Estado como sócia

 personJoão Paulo Messer
access_time19/09/2017 - 21:17

Depois de audiência pública para discutir a municipalização de algumas escolas estaduais, nesta semana em Criciúma, a prefeitura está retirando a intenção de assumir escolas como a José de Patta (Bairro Colonial) e Luiz Lazarin (Rio Maina). A opção oferecida pelo Estado de ceder algumas salas ociosas para espécie de gestão compartilhada Estado/Município, não agrada a prefeitura. Está flagrante que o município não quer gerir escola em sociedade com o Estado. E a razão é simples. É a mesma que leva os pais deixarem as escolas do Estado migrando os filhos para o município. Notado que o município faz uma gestão muito melhor das escolas de ensino fundamental que o Estado.
O Estado demonstra, por suas atitudes, que tem nítida preferência pela manutenção dos professores oque, em alguns casos, significa vir em detrimento do aluno. Isso fica evidente com a queda na qualidade das condições dos alunos. Basta olhar para uma escola do Estado e uma do município para perceber a diferenteça, Basta notar o movimento dos pais que preferem nitidamente a escola municipal. Se o Estado não parar de ter medo de greve, contribuirá para apressar o desmanche da sua proposta de ensino. Priorizar o professor sim, nunca em detrimento do aluno. O Estado não tem conseguido manter este equilibrio.
O Sindicato está no seu papel, o professor também. O Estado é que não tem feito o seu. A rede pública de Estado se afastou dos alunos e dos pais. Pior que isso é que em muitos casos a gestão escolar está feita na base do achego político. É assim. Aproveita-se quem pode. O Estado é que não pode permitir.É natural que isso não é regra, mas o Estado tem que aprender a difundir a excessão. Reprovar a acomodação e aprovar a renovação.
Ontem a Secretária de Educação de Criciúma foi pontual: ao Município não interessa gestão compartilhada em escola alguma. E mais, usou a migração de alunos da rede estadual para a municipal para dizer que não pretende gerir nada com quem não sabe gerir. Recado duro, direto e abonado pela realidade posta aos olhos de quem se dá o tempo de analisar.

Ambiente da política

 personJoão Paulo Messer
access_time18/09/2017 - 18:28

Com a estreia do novo portal da Rádio Eldorado se amplia a possibilidade de interagirmos no ambiente da política. Mais de uma vez ao dia, preferencialmente sempre que houver fato novo, e relevante, devo comparecer a este espaço para informar e comentar. O dinamismo da política tem sido algo espetacular. Num mesmo dia o fato pode ter mais de uma versão. A certeza de amanhã é a incerteza de hoje, mas pode voltar a ser incerteza depois de amanhã.
Não há surpresa nisso tudo, nem se trata de uma questão local ou pontual. A incerteza no cenário de política nasce com as dúvidas sobre qual regra vai valer para as eleições do ano que vem. A reforma eleitoral corre risco de não mudar nada. Reforma sem nenhuma reforma. Nem mesmo o indispensável fim das coligações e a razoável cláusula de barreira devem valer. Pelo menos é o que sinalizaram os trabalhos desta semana. Depois de amanhã a informação pode ser outra.
No Estado a curiosidade maior é sobre a força da proposta de Gelson Merísio (PSD), que nasceu sob a desconfiança de todos, mas que não diminui o ritmo e até já levou o PMDB a falar em abrir mão da coligação com o PSD de Raimundo Colombo. Os peemedebistas lançam olhares sobre o PSDB que jura ter a força que não se consegue enxergar, a de ter um candidato próprio a governador. Se é que alguém tem esta capacidade é o senador Paulo Bauer, que anda silencioso demais para que quer ser candidato.
No PMDB não há necessidade de definir muito cedo quem é o candidato. Afinal, sigla acredita tem força o suficiente para eleger “um poste”. Para o Senado já fez isso na eleição passada. Acho até que é melhor que o PMDB demore ao máximo para definir o nome, pois quem sabe o “tercius” deste cenário seja o atual vice-governador Eduardo Pinho Moreira. Isso seria bom demais para o Sul.
O PPAMIN é outra sigla que ensaia candidatura própria. O PP que um dia tentou não ser PPAMIN morreu na praia pisoteado por raposas tão hábeis quanto o próprio líder progressista Esperidião Amin, que é o único com capacidade de dizer para e como o partido deve ir. Os outros da sigla, aqueles que tentam dar vida própria ao PP sem Amin não tem capacidade de respirar sem o principal aparelho progressista, o brilho da mente de Amin.
E vai ser por ai que nos vamos nos cruzar daqui por diante, aqui no blog do novo portal da Rádio Eldorado.