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Servidores garantem ganho real

commentJornalismo access_time06/05/2026 09:00

Assembleia dos servidores de Criciúma aprova negociação salarial

Caravaggio se reapresenta após vitória na estreia da Série B

commentEsporte access_time27/04/2026 17:05

Azulão trabalhou na tarde desta segunda-feira

Tigre intensifica preparação e mira vaga na Copa do Brasil 2027

commentCriciúma EC access_time18/02/2026 10:50

Equipe de Eduardo Baptista realiza treino técnico e tático no CT e trata Taça Acesc como prioridade após ausência inédita no torneio nacional

Coluna de Terça-feira

access_time21/08/2018 - 00:23

MUDANÇA NA ASSEMBLEIA
A morte do deputado estadual Aldo Schneider não altera apenas a vaga na bancada do MDB. Com a saída do presidente do parlamento catarinense a casa passa em definitivo ao comando do deputado Silvio Dreveck (PP), aliado de Gelson Merísio. Até então era uma gestão compartilhada entre Dreveck e Aldo, inclusive no primeiro ano do mandato (2017). Agora, independentemente de quem for eleito vice-presidente, Silvio tem autonomia e deve fazer a gestão sintonizado com Merísio. O Legislativo tem enorme influência na vida política do Estado. Em tempos de eleição isso é ainda mais expressivo, embora reste pouco tempo.


LAVA JATO
O jornalista Upiara Boschi, da NSC, apurou que está na Justiça de Blumenau o inquérito que apura suposta doação de caixa dois ao ex-prefeito de Blumenau, Napoleão Bernardes, atual candidato a vice-governador na chapa de Mauro Mariani (MDB). Delação premiada na Operação Lava Jato informou repasse da Odebrecht à campanha eleitoral municipal de 2012. Na mesma acusação figura o agora candidato a governador pelo PT, Décio Lima, supostamente intermediária de doação à campanha da esposa Ana Paula Lima.

NA JUSTIÇA
Os dois casos já foram comemorados pelos citados como etapas superadas, pois por considerar o fato fora da Lava Jato mudaram o âmbito da investigação e também a instância de análise. Mesmo que tenham mudados os relatores do processo e os tribunais, os fatos ainda estão sendo investigados. Movimentados agora, em período de campanha eleitoral, eles podem ser potencializados à interpretação comum do eleitor.

NOVO VEREADOR
Marcos Meller, o terceiro suplente do PSDB, assumiu ontem a cadeira da vereadora Roseli De Lucca Pizzolo, que entrou na vaga de Moacir Dajori caçado pela Justiça. A nova titular optou por permanecer na Secretaria de Educação do município. Esta é a segunda vez que Meller assume. A anterior havia sido por dois meses em julho do ano passado, quando o partido promoveu um rodízio de cadeiras.

MAIS JOVEM
O novo vereador de Criciúma é o mais jovem que já ocupou este espaço. Concorreu com 18 anos e ficou como suplente. Com 18 anos chegou a assumir por dois meses e agora com 19 anos deve permanecer bom tempo na cadeira. Ele é acadêmico de Direito.

BATEU MARTELO
Após ameaçar desapropriar toda área de 19 mil metros quadrados do antigo campo do Catarinense, no distrito do Rio Maina, o prefeito Clésio Salvaro acertou ontem a compra de dois mil e 600 metros da área para a construção de uma unidade de saúde. A desapropriação aconteceria se o proprietário insistisse no preço antes proposto. Inicialmente o proprietário queria R$ 1,5 milhão pela pequena parte. Aceitou a oferta de R$ 290 mil para não ter prejuízo maior.

E AGORA
Para construir a unidade de saúde no local o governo necessita de autorização da Câmara de Vereadores, o que parece não ser difícil, pois a comunidade faz o apelo. A unidade deve ter o mesmo potencial de atendimento da já existente no bairro Santa Luzia. Maior e melhor equipada de pessoal e equipamento ela permite atendimento mais amplo.

RIO MAINA
No fim de semana, com o prefeito Clésio Salvaro em viagem, o Secretário Geral do Governo de Criciúma, Arleu da Silveira resolveu vistoriar obras. Disse que fez isso para não perder o cacoete de vereador, ou seja, “fiscal do povo”, como ele mesmo brincou. Do que viu o que mais lhe animou foi a obra do Parque do Imigrante no Rio Maina.

**COMPROMISSO COM O SENADO
Em uma reunião dos principais prefeitos da aliança MDB e PSDB, ontem em Criciúma, o prefeito Clésio Salvaro fez uma espécie de alerta. Relembrou episódios em que partidos de candidatos ao Senado, que em outros tempos se sentiram desamparados por seus coligados, recuaram no segundo turno da eleição. O recado ao MDB é que se os emedebistas não pegarem forte na eleição de Paulo Bauer (PSDB) ao Senado, o partido tucano pode ter alas que se retraiam no segundo turno. Teoricamente esta conversa deveria ter ficado entre os participantes da reunião, mas não ficou.


COORDENAÇÃO Sem dizer, emedebistas estão querendo “embretar” o prefeito Clésio Salvaro (PSDB) escalando-o coordenador da campanha da majoritária do MDB. A reunião de ontem ainda não foi suficiente para definir.

DEU NEGÓCIO O negócio fechado ontem pelo prefeito Clésio Salvaro ao acertar a compra de uma área de terra para construir um posto de saúde no Rio Maina é bem o seu perfil. Fez a proposta ao dono da terra e deu a opção: “vende assim que é bom para o município ou o município decreta tudo de utilidade pública”.

E RÁPIDO O prefeito de Criciúma queria menos de 20 por cento da área do antigo campo do Catarinense, mas se necessário agiria com o rigor da lei sobre o total da área. Quando ele quer negociar, melhor aceitar as condições. Caso contrário o dono da área teria enormes prejuízos.

EMBARRIGANDO Existem rumores sobre a suspeita de que a demora na elaboração do projeto de adequação da nova sede da Câmara de Vereadores de Criciúma, pela equipe técnica da prefeitura, seja uma estratégia do Executivo para não fazer a transferência. O motivo pode ser evitar os gastos agora.

TE LIGA Ao retornar à Câmara de Vereadores foi recomendada maior cautela no tipo de matérias encaminhadas. O conselho é porque da outra vez que assumiu propôs uma matéria que geraria enorme transtorno ao comercio. A matéria foi vetada mais tarde pelo prefeito e a Câmara manteve o veto.

NO PREÇO Marcos Meller aprovou lei que obrigava o lojista a entregar o produto pelo preço de etiqueta que estivesse no produto, mesmo se houvesse algum engano. Da forma como havia sido aprovada poderia estimular a má fé de alguns clientes com a troca de etiquetas, sem que o lojista pudesse provar o contrário.

FICOU FORA A FIESC, que promoveu um encontro para ouvir a proposta dos candidatos ao governo melhor posicionados nas pesquisas excluiu entre outros o candidato d PSL, partido de Jair Bolsonaro. O fato levou a sigla emitir uma nota de repúdio.

HORÁRIO Aprovada ontem a mudança no horário das sessões da Câmara de Vereadores de Criciúma. A partir de segunda-feira elas iniciam às 17h e não mais às 19h.


FRASE DO DIA
“Comparados com outros Estados estamos melhores, mas comparando conosco mesmo vemos que temos muito que melhorar, ainda.”
Raimundo Colombo, ex-governador comentando avaliação da Folha de São Paulo, colocando Santa Catarina como o Estado que tem o melhor resultado com menos investimentos.


A conta do IPTU da Jaguaruna

 personJoão Paulo Messer
access_time10/02/2020 - 22:22

A correção do IPTU gerou reclamação de veranistas ao longo de toda a extensão litorânea do município de Jaguaruna. É nesta faixa que a maioria dos fumacenses, donos de casa na praia, pagam a conta pelo segundo imóvel. Neste ano, todos foram surpreendidos com o “talagaço” na conta. A variação do imposto variou de caso a caso. Há os que saltaram de R$ 200,00 para mais de R$ 1.000,00. A prefeitura de Jaguaruna explica que isso ocorreu porque foi feito o que chamam de “Recadastro Imobiliário”, ou seja, a atualização do valor venal do bem. E o IPTU cobra no município de Jaguaruna 1,5 por cento do valor venal ano, sobre o terreno baldio e 0,75 por cento sobre o terreno com edificação. Neste último existem ainda várias faixas que contribuem para dar o valor venal. Assim, quanto mais vale o bem, mais IPTU ele paga. É óbvio que como esta atualização não era feita de 2006, a maioria das casas melhoraram o seu padrão e aumentaram muito seu valor venal. Automaticamente sobe o IPTU.

O cálculo
Para ser justo o dono do imóvel deve pegar o valor do seu imóvel e enquadrar na faixa de 1,5 por cento ou 0,75 por cento e calcular o seu IPTU. Teoricamente é isso que a prefeitura faz. Qualquer cálculo fora deste valor dá direito à reclamação. A questão é que quando é para avaliar em nosso benefício a tendência é jogarmos a conta para cima, quando é base de cálculo para pagar, jogamos para baixo.

Onde cobrar
O maior problema não deveria estar no valor pago pelo IPTU. Primeiro deveríamos saber se a cobrança é justa para todos, ou seja, se todos os imóveis do município estão avaliados de forma igual. Em segundo e mais importante é exigir as melhorias da infraestrutura municipal, pois este dinheiro é arrecadado para ser revertido em melhorias aos contribuintes.

Sempre tem treta
Entrevistei o prefeito Edenilson Montini da Costa sobre o IPTU “da Jaguaruna” na rádio Eldorado. Lá pelo meio da conversa ele soltou a indignação. Disse que existe movimento de protesto contra o aumento saiu de um contribuinte cuja casa estava cadastrada como sendo de madeira, piso único e para fins de moradia, mas que na verdade é de alvenaria, tem quatro andares e funciona além da residência um comércio.

Estratégia eleitoral
Para quem pensa que o prefeito cometeu um erro estratégico ao fazer a correção do cadastro imobiliário como fez, engana-se. Lembre-se que neste ano a correção pegou apenas os moradores da faixa litorânea, ou seja, boa parte dos que não são eleitores de Jaguaruna. A correção no restante do município ficou para um segundo momento. O resultado só será sentido no IPTU do ano que vem.

O ruído das vaias e as ameaças do silêncio

 personJoão Paulo Messer
access_time05/02/2020 - 08:00

Se olharmos pelo lado negativo o governador Carlos Moisés tem tudo para nunca ter desejado que viesse o ano de 2020. Observe: isso se olharmos pelo lado ameaçador. O ano começa com indícios de duas CPIs, que podem chegar ao impeachment e ameaças de greves e/ou crise com várias categorias. A prévia foi nesta terça-feira, quando ele esteve sob fortes vaias na Assembleia Legislativa. Menos ruidosas, mas mais perigosas, são as armadilhas que o aguardam no ambiente político.

Impeachment
Nos próximos dias a Assembleia Legislativa decide se dá ou não prosseguimento ao pedido de impeachment do Governador, da Vice-Governadora e do Secretário de Administração. Primeiro a questão técnica - a assessoria jurídica orienta - depois a decisão política - a Mesa Diretora decide se cria ou não Comissão Especial, que ainda fará o terceiro passo: aceitar ou não o processo. Se aceitar, instala a Comissão com nove deputados (um de cada bancada) e os três investigados são afastados. A partir daí, como atinge governador e vice, é o presidente da Assembleia Legislativa quem assume até o julgamento final em até 180 dias.

Detalhes
Há duas razões fortes para que eu não acredito que a denúncia prospere. A primeira é que o caso tem fundamento jurídico, mas praticamente nenhum apelo político. A denúncia é pela concessão de reajuste a uma categoria que tem argumentos jurídicos para pleitear isso. A outra é que se a cassação vier antes do fim do ano, teríamos uma nova eleição para governador e vice. Nela todos os catarinenses votam e todos podem candidatar-se. Se a cassação for a partir do ano que vem, só quem vota são os 40 deputados e qualquer eleitor pode candidatar-se.

Engatilhada
O deputado Kennedy Nunes (PSD) prepara um novo processo de impeachment. Este com grande apelo político. Desgaste certo ao governador, mas neste caso só contra ele. Trata-se da denúncia de “farras etílicas e gastronômicas” no Palácio da Agronômica. Esta conhecida como a CPI da Balada da Agronômica. Fio da meada para isso é que o governador pediu em dezembro gasto extra de R$ 150 mil para bancar as festas. A suspeita é que o governador use as dependências do palácio oficial para fabricar cerveja artesanal.

PT define Chico Baltazar candidato a prefeito

 personJoão Paulo Messer
access_time04/02/2020 - 22:22

Numa reunião que terminou pouco após às 21h desta terça-feira o Partido dos Trabalhadores em Criciúma decidiu que o seu candidato a prefeito será o militante histórico, advogado Francisco Baltazar. Havia uma década e meia que ele estava afastado da militância partidária. Participou do governo Décio Góes entre 2001 e 2004. Internamente concorria com o médico cardiologista João Carlos Mazzini Juliano, que foi vice na chapa com Fábio Brezola em 2016. Ele abriu mão em favor de Chico Baltazar.
O PT fará um evento político festivo na próxima segunda-feira, dia 10 de fevereiro, aniversário de 40 anos da sigla, para fazer o pré-lançamento.
A vaga de vice-prefeito fica aberta para conversas com outros partidos de esquerda. A partir de agora o PT começa a elaborar a lista de pré-candidatos a vereador. Não há certeza sobre a presença do nome do ex-prefeito Décio Góes entre os candidatos ao Legislativo. Por enquanto este assunto é especulação. Décio não esteve na reunião desta terça-feira, mas tem participado dos encontros petistas.
Candidatos
Efetivamente se trabalha com três nomes a prefeito em Criciúma: Clésio Salvaro (PSDB), Júlio Kaminski (DEM) e Chico Baltazar (PT). As candidaturas de Júlia Zanatta (sem partido) e Jeferson Monteiro (PL) estão em fase de construção.

Em Araranguá a corrida eleitoral cheia de incertezas

 personJoão Paulo Messer
access_time31/01/2020 - 18:11

As eleições 2020 em Araranguá apresentam um dos mais instáveis quadros de que se tem notícia. É pura areia movediça. Enquanto o atual governo corre contra o tempo para tentar reverter um quadro pouco favorável em virtude das dificuldades, que vem tendo para governar, a oposição está cheia de “minas” espalhadas pelo caminho. O prefeito Mariano Mazzucco (PP) recolhe as dificuldades dentro do governo, pois o seu vice Primo Menegalli Júnior (PL) abriu dissidência e pretende a reeleição mas não com o atual companheiro e admite até fazê-lo com o pai. Convenhamos, pai e filho na mesma chapa é jogo para lá de arriscado. Correndo por fora o candidato do governador, Ricardo Ghelere está com um problema enorme pela frente que herda dos tempos de administrador do Consórcio CISAMESC. O PT que teve prefeito até a gestão passada, pelo visto, terá que compor para fazer vereador. Assim, como em outras cidades, os petistas de Araranguá vão salvar o que puderem. O MDB parece não reconhecer a força que tem e as dificuldades para se entenderem começam dentro na própria sigla.
Assim como em outras cidades o jogo de Araranguá fica mais fácil à oposição quanto menor for o número de candidaturas. Se houver dois candidatos significa maior chance da oposição. A partir daí, quanto mais candidaturas, maiores as chances da reeleição.
Ricardo Ghelere garante que o problema do Tribunal de Contas do Estado não lhe afeta. É o que diz e o que terá que testar nas urnas. A família Primo Menegalli terá que convencer que o pai não esteja no jogo só até dois dias após a eleição. Enquanto isso o atual prefeito terá que convencer o eleitorado que o próximo governo será melhor do que o atual. Estas são as conclusões que me saltam aos olhos das possíveis três principais candidaturas. Neste jogo enxergo o MDB coadjuvante, apesar da força que tem.

Oque houve no caso da UTI???

 personJoão Paulo Messer
access_time31/01/2020 - 11:11

Nesta quinta-feira uma paciente do bairro Aurora em Içara necessitava de UTI. Nove dos 10 leitos deste tipo no Hospital São Donato, em Içara, estavam vagos, mas a Central de Regulação do Estado mandou a paciente para o hospital de Timbó (400 quilômetros). Graças a um médico cirurgião que “gritou socorro” através de uma mensagem do whastapp que o absurdo não aconteceu. Mas porque acontece um absurdo destes, como já houve recentemente em que uma paciente de Içara foi levada à Chapecó, quando havia vaga na sua cidade?
Ocorre que o Hospital São Donato já está habilitado pelos órgãos do Estado, mas ainda não recebeu a credencial federal, que deve ser fornecida pelo Ministério da Saúde. Assim, os leitos existem para o Estado, mas não para a União. Desta forma, quando surge a necessidade de internar o paciente o Estado “lava as mãos” e quer que o governo federal pague a conta. Se internar em Içara o Estado paga, se internar num hospital já credenciado nacionalmente o governo federal é quem paga. Simples assim.
Isso leva à conclusão de que para economizar dinheiro e para evitar futuros aborrecimentos com a responsabilização por pagar a conta a autoridade do Estado desconsidera os leitos de Içara. Foi o que ocorreu.
Diante da gravidade do caso o Secretário de Estado da Saúde telefonou ao diretor do Hospital São Donato anunciando que “vai rever” estes casos. Quer dizer, enquanto ninguém grita o paciente de UTI vai sendo jogado para dentro de uma ambulância e colocado a rodar pelas rodovias catarinenses. Se houver um médico como este de Içara a mulher é salva. Este médico salvou a paciente sem tocar a mão nela, apenas berrando pelo whatsapp.
SOS Saúde SC

Biro-Biro sem lero-lero

 personJoão Paulo Messer
access_time30/01/2020 - 18:00

“Em Nova Veneza o PSD tem quatro nomes de candidato a prefeito”;
“O PSD tem a garantia de que onde estiver, o PDT vai estar com ele”;
“Se a opção do PSD for para ser vice na chapa do PSDB, não será o “Géio” quem vai escolher o vice. É o partido quem vai indicar”.
Estas são algumas das muitas frases de afirmação ditas pelo presidente do PSD de Nova Veneza, vereador licenciado e agora Secretário Municipal da Agricultura, Eloir Minatto, o Biro Biro. Ele é categórico em afirmar que o partido tem posição clara e que o Caravággio não vai ficar fora da chapa majoritária. Todos os quatro nomes que o partido tem para concorrer a prefeito são daquele distrito. São eles: Biro-Biro, Zé Spillere, Élzio Milanez e Vanderlei Spillere. Destes só o Zé não pode disputar a vice. O discurso do PSD, entretanto, é de que terá candidato a prefeito e que se lá adiante as conversas com o PSDB evoluírem para mais uma vez o partido indicar o candidato a vice-prefeito, esta escolha é do partido e não do prefeito Rogério Frigo.

Com o PDT
O posicionamento do PSD não é novo, mas ganhou mais densidade na sua divulgação a partir de uma reunião realizada na noite desta quarta-feira com o deputado estadual Rodrigo Minotto e outros líderes do PDT. A reunião era para tratar do apoio peessedista ao candidato da chapa de oposição na Coopera, Odo Dal Toé. Nem todos os peessedistas aderiram, mas o presidente Biro-Biro sim. Já o vice-prefeito Zé Spillere teria saído da reunião deixando este entendimento, mas na manhã seguinte procurou tanto Dal Toé quanto o candidato da situação Valmir Rampinelli, para dizer que está livre e que não pretende mergulhar na campanha nem de um, nem de outro.

Dedo do PSD
Biro-Biro bate na tecla de que o PSD cumpriu todos os acordos com o PSDB até então e reclama que de boca pequena existia sim uma conversa de que em 2020 o candidato a prefeito da dobradinha seria do partido vice. Esta tese só não é cobrada mais fortemente porque o próprio PSD reconhece o potencial da candidatura de Géio Frigo. Mas o tom é forte que o prefeito é realizador, mas que todas as obras têm a digital do PSD.

Na coopera
O prefeito Rogério Frigo é considerado o peso decisivo em favor da candidatura de Valmir Rampinelli, na eleição da Coopera. Esta conclusão me foi feita numa leitura do prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro. Tem lógica. Assim como tem muita lógica que a chapa de oposição com Odo Dal Toé carrega mais forte a digital da força do PDT do que propriamente o movimento cooperativista. A prudência de colunista recomenda que outros comentários a respeito desta eleição fiquem para após a eleição, isso para que a coluna não se transforme numa arma na mão de um e de outro.

Foi sem ter sido
O posicionamento do vice-prefeito Zé Spillere, que teria deixado nas entrelinhas de que apoiaria a candidatura de Odo Dal Toé, mas que na manhã seguinte deixou claro que se considera “livre” pode ser um trunfo na mão do PDT na hora de conversar sobre apoio na eleição municipal. O deputado Rodrigo Minotto saiu da reunião com o PSD empenhando palavra, mas com a certeza de que tinha ouvido um “Sim” do Zé e do Biro-Biro. O Biro-Biro confirmou, o Zé não.

Bateu na trave

 personJoão Paulo Messer
access_time30/01/2020 - 00:23

O advogado Alexandre Barcelos João, uma das cabeças brilhantes do Direito catarinense, beliscou uma indicação ao quadro de desembargador substituto do Tribunal Regional Eleitoral. O resultado saiu nesta quarta-feira (28). Ele esteve na lista de três, onde o escolhido pelo presidente Jair Bolsonaro foi Renato Boabaid, de Florianópolis (imagino que funcionou o “QI” do senador Dário Berger). Só o fato de estar nesta lista é um prêmio e reconhecimento ao brilhantismo profissional do fumacense. Detalhe: Barcelos João é muito mais da área eleitoral do que o próprio escolhido. Quer dizer, o presidente Bolsonaro deve ter escolhido por outras razões, já que a indicação é para o eleitoral. Isso porque o escolhido é especialista na área criminal.

As amarras de gaveta às eleições

 personJoão Paulo Messer
access_time27/01/2020 - 08:33

Nesta sexta-feira repercutiu, nos grupos de whatsapp mais atuantes no debate de política em Criciúma, informação transmitida na coluna do jornalista Adelor Lessa. A estranheza geral foi à nota de que “se o DEM não tivesse a candidatura a prefeito com Júlio Kaminski, o partido estaria com Clésio Salvaro na eleição de outubro”. A informação não só é verdadeira como é possível acrescentar que há um grande acordo entre os prefeitos de sete das principais cidades do Estado. Segundo este acordo o desejo dos prefeitos e principais líderes do PSDB, DEM e PP é de que fechem alianças em candidaturas nestas cidades.
Refiro-me às cidades de Criciúma, Florianópolis, Joinville, Blumenau, Lages e Chapecó.
Em Chapecó o candidato a prefeito será João Rodrigues (PSD) com apoio de tucanos e progressistas. Em Joinville o PSDB vai apoiar Darci de Mattos (PSD). Em Lages Antônio Ceron (PSD) com apoio do PP e PSDB. Em Criciúma o atual prefeito Clésio Salvaro (PSDB) terá apoio do PSD e só não terá o DEM porque o partido terá candidato a prefeito. Em Tubarão Joares Ponticelli (PP) é candidato à reeleição com apoio do PSD e PSDB. Na capital Gean Loureiro, que saiu do MDB e foi para o DEM, terá como candidato a vice-prefeito João Batista Nunes (PSDB). A mais recente informação é de que em Blumenau o candidato a prefeito será João Paulo Kleinubing com um vice do PSDB e apoio do PP.
Estas costuras só não acontecerão onde os partidos envolvidos terão candidatura própria a prefeito.
Há de se considerar neste enredo a proximidade que há entre Clésio Salvaro, João Paulo Kleinubing e Esperidião Amin. Aliás, Kleinubing está lotado no gabinete do senador Amin.
E mais, Júlio Kaminski antecipou a sua decisão de ser candidato a prefeito em Criciúma após receber uma espécie de ultimato feito pelo presidente estadual da sigla, João Paulo Kleinubing, para que decidisse se iria ou não à eleição de prefeito em 15 dias. Júlio não necessitou de 15 horas, anunciou antes.

Kaminski é pré-candidato a prefeito em Criciúma

 personJoão Paulo Messer
access_time22/01/2020 - 23:23

Antes da reunião da noite desta quarta-feira, em que o vereador Júlio Kaminski anunciou ter aceito o desafio de ser candidato a prefeito pelo Democratas, ele recebeu uma espécie de “ultimato”. O presidente estadual do DEM, João Paulo Kleinubing, telefonou para o vereador concedendo um prazo de 15 dias para se definir. Ele preferiu esperar apenas pouco mais de 15 horas e reunir aliados e a direção do partido em Criciúma para dizer: “aceito”. Antes disso já tinha conversas encaminhadas por Brasília e nos próximos dias vai reunir-se com Antônio Carlos Magalhães Neto, principal líder nacional do partido. Aliados de Kaminski, inclusive seu assessor, já haviam se filiado ao partido.
Kaminski é o retrato da oposição ao atual prefeito Clésio Salvaro, por isso a reunião teve a presença de representantes de outros segmentos que não apenas o DEM. Este grupo aguarda agora que haja união das oposições, incluindo o partido do governador (PSL) e o PP, entre outros. A propósito do PP, o vereador Edison Luiz do Nascimento Paiol estava no encontro da noite desta quarta-feira.
Outro desafio de Kaminski é viabilizar de fato a sua candidatura, pois esta é a condição imposta pela direção estadual da sigla. Ou ele é candidato a prefeito ou a direção estadual negocia outros caminhos, entre os quais não se descarta uma aliança com o PSDB.

Deputado acusado de violência doméstica

 personJoão Paulo Messer
access_time15/01/2020 - 20:22

Um Boletim de Ocorrência relatando violência doméstica, que teria sido praticada pelo deputado federal Daniel Freitas (PSL), no sábado no Balneário Rincão, agitou o ambiente político desta quarta-feira. A notícia vazou pelo portal de notícias “ndonline” da capital do Estado, já que este tipo de processo corre em segredo de Justiça. A existência do BO, porém, foi confirmada pelo delegado regional de polícia Vitor Bianco Júnior, que evitou qualquer comentário além da existência do registro.
Ainda nesta quarta-feira o gabinete do deputado emitiu uma nota oficial admitindo o que teria sido uma discussão política iniciada entre o parlamentar e o seu sogro, mas, segundo a nota situação já contornada. Episódios como este, entretanto, não costumam restringir-se ao ambiente familiar ou mesmo local, quando envolvem figura pública.
Este é um tipo de situação que não oferece as mínimas informações para que se possa fazer qualquer análise, já que se deu em ambiente familiar, onde estes fatos costumam evoluir para entendimentos as vezes surpreendentes. Além disso havemos de entender que as partes merecem respeito de quem noticia e analisa fatos públicos. Este é um caso restrito ao ambiente familiar do deputado. É o que penso.

NOTA OFICIAL
O Deputado Federal Daniel Freitas vem, por meio desta nota oficial, manifestar-se sobre as informações inverídicas que estão circulando sobre uma “suposta agressão” praticada por ele contra sua esposa.

O deputado federal Daniel Freitas afirma que em momento nenhum agrediu fisicamente sua esposa. O fato deu-se por motivações políticas entre ele e seu sogro, relacionadas à divergências partidárias, e que durante uma discussão os dois (Deputado e seu sogro) entraram em vias de fato, resultando na intervenção de sua esposa no ocorrido, na tentativa de acalmar as partes.

O parlamentar enfatiza, ainda que, a situação foi ocasionada pelo calor do momento, eles mantém uma ótima relação, ressaltando que seu sogro é um homem honrado e de bem; inclusive já conversaram e, através de um pedido sincero de desculpas ao seu sogro e sua esposa, voltaram a se entender.

Segundo o Deputado, com sua educação baseada nos princípios cristãos, jamais submeteria sua esposa e seus filhos a qualquer tipo de humilhação física ou psicológica e que, como marido e pai, sempre pautou a criação dos seus filhos no amor e nos valores; mantendo o casal, em um clima harmônico e de ainda mais união.

Comunicamos que, até o momento, o deputado não foi notificado ou intimado, estando à disposição da justiça para prestar quaisquer esclarecimentos.

O Deputado pede ainda, que sua família, bem como a de sua esposa, sejam respeitadas, pois desentendimentos acontecem em todos os lares; porém, a admiração mútua, sempre será mantida.

Vereadores do PSD querem "mudar" o vice

 personJoão Paulo Messer
access_time12/01/2020 - 22:22

Enquanto os vereadores Salésio Lima e Camila do Nascimento - considerados pela direção do PSD como legítimos vereadores do partido - se mantém mais cautelosos em relação a guerra interna deflagrada com o vice-prefeito Ricardo Fabris, Zairo Casagrande – considerado pela direção do partido “fora” – só é cauteloso quando a conversa é no microfone. Fora do ar não é difícil ouvir dele que os três estão “fechados” e que a persistir o cenário que consideram de “equivocado privilégio” ao vice-prefeito, sairão da sigla. Zairo aposta que os três saem. Existe, entretanto, um cenário que pode mudar tudo no partido. Isso aconteceria se o deputado Júlio Garcia, que é quem tem absoluto domínio da sigla, decidir substituir o candidato do partido a vice-prefeito em reedição da chapa Clésio Salvaro/Ricardo Fabris.
O ensaio dos vereadores flagrantemente rebelados, pode mudar se avançar a tese de que o empresário Anselmo Freitas seja o candidato a vice-prefeito pelo PSD em Criciúma. Alguém pode perguntar: “mas Anselmo não se filiou ao PSD em Içara?” Sim, mas há tempo até o fim de março para que ele mude o domicilio. Fabris sabidamente no meio político tem o apadrinhamento do deputado Júlio Garcia, mas não tem o respaldo do partido. Na base do PSD não é difícil encontrar gente disposta a apoiar qualquer nome para vice, desde que não seja Fabris.
O vice-prefeito Ricardo Fabris tem evitado comentar o assunto por orientação do deputado Júlio Garcia. O período em que o fato está na pauta favorece Fabris, pois o tempo é de recesso e a aposta de que assim o assunto se desgaste o suficiente para ser considerado página virada quando chegar março que é o mês de efervescência política.

A eleição do Tita e o recado ao vice-prefeito

 personJoão Paulo Messer
access_time09/01/2020 - 00:23

Seria apenas uma sessão extraordinária com eleição de nova Mesa Diretora da Câmara de Vereadores de Criciúma não fosse o gesto de três vereadores do PSD. Assim que iniciou a votação – que é nominal e aberta – Salésio Lima, Camila do Nascimento e Zairo Casagrande – se retiraram. Os demais 14 vereadores votaram na chapa única: Tita Beloli (presidente), Aldinei Potelecki (vice-presidente), Paulo Ferrarezi (primeiro-secretário) e Edson Luiz do Nascimento (segundo-secretário). Os ausentes, antes de saírem e em sala fechada, deixaram claro que nada têm contra Beloli.
Mais cedo eu havia sido informado pelo vereador Zairo Casagrande que os três não participariam da eleição. E o recado mais tarde confirmado foi claro: o problema não está na Câmara e sim no Executivo. Há insatisfação com o prefeito e ela é maior com o vice-prefeito. E não é por alguma atitude específica, mas porque estes vereadores se dizem portadores de movimentos internos do PSD que não aceitam o que consideram a privilegiada posição de Ricardo Fabris.
Para entender o enredo é necessário retornar aos tempos da eleição de 2016, quando Fabris foi “escalado” candidato a vice-prefeito por Clésio Salvaro. Na ocasião ele estava no PSDB e provocou reações adversas na sigla. Após a eleição ele saiu do partido tucano e foi para o PSD, onde já havia feito ensaio de entrada antes. Se disse, à época, que Clésio aceitou a indicação por fidelidade ao amigo Júlio Garcia que mais tarde buscou Fabris de volta ao PSD.
E segue o roteiro: mesmo com o cargo de vice-prefeito a inserção de Fabris no PSD só teria sido aceita por força do deputado estadual Júlio Garcia. Hoje o que há é um explícito movimento que tenta sacar Fabris da lista de prioridades do partido para composição de nova chapa de reeleição com Clésio Salvaro.

Foram à missão não vão à festa

 personJoão Paulo Messer
access_time06/01/2020 - 16:00

Os quatro vereadores considerados oposição ao prefeito Clésio Salvaro na Câmara de Vereadores foram à missa dos 140 anos hoje pela manhã, mas não devem comparecer à solenidade festiva que ocorre à noite no Parque Municipal Altair Guidi. A justificativa é que “consideram a obra inacabada”. Este deve ser o discurso de Júlio Kaminski, Zairo Casagrande, Édson Luiz do Nascimento e Ademir Honorato. Os quatro, entretanto, estiveram juntos hoje pela manhã na missa rezada pelo bispo Dom Jacinto Inácio Flach, na catedral.
A verdade é que se os vereadores forem a festa devem sentir-se “peixe fora d´água” pois sabidamente eles não terão o mesmo tratamento de vereadores aliados por razões muito lógicas. Neste caso a reciprocidade de tratamento pesa metade lá, metade cá. Não tem como imputar mais peso de culpa aos vereadores ou ao prefeito. A questão é meramente política.
Na missa, hoje pela manhã, além dos quatro vereadores estavam apenas mais os dois presidentes: Miri Dagostin que está deixando o cargo e Tita Beloli que deve ser eleito amanhã.

Mais fácil acertar a Mega do que o cenário eleitoral

 personJoão Paulo Messer
access_time01/01/2020 - 11:11

O ano de 2020, que inicia, promete ser de fortes emoções e muitas incertezas na política. Os eleitores irão às urnas em 4 de outubro para escolher prefeitos e vereadores. É a primeira eleição após o fenômeno das urnas em 2018, quando políticos tradicionais foram “derrubados” por uma onda de mudança que encontrou amparo na então sigla do presidente Jair Bolsonaro, o PSL. De lá para cá os filhos da dita “nova política” já tiveram tempo de mostrar serviço. Alguns revelando-se pior do que havia. O próprio partido do presidente sucumbiu às tentações a ponto de Bolsonaro sair e anunciar que está criando um novo partido. Nem todos da “onda” irão com ele e outros sequer serão aceitos. A peneirada já vem sob suspeita do eleitor.
Bolsonaro segue sendo o maestro dos novos tempos. Político hábil na condução da opinião pública já decidiu imunizar-se deixando para que o seu partido só seja constituído a tempo das próximas eleições, não neste ano. Por ora seus seguidores terão que usar uma sigla de “aluguel”, pois a legislação eleitoral brasileira exige filiação partidária para disputar o pleito.
O deputado Daniel Freitas (PSL), aliado e seguidor de Bolsonaro, deve alojar “os seus” no PL, sigla que está sob a batuta do senador Jorginho Mello. A gentileza de Melo aguarda reciprocidade às eleições de governador em 2022. Há de se considerar que Freitas articula em Criciúma uma aliança que ofereça oposição ao prefeito Clésio Salvaro. Eis razão de curiosidade sobre para onde irão os aliados do deputado estadual Jessé Lopes (PSL), cujo pai é hoje da equipe de confiança do prefeito Clésio Salvaro. A divisão do federal e do estadual não se restringe a esta cena mais aparente.
Nem Freitas, nem Lopes figuram como pré-candidatos a prefeito, mas o primeiro tem movimentos nítidos de composição de chapa. O segundo faz um voo solo ainda estranho quanto à interpretação do lógico na política. Me parece que o faz apoiado na ideia de que o incerto é o certo às próximas eleições. Acho pouco provável.
Por fora correm outros nomes como Jorge Boeira (PP) e Rodrigo Minotto (PDT), ambos aguardando os fatos. Pelos fatos de hoje são improváveis candidatos. Boeira porque não tem sequer o seu partido. Minotto porque usa a vitrine para se manter-se visível e dizer-se um soldado a serviço do governador Carlos Moisés, cuja intenção de criar oposição a Clésio Salvaro é pública.
Salvaro, tido na cena atual imbatível, anda preocupado porque o jogo da política, que ele sabe jogar bem, se mostra com ameaças do incerto. O prefeito que é candidato à reeleição deseja conhecer logo o seu adversário. Enquanto isso não acontecer o pior dos adversários: a incerteza sobre o que terá pela frente. Ele treina como um técnico treina um time sem “sparing”. Fica um treino sem reação, sem graça.
Pelo visto, em Criciúma, está mais fácil acertar na Mega da Virada do que um palpite sobre o cenário eleitoral.

A chapa da oposição em Criciúma

 personJoão Paulo Messer
access_time28/12/2019 - 00:23

O desejo de formar uma chapa de “todos contra um” vem ganhando força nos últimos dias em Criciúma. Parlamentares ultimamente mais ocupados com a agenda intensa de Brasília aproveitam o recesso para tratar desta possibilidade. Anotem aí: a dobradinha para enfrentar o atual prefeito de Criciúma deve ter Júlio Kaminski e Júlia Zanatta.
A chapa é pluripartidária e tem entre os articuladores personagens como o senador Jorginho Melo (PL) e o deputado Daniel Freitas (PSL). Estas amarras estariam alcançando inclusive as eleições para governador do Estado em 2022. Uma chapa que viria com a benção do Palácio do Alvorada, pois com isso até o governador Carlos Moisés ficaria afastado do processo já que a decisão seria dos bolsonaristas em Criciúma apoiando Júlia Zanatta, enquanto o apoio a Júlio Kaminski viria pela força do ministro Onix Lorenzoni. Já Jorginho Melo entraria como apoiador de olho na resposta que espera receber em 2022 quando será candidato a governador. Melo também pode oferecer o PL para Daniel Freitas aloje os seus aliados que vão necessitar de um partido para disputar as eleições do ano que vem.