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Criciúma recebe Conferência Regional de Vereadores Mirins

commentCriciúma EC access_time23/06/2026 17:15

Evento é organizado pela Câmara de Vereadores do município

Um texto que vale a pena ler (de Willy Backes)

access_time24/09/2017 - 20:35

Ao cidadão não é permitido julgar, pois não lhe é cabida a suprema sabedoria, não advoga pois não lhe é reconhecida a diplomação, não evangeliza pois é apenas um no rebanho conduzido por cajado empunhado por apóstolo candidato a santidade, pois só a estes é creditada a auréola.

Aos comuns não é possível proibir que pense, dialogue, reflita, analise e que por fim faça uso do bom senso. Por mais artigos, cláusulas e regulamentos que sejam estatutários, o bom senso produz o melhor teor dos julgamentos e adequado na maioria das resoluções.

Aos que acompanham nas últimas décadas as presenças e atuações de suas organizações e entidades constituídas e representativas, sente as dimensões penosas para a prática imutável da cidadania.

É fácil, até é atitude acomodada, acusar o Congresso Nacional e demais posições e ocupações políticas, de todos os males percebidos na face da terra. Essa gente é acusada de tudo, até quando chove por demais ou se a secura é em excesso.

Enquanto os quadros das formações das representações políticas recebe no lombo a chibata de todos os males, na sua maioria por justas razões, paralelamente outras entidades e organizações, mesmo que entrelaçadas com os executivos e legislativos, promovem o (des) caráter dos propósitos embrionários.

É desconcertante e deseduca ouvir e ler os pareceres, opiniões e conceitos emitidos pelo Conselho Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, principalmente quando os temas abordados são a política e economia nacional. Omissão absoluta quando se trata de educação e família, temas fundamentais para formação do ser e da sociedade.

Ao CNBB é recomendável retornar a fazer uso das cores neutras originais e a flexão humilde no confessionário.

Da mesma forma, questionável, mesmo que vindo de um amador, o comportamento ideológico e biruta da Ordem dos Advogados do Brasil, com longa e importante história, iniciada em 18 de Novembro de 1930. A Entidade nacional ora presidida pelo Dr. Claudio Pacheco Prates Lamachia, vai conforme lhe são favoráveis os ventos. Horripilante a última de suas muitas controvérsias. Disse, em nome da Ordem, não ser possível e democrático que os diálogos entre criminosos presos e seus advogados sejam gravados, em nome da segurança da sociedade. É público e notório que o crime organizado preso e condenado, faz uso do celular e dos pombos correios, advogados, para determinar ações criminosas contra a indefesa sociedade e forças policiais.

Da mesma forma e tão grave é verificar que principalmente a política no Brasil está judicializada e ou justicializada. No popular, tudo está para decisão de um juiz ou de colegiado de togados. Pensar em juízes logo vem o retrato da composição do Supremo Tribunal Federal. Há razões para paixões, desconfianças, certezas e descréditos. Como se formassem um time de futebol, com participantes contratados.

Nas sociedades antigas, tradicionais e como é nas famílias, os componentes mais velhos, experientes e sobreviventes, respeitosamente são indagados nos entreveros e na base de seus conhecimentos e experiências, orientam, corrigem e aconselham. Quando necessário, determinam.

Convenhamos, é absolutamente irracional abrir mão prematuramente do conhecimento e experiência de passantes do STF, substituídos por iniciantes sob dúvidas comportamentais.

Ex-ministros do STF ainda em atividades advocatícias: Sidney Sanches, Ayres Britto, Eros Grau, Nelson Jobim, Ellen Gracie e Joaquim Barbosa. Outros em atividades similares e com contribuição social: Luiz Octávio Gallotti, Cezar Peluso, Sepúlveda Pertence, Carlos Velloso e Francisco Rezek.

Convenhamos: que animador e inspirador conselho jurídico o Brasil está desprezando e desperdiçando!!! Esses Doutos e Oniscientes deveriam estar pensando o Brasil, quanto as reformas jurídicas, previdenciárias e políticas.

Texto – Willi Backes.


Educação do município não quer a do Estado como sócia

 personJoão Paulo Messer
access_time19/09/2017 - 21:17

Depois de audiência pública para discutir a municipalização de algumas escolas estaduais, nesta semana em Criciúma, a prefeitura está retirando a intenção de assumir escolas como a José de Patta (Bairro Colonial) e Luiz Lazarin (Rio Maina). A opção oferecida pelo Estado de ceder algumas salas ociosas para espécie de gestão compartilhada Estado/Município, não agrada a prefeitura. Está flagrante que o município não quer gerir escola em sociedade com o Estado. E a razão é simples. É a mesma que leva os pais deixarem as escolas do Estado migrando os filhos para o município. Notado que o município faz uma gestão muito melhor das escolas de ensino fundamental que o Estado.
O Estado demonstra, por suas atitudes, que tem nítida preferência pela manutenção dos professores oque, em alguns casos, significa vir em detrimento do aluno. Isso fica evidente com a queda na qualidade das condições dos alunos. Basta olhar para uma escola do Estado e uma do município para perceber a diferenteça, Basta notar o movimento dos pais que preferem nitidamente a escola municipal. Se o Estado não parar de ter medo de greve, contribuirá para apressar o desmanche da sua proposta de ensino. Priorizar o professor sim, nunca em detrimento do aluno. O Estado não tem conseguido manter este equilibrio.
O Sindicato está no seu papel, o professor também. O Estado é que não tem feito o seu. A rede pública de Estado se afastou dos alunos e dos pais. Pior que isso é que em muitos casos a gestão escolar está feita na base do achego político. É assim. Aproveita-se quem pode. O Estado é que não pode permitir.É natural que isso não é regra, mas o Estado tem que aprender a difundir a excessão. Reprovar a acomodação e aprovar a renovação.
Ontem a Secretária de Educação de Criciúma foi pontual: ao Município não interessa gestão compartilhada em escola alguma. E mais, usou a migração de alunos da rede estadual para a municipal para dizer que não pretende gerir nada com quem não sabe gerir. Recado duro, direto e abonado pela realidade posta aos olhos de quem se dá o tempo de analisar.

Ambiente da política

 personJoão Paulo Messer
access_time18/09/2017 - 18:28

Com a estreia do novo portal da Rádio Eldorado se amplia a possibilidade de interagirmos no ambiente da política. Mais de uma vez ao dia, preferencialmente sempre que houver fato novo, e relevante, devo comparecer a este espaço para informar e comentar. O dinamismo da política tem sido algo espetacular. Num mesmo dia o fato pode ter mais de uma versão. A certeza de amanhã é a incerteza de hoje, mas pode voltar a ser incerteza depois de amanhã.
Não há surpresa nisso tudo, nem se trata de uma questão local ou pontual. A incerteza no cenário de política nasce com as dúvidas sobre qual regra vai valer para as eleições do ano que vem. A reforma eleitoral corre risco de não mudar nada. Reforma sem nenhuma reforma. Nem mesmo o indispensável fim das coligações e a razoável cláusula de barreira devem valer. Pelo menos é o que sinalizaram os trabalhos desta semana. Depois de amanhã a informação pode ser outra.
No Estado a curiosidade maior é sobre a força da proposta de Gelson Merísio (PSD), que nasceu sob a desconfiança de todos, mas que não diminui o ritmo e até já levou o PMDB a falar em abrir mão da coligação com o PSD de Raimundo Colombo. Os peemedebistas lançam olhares sobre o PSDB que jura ter a força que não se consegue enxergar, a de ter um candidato próprio a governador. Se é que alguém tem esta capacidade é o senador Paulo Bauer, que anda silencioso demais para que quer ser candidato.
No PMDB não há necessidade de definir muito cedo quem é o candidato. Afinal, sigla acredita tem força o suficiente para eleger “um poste”. Para o Senado já fez isso na eleição passada. Acho até que é melhor que o PMDB demore ao máximo para definir o nome, pois quem sabe o “tercius” deste cenário seja o atual vice-governador Eduardo Pinho Moreira. Isso seria bom demais para o Sul.
O PPAMIN é outra sigla que ensaia candidatura própria. O PP que um dia tentou não ser PPAMIN morreu na praia pisoteado por raposas tão hábeis quanto o próprio líder progressista Esperidião Amin, que é o único com capacidade de dizer para e como o partido deve ir. Os outros da sigla, aqueles que tentam dar vida própria ao PP sem Amin não tem capacidade de respirar sem o principal aparelho progressista, o brilho da mente de Amin.
E vai ser por ai que nos vamos nos cruzar daqui por diante, aqui no blog do novo portal da Rádio Eldorado.