Notícias em destaque

Urussanga amplia frota para secretarias da Saúde e da Educação

commentJornalismo access_time26/06/2026 19:30

Veículos reforçam atendimento à pacientes e otimizam distribuição de alimentação escolar

Arena Eldorado LayBack transmite segundo jogo do Brasil na Copa do Mundo 2026

commentEsporte access_time17/06/2026 17:35

Espaço volta a receber os torcedores para mais uma grande festa nesta sexta-feira (19)

Criciúma recebe Conferência Regional de Vereadores Mirins

commentCriciúma EC access_time23/06/2026 17:15

Evento é organizado pela Câmara de Vereadores do município

Coluna do Fim de Semana

access_time04/05/2018 - 21:12

PSDB pressiona o PMDB
O fato do governador Eduardo Moreira se reunir com a bancada estadual do partido para estabelecer um prazo para definir o nome do candidato a governador, nesta semana – quinta-feira – é nada menos que resultado da pressão feita pelo PSDB. A ala tucana que defende diálogo com o MDB estaria cobrando a definição sobre quem é o candidato a governador pelo partido. Se a reunião foi apenas um faz de conta, ou não, vamos ver mais adiante. Em princípio ficou fixado o prazo de 31 de maio à definição. A julgar pelo andamento da conversa o candidato é mesmo Eduardo Moreira. Ele não só é o preferido da bancada estadual, como está entre a aposentadoria e disputa para governador. Não lhe resta outro caminho. Mauro Mariani pode concorrer ao que quiser (governador, vice-governador, senador, deputado federal e deputado estadual).

Quero-quero
De algumas pessoas mais próximas ao governador Eduardo Moreira se ouve em tom de confidência que é ele sim o candidato a governador. Destes mesmos se ouvia antes que Eduardo e Raimundo Colombo estavam “fechados”, mas que Moreira não seria o candidato. Aconteceu justo o inverso. Parece a ave quero-quero que anta longe do nino para disfarçar.

Risco visto
O certo é que Eduardo Moreira só será candidato à reeleição se tiver com ele o PSDB. Se o PMDB ficar isolado, ele vai trabalhar para ficar fora. Neste caso o candidato a governador seria Mauro Mariani. A dúvida é se assim como Moreira parece disposto a entrar “só na boa”, se Mariani está disposto a entrar “só no risco”.

Hora certa
Chama atenção que Mauro Mariani propunha definir o candidato peemedebista bem cedo, em fevereiro. Se dispunha a disputar indicação em convenção, mas foi vencido numa operação feita por Eduardo Moreira que tinha aliado Udo Döhler, por exemplo. Agora é Moreira quem fala em definir logo o candidato.

Poder de articulação
O prefeito do Balneário Rincão, Jairo Celoy Custódio, mostrou prestígio e respeito dos colegas prefeitos e do setor empreendedor, especialmente da área da construção civil, nesta sexta-feira, Foi durante a solenidade de lançamento do edital para construção da primeira etapa do calçadão na beira mar. Foi prestigiado por vários colegas e empresários que fizeram questão de se referir a ele como um gestor visionário.

O calçadão
Possivelmente a obra mais aguardada pelos frequentadores da praia do “Rincão” já era dada como obra de papel, quer dizer, que jamais aconteceria. Por articulação dele e de sua assessoria, o prefeito Jairo Custódio, que é nativo do rincão, deixará sua marca no governo.

O mérito
Empresário do setor da construção civil, que prestigiaram o ato de entrega da ordem de sérvio do calçadão, fizeram referência à agilização que a administração tem dado à regularização do setor e estimulo aos investimentos na cidade. O município possui um programa de crescimento a longo prazo.

Discurso de Comin
Diferente do tom mais político adotado na tribuna da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Valmir Comin (PP), foi mais polido ao falar no rádio sobre a entrega de veículos que o Governo do Estado fez ao setor de Ação Social dos Municípios. Na tribuna disse que o governo precisa parar de fazer de conta. No rádio ele surfou na onda, quando ressaltou que o governador tentou tirar da Ação Social os carros que ele comprou quando esteve na pasta, mas que não conseguiu.

Legalidade das aposentadorias
A notícia veiculada pela coluna na edição desta sexta-feira, revelando que há uma “bomba” para explodir nos casos de aposentadorias de servidores da prefeitura e da Câmara de Vereadores agitou os bastidores ontem. O mundo jurídico foi acionado por todos os setores. Revelações sobre a existência de aposentadorias de quem nunca contribuiu e de leis aprovadas no apagar das luzes de governos, para gerar favorecimento são apenas algumas consequências do que a informação provocou. A partir do instante que o fato ganha espaço na imprensa, gera-se a expectativa de que o acompanhamento vai provocar novas investigações.

COBRANÇA A partir de agora os poderes Executivo e Legislativo devem ser provocados para clarear estes assuntos. O prefeito Clésio Salvaro, que preferiu não comentar o assunto neste primeiro momento, deve ser provocado a falar sobre o assunto após reunião que terá no Tribunal de Contas, semana que vem.

APOSENTADORIAS Pelo menos da Câmara de Vereadores já se conhecem os detalhes das aposentadorias pagas a 15 servidores, nenhum deles com menos de R$ 6 mil e de um dos benefícios de R$ 20 mil. Não necessariamente significa que haja ilegalidade em todos, mas todos devem ser analisados pelo Ministério Público e Tribunal de Contas.

SAÚDE É consenso entre os que conhecem os bastidores do poder de que se não poder agora, não acontece mais a viabilização do Hospital Materno Infantil Santa Catarina. Nesta sexta-feira foi dado mais um paço a medida que Estado e Município acertaram gestão compartilhada para o atendimento atual.

DE ALMA A viabilização do Hospital Materno Infantil Santa Catarina tem mais do que o “dedo”, tem a mão, corpo e alma do Secretário de Estado da Saúde, Acélio Casagrande. Foi ele quem iniciou o projeto do hospital no final da década de 1990.

CERTEZA A certeza de que agora acontece o projeto do HMISC não é apenas porque Acélio Casagrande é o Secretário de Estado da Saúde, mas porque o governador também é de Criciúma, Eduardo Moreira. Não viabilizar o projeto pode custar caro demais às autoridades.

SÓ PROMESSA Moradores das comunidades próximas à Penitenciaria Masculina e Feminina e o Case (lar de menores infratores), seguem ouvindo apenas promessas de que será instalada rede de abastecimento de água, como foi prometido antes destas obras iniciarem.

PADRINHO O deputado federal Ronaldo Benedet (PMDB) foi uma das figuras mais comemoradas durante assinatura da ordem de serviço do calçadão no Balneário Rincão. Ele é quem destinou os recursos para a execução da obra: R$ 2 milhões.

FRASE DO DIA
“Ninguém desses que ajudou a quase falir o país, e a deixá-lo com quase 14 milhões de desempregados, tem moral para me erguer sequer um só dedo.”
Ronaldo Benedet, deputado federal, referindo-se ao movimento de sindicatos do sul do Estado , que mantém no ar campanha publicitária de ataque a ele.


Notas do Radar

 personJoão Paulo Messer
access_time19/09/2017 - 21:50

Estranho
Nos bastidores da Assembleia Legislativa vale a pena notar como se movimentam os deputados para aprovar um financiamento que a Celesc busca em dois organismos internacionais, totalizando o estrondoso montante de R$ 1,1 bilhão. É dinheiro para expansão. Ocorre que para isso o Estado tem que oferecer algumas garantias. E há pressa nisso, pois o prazo termina no fim do mês.

Tem curto
O curioso da movimentação política interna dos gabinetes parlamentares é que até o PT, que é oposição, já se manifestou favorável. O curto circuito parece estar na base de governo. Parece que o projeto é bom, mas tem voto de deputado que precisa de ordem “externa”. Pelo visto, está mais fácil o diálogo entre oposição e Governo do que entre os próprios aliados. Hoje o assunto deve evoluir.

De volta
O deputado estadual Gelson Merísio, presidente estadual do PSD, passou alguns dias fora do país e na sua volta já tem agenda intensa para recuperar o pique de pré-campanha que tem empregado. Mal saiu de cena e no próprio PSD surgiram outros movimentos. Um deles é o de desejo de um grupo forte do partido Criciúma, ter João Rodrigues candidato ao governo pelo PSD.

Na trincheira
Recentemente, quando Gelson Merísio fez roteiro pelo Estado como pré-candidato, em Criciúma apareceu uma destas faixas que já revelava o movimento destoante. Na ocasião a tal faixa, sem autoria, não chegou a ser afixada internamente no evento. Ficou de lado.

Mulher na gestão
A rotina da primeira reitora na história da Unesc tem sido intensa. Agenda técnica, institucional e política. Luciane Ceretta, responde fácil aos elogios: “me preparei para isso”. Pesquisadora por profissão é uma estudiosa da gestão de pessoas, de processos e de recursos. Tem sido personagem mais notada nos eventos dos quais participa.

Mulher de prestigio
Outra mulher extremamente elogiada pelo seu trabalho é a diretora de Comunicação da Assembleia Legislativa, Thamy Soligo. Ela visitou os veículos de comunicação de Criciúma nesta segunda-feira. Dona de um perfil de liderança é unanimidade entre os profissionais de imprensa em Santa Catarina. No cargo tem uma gestão inquestionável pela retidão e tratamento isonômico.

Devolva a medalha Gedel
Os deputados estaduais de Santa Catarina tiveram que anular a concessão de uma medalha concedida em 2010. Na ocasião o então Ministro do governo petista, Gedel Vieira Lima, foi indicado pelo ex-governador Luiz Henrique da Silveira. A entrega foi em grande estilo. Para não manchar a medalha, o deputado João Amin (PP), agora propôs e a medalha foi anulada. Gedel é o personagem dono daquelas malas de dinheiro que encontradas em um apartamento em Salvador (BA).

DE VOLTA A semana de ausência aqui na coluna foi para dedicação exclusiva a um evento realizado, com êxito absoluto, na última segunda-feira na rádio Eldorado.

ENFIM Até que enfim alguém falou, mesmo que nãoa tenha sido de forma direta. Me refiro ao que o presidente da Fundação Cultural, Serginho Zapellini, falou sobre a Festa das Etnias. Considera que não só o local da festa, mas tudo sobre a ela deve priorizar o grande público, não o interesse das Etnias.

DISSE O que Serginho Zapellini não falou é que a Festa das Etnias está tomando o mesmo caminho do carnaval de rua, em que apenas o governo aporta recursos. A percepção é que as Etnias ainda tem lucro.

RESTRITOS Com poucas exceções os grupos étnicos de Criciúma não produzem nada ao longo do ano, nem são capazes de bancar os custos da festa. A inabilidade destes grupos é tamanha que devolveram a festa ao município.

MUDANDO O SINE de Criciúma tem mudado de endereço até duas vezes por ano, nestes últimos tempos. Esta migração deve acabar a partir de agora. Depois de ter sido “despejado” por falta de pagamento do aluguel, finalmente ganha casa própria.

INAUGURA A nova sede do SINE fica anexo ao prédio da Agência de Desenvolvimento Regional. A inauguração acontece amanhã, quando o Secretário de Estado da Ação Social, Valmir Comin, fará seu dia de interiorização do governo.

SOLIDES Nesta semana a atual diretoria do Sindicato dos Motoristas de Criciúma voltou a ter despacho favorável na Justiça. A tentativa da oposição em reverter decisão da última eleição, anulando a chapa vencedora, foi rechaçada pela Justiça.

FRASE
“Temos que ouvir a população de Criciúma e não podemos ficar fazendo festa para contentar meia dúzia de grupos.”
Serginho Zapellini, presidente da Fundação Cultural explicando que o local da Festa das Etnias não pode ser uma decisão dos grupos étnicos.

Educação do município não quer a do Estado como sócia

 personJoão Paulo Messer
access_time19/09/2017 - 21:17

Depois de audiência pública para discutir a municipalização de algumas escolas estaduais, nesta semana em Criciúma, a prefeitura está retirando a intenção de assumir escolas como a José de Patta (Bairro Colonial) e Luiz Lazarin (Rio Maina). A opção oferecida pelo Estado de ceder algumas salas ociosas para espécie de gestão compartilhada Estado/Município, não agrada a prefeitura. Está flagrante que o município não quer gerir escola em sociedade com o Estado. E a razão é simples. É a mesma que leva os pais deixarem as escolas do Estado migrando os filhos para o município. Notado que o município faz uma gestão muito melhor das escolas de ensino fundamental que o Estado.
O Estado demonstra, por suas atitudes, que tem nítida preferência pela manutenção dos professores oque, em alguns casos, significa vir em detrimento do aluno. Isso fica evidente com a queda na qualidade das condições dos alunos. Basta olhar para uma escola do Estado e uma do município para perceber a diferenteça, Basta notar o movimento dos pais que preferem nitidamente a escola municipal. Se o Estado não parar de ter medo de greve, contribuirá para apressar o desmanche da sua proposta de ensino. Priorizar o professor sim, nunca em detrimento do aluno. O Estado não tem conseguido manter este equilibrio.
O Sindicato está no seu papel, o professor também. O Estado é que não tem feito o seu. A rede pública de Estado se afastou dos alunos e dos pais. Pior que isso é que em muitos casos a gestão escolar está feita na base do achego político. É assim. Aproveita-se quem pode. O Estado é que não pode permitir.É natural que isso não é regra, mas o Estado tem que aprender a difundir a excessão. Reprovar a acomodação e aprovar a renovação.
Ontem a Secretária de Educação de Criciúma foi pontual: ao Município não interessa gestão compartilhada em escola alguma. E mais, usou a migração de alunos da rede estadual para a municipal para dizer que não pretende gerir nada com quem não sabe gerir. Recado duro, direto e abonado pela realidade posta aos olhos de quem se dá o tempo de analisar.

Ambiente da política

 personJoão Paulo Messer
access_time18/09/2017 - 18:28

Com a estreia do novo portal da Rádio Eldorado se amplia a possibilidade de interagirmos no ambiente da política. Mais de uma vez ao dia, preferencialmente sempre que houver fato novo, e relevante, devo comparecer a este espaço para informar e comentar. O dinamismo da política tem sido algo espetacular. Num mesmo dia o fato pode ter mais de uma versão. A certeza de amanhã é a incerteza de hoje, mas pode voltar a ser incerteza depois de amanhã.
Não há surpresa nisso tudo, nem se trata de uma questão local ou pontual. A incerteza no cenário de política nasce com as dúvidas sobre qual regra vai valer para as eleições do ano que vem. A reforma eleitoral corre risco de não mudar nada. Reforma sem nenhuma reforma. Nem mesmo o indispensável fim das coligações e a razoável cláusula de barreira devem valer. Pelo menos é o que sinalizaram os trabalhos desta semana. Depois de amanhã a informação pode ser outra.
No Estado a curiosidade maior é sobre a força da proposta de Gelson Merísio (PSD), que nasceu sob a desconfiança de todos, mas que não diminui o ritmo e até já levou o PMDB a falar em abrir mão da coligação com o PSD de Raimundo Colombo. Os peemedebistas lançam olhares sobre o PSDB que jura ter a força que não se consegue enxergar, a de ter um candidato próprio a governador. Se é que alguém tem esta capacidade é o senador Paulo Bauer, que anda silencioso demais para que quer ser candidato.
No PMDB não há necessidade de definir muito cedo quem é o candidato. Afinal, sigla acredita tem força o suficiente para eleger “um poste”. Para o Senado já fez isso na eleição passada. Acho até que é melhor que o PMDB demore ao máximo para definir o nome, pois quem sabe o “tercius” deste cenário seja o atual vice-governador Eduardo Pinho Moreira. Isso seria bom demais para o Sul.
O PPAMIN é outra sigla que ensaia candidatura própria. O PP que um dia tentou não ser PPAMIN morreu na praia pisoteado por raposas tão hábeis quanto o próprio líder progressista Esperidião Amin, que é o único com capacidade de dizer para e como o partido deve ir. Os outros da sigla, aqueles que tentam dar vida própria ao PP sem Amin não tem capacidade de respirar sem o principal aparelho progressista, o brilho da mente de Amin.
E vai ser por ai que nos vamos nos cruzar daqui por diante, aqui no blog do novo portal da Rádio Eldorado.