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Criciúma recebe Conferência Regional de Vereadores Mirins

commentCriciúma EC access_time23/06/2026 17:15

Evento é organizado pela Câmara de Vereadores do município

Coluna de Sexta-feira

access_time27/04/2018 - 00:44

Declarada a guerra
Quem acompanhou os movimentos da Assembleia Legislativa nesta semana já tem a ideia de como será a campanha eleitoral, pelo menos na relação entre os aliados de Eduardo Moreira (PMDB) e Raimundo Colombo (PSD). Pessoalmente ambos podem até aparentar boa relação, mas ao seu redor não se sabe quem atira mais em direção ao outro. O deputado Mário Marcondes (PMDB) falou durante 15 minutos, na tribuna, com disparo pesados contra o ex-governador Raimundo Colombo. Quem pegou a cena no meio, jamais imaginaria que até recentemente PMDB e PSD, leia-se Eduardo Moreira e Raimundo Colombo, eram aliados. Na fala de Marcondes uma grande controvérsia, pois o PMDB sempre discursou orgulho em “ter eleito” Colombo. São evidências de que o ano eleitoral está em franca construção.

Votações
Existe uma enorme relação de matérias que devem entrar na pauta da Assembleia Legislativa. Havia muito tempo que o governo “tratorava” as votações. A Assembleia como casa “carimbadora” das ações do governo vem desde 2003 quando Luiz Henrique da Silveira construiu alianças que garantiam ampla maioria no parlamento do Estado.

Sem reação
Entre os deputados, inclusive os aliados de Raimundo Colombo, o comentário é que os disparos podem ser feitos em direção ao ex-governador é que dificilmente haverá qualquer reação do criticado. Não é do estilo dele partir para este tipo de confronto. A dúvida é sobre qual reflexo este tiroteio vai provocar na candidatura de Colombo ao Senado.

Oposição
Hoje a liderança na Assembleia Legislativa é exercida pelo deputado estadual Gelson Meríssio (PSD), hoje adversário declarado de Moreira. O deputado não só oferece a articulação que pretende enfrentar Moreira na eleição de outubro, como virou catalisador dos prováveis adversários do governador.

Sentença do PMDB
Essa figura de vitimização feita pelos aliados de Eduardo Moreira não é “pano único” nesta cena política do momento. O PMDB já sinalizou que pode “sentenciar” a vida pública de Raimundo Colombo. Peemedebistas trabalham para rejeitar a Medida Provisória que autoriza o governo incorporar o dinheiro que sobra na Assembleia Legislativa à conta de Saúde doo Estado. Se isso não ocorrer a contas de Colombo podem ser rejeitas e contas rejeitadas deixam políticos inelegíveis.

Reposição salarial
Assim como ocorreu no ano passado, os prefeitos da Amrec tinham planejado o mesmo grau de resistência em relação à pedida salarial dos servidores públicos municipais. As negociações já começaram e a reivindicação da categoria é parecida, mas os prefeitos, de novo, não devem conseguir manter os mesmos índices. O sindicato que negocia em Criciúma e outras cinco cidades da região fala em pedir até cinco por cento de reajuste. Ao término a média não deve chegar à metade.

Repercussão
Repercutiu por todos os cantos de Santa Catarina entrevista concedida pelo governador Eduardo Moreira à colunista Karina Manarin, aqui no DN. Fato destacado pelo portal SC em pauta chama atenção ao trecho em que Moreira diz que o PSDB não está ajudando Geraldo Alkmin, seu pré-candidato à presidência da república. O site revela que o tucanos “por enquanto engoliram em seco” a alfinetada.

Quer criticar, então ajuda...
Hoje às 8h na prefeitura de Criciúma uma reunião entre o prefeito Clésio Salvaro (PDB) com o Secretário Regional, João Fabris (PMDB) e os vereadores, inclusive de oposição e aliado ao governador Eduardo Moreira se reúnem para discutir alternativas para destravar verbas que viabilizem pavimentação de ruas. Ocorre que o Estado suspendeu os repasses de verbas prometidas desde dezembro do ano passado. Neste encontro um detalhe: foi a forma como o prefeito encontrou para reagir às cobranças que vem recebendo da oposição. O diálogo inicial ocorreu com o vereador Ademir Honorato (PMDB).

FAKE NEWS É matéria preferencial nas conversas dos políticos, especialmente deputados, as possíveis notícias mentirosas que podem alterar o rito das campanhas eleitorais. A oferta de serviços desta natureza preocupa aqueles que têm reagido. A conclusão é que a melhor coisa é oferecer denuncia.

ATRAÇÕES Organizadores de eventos como peças teatrais e shows de humor na tiram o foco de Criciúma. O retorno do público é muito bom. Eles tema percepção de excelente retorno do público consumidor destas artes.

DA MÁQUINA O presidente do PP em Criciúma, Itamar da Silva tem pregado com fé que os anos de “secura” do partido acabam no ano que vem, quando a sigla deve voltar ao Governo do Estado. No modelo brasileiro oposição não constrói partido.

FRASE DO DIA
“Até 15 dias atrás o Estado de Santa Catarina era o melhor do Brasil, não tinha aumentado impostos, tinha as melhores rodovias e o melhor de tudo. Bastou Eduardo Moreira assumir o governo para esta casa (Assembleia Leislativa) enxergar o que até então não existia, como a rodovia Jorge Lacerda, no sul do Estado que agora apareceu toda esburacada.”
Márcio Marcondes, deputado estadual do PMDB, falando ontem na tribuna da Assembleia Legislativa.


Notas do Radar

 personJoão Paulo Messer
access_time19/09/2017 - 21:50

Estranho
Nos bastidores da Assembleia Legislativa vale a pena notar como se movimentam os deputados para aprovar um financiamento que a Celesc busca em dois organismos internacionais, totalizando o estrondoso montante de R$ 1,1 bilhão. É dinheiro para expansão. Ocorre que para isso o Estado tem que oferecer algumas garantias. E há pressa nisso, pois o prazo termina no fim do mês.

Tem curto
O curioso da movimentação política interna dos gabinetes parlamentares é que até o PT, que é oposição, já se manifestou favorável. O curto circuito parece estar na base de governo. Parece que o projeto é bom, mas tem voto de deputado que precisa de ordem “externa”. Pelo visto, está mais fácil o diálogo entre oposição e Governo do que entre os próprios aliados. Hoje o assunto deve evoluir.

De volta
O deputado estadual Gelson Merísio, presidente estadual do PSD, passou alguns dias fora do país e na sua volta já tem agenda intensa para recuperar o pique de pré-campanha que tem empregado. Mal saiu de cena e no próprio PSD surgiram outros movimentos. Um deles é o de desejo de um grupo forte do partido Criciúma, ter João Rodrigues candidato ao governo pelo PSD.

Na trincheira
Recentemente, quando Gelson Merísio fez roteiro pelo Estado como pré-candidato, em Criciúma apareceu uma destas faixas que já revelava o movimento destoante. Na ocasião a tal faixa, sem autoria, não chegou a ser afixada internamente no evento. Ficou de lado.

Mulher na gestão
A rotina da primeira reitora na história da Unesc tem sido intensa. Agenda técnica, institucional e política. Luciane Ceretta, responde fácil aos elogios: “me preparei para isso”. Pesquisadora por profissão é uma estudiosa da gestão de pessoas, de processos e de recursos. Tem sido personagem mais notada nos eventos dos quais participa.

Mulher de prestigio
Outra mulher extremamente elogiada pelo seu trabalho é a diretora de Comunicação da Assembleia Legislativa, Thamy Soligo. Ela visitou os veículos de comunicação de Criciúma nesta segunda-feira. Dona de um perfil de liderança é unanimidade entre os profissionais de imprensa em Santa Catarina. No cargo tem uma gestão inquestionável pela retidão e tratamento isonômico.

Devolva a medalha Gedel
Os deputados estaduais de Santa Catarina tiveram que anular a concessão de uma medalha concedida em 2010. Na ocasião o então Ministro do governo petista, Gedel Vieira Lima, foi indicado pelo ex-governador Luiz Henrique da Silveira. A entrega foi em grande estilo. Para não manchar a medalha, o deputado João Amin (PP), agora propôs e a medalha foi anulada. Gedel é o personagem dono daquelas malas de dinheiro que encontradas em um apartamento em Salvador (BA).

DE VOLTA A semana de ausência aqui na coluna foi para dedicação exclusiva a um evento realizado, com êxito absoluto, na última segunda-feira na rádio Eldorado.

ENFIM Até que enfim alguém falou, mesmo que nãoa tenha sido de forma direta. Me refiro ao que o presidente da Fundação Cultural, Serginho Zapellini, falou sobre a Festa das Etnias. Considera que não só o local da festa, mas tudo sobre a ela deve priorizar o grande público, não o interesse das Etnias.

DISSE O que Serginho Zapellini não falou é que a Festa das Etnias está tomando o mesmo caminho do carnaval de rua, em que apenas o governo aporta recursos. A percepção é que as Etnias ainda tem lucro.

RESTRITOS Com poucas exceções os grupos étnicos de Criciúma não produzem nada ao longo do ano, nem são capazes de bancar os custos da festa. A inabilidade destes grupos é tamanha que devolveram a festa ao município.

MUDANDO O SINE de Criciúma tem mudado de endereço até duas vezes por ano, nestes últimos tempos. Esta migração deve acabar a partir de agora. Depois de ter sido “despejado” por falta de pagamento do aluguel, finalmente ganha casa própria.

INAUGURA A nova sede do SINE fica anexo ao prédio da Agência de Desenvolvimento Regional. A inauguração acontece amanhã, quando o Secretário de Estado da Ação Social, Valmir Comin, fará seu dia de interiorização do governo.

SOLIDES Nesta semana a atual diretoria do Sindicato dos Motoristas de Criciúma voltou a ter despacho favorável na Justiça. A tentativa da oposição em reverter decisão da última eleição, anulando a chapa vencedora, foi rechaçada pela Justiça.

FRASE
“Temos que ouvir a população de Criciúma e não podemos ficar fazendo festa para contentar meia dúzia de grupos.”
Serginho Zapellini, presidente da Fundação Cultural explicando que o local da Festa das Etnias não pode ser uma decisão dos grupos étnicos.

Educação do município não quer a do Estado como sócia

 personJoão Paulo Messer
access_time19/09/2017 - 21:17

Depois de audiência pública para discutir a municipalização de algumas escolas estaduais, nesta semana em Criciúma, a prefeitura está retirando a intenção de assumir escolas como a José de Patta (Bairro Colonial) e Luiz Lazarin (Rio Maina). A opção oferecida pelo Estado de ceder algumas salas ociosas para espécie de gestão compartilhada Estado/Município, não agrada a prefeitura. Está flagrante que o município não quer gerir escola em sociedade com o Estado. E a razão é simples. É a mesma que leva os pais deixarem as escolas do Estado migrando os filhos para o município. Notado que o município faz uma gestão muito melhor das escolas de ensino fundamental que o Estado.
O Estado demonstra, por suas atitudes, que tem nítida preferência pela manutenção dos professores oque, em alguns casos, significa vir em detrimento do aluno. Isso fica evidente com a queda na qualidade das condições dos alunos. Basta olhar para uma escola do Estado e uma do município para perceber a diferenteça, Basta notar o movimento dos pais que preferem nitidamente a escola municipal. Se o Estado não parar de ter medo de greve, contribuirá para apressar o desmanche da sua proposta de ensino. Priorizar o professor sim, nunca em detrimento do aluno. O Estado não tem conseguido manter este equilibrio.
O Sindicato está no seu papel, o professor também. O Estado é que não tem feito o seu. A rede pública de Estado se afastou dos alunos e dos pais. Pior que isso é que em muitos casos a gestão escolar está feita na base do achego político. É assim. Aproveita-se quem pode. O Estado é que não pode permitir.É natural que isso não é regra, mas o Estado tem que aprender a difundir a excessão. Reprovar a acomodação e aprovar a renovação.
Ontem a Secretária de Educação de Criciúma foi pontual: ao Município não interessa gestão compartilhada em escola alguma. E mais, usou a migração de alunos da rede estadual para a municipal para dizer que não pretende gerir nada com quem não sabe gerir. Recado duro, direto e abonado pela realidade posta aos olhos de quem se dá o tempo de analisar.

Ambiente da política

 personJoão Paulo Messer
access_time18/09/2017 - 18:28

Com a estreia do novo portal da Rádio Eldorado se amplia a possibilidade de interagirmos no ambiente da política. Mais de uma vez ao dia, preferencialmente sempre que houver fato novo, e relevante, devo comparecer a este espaço para informar e comentar. O dinamismo da política tem sido algo espetacular. Num mesmo dia o fato pode ter mais de uma versão. A certeza de amanhã é a incerteza de hoje, mas pode voltar a ser incerteza depois de amanhã.
Não há surpresa nisso tudo, nem se trata de uma questão local ou pontual. A incerteza no cenário de política nasce com as dúvidas sobre qual regra vai valer para as eleições do ano que vem. A reforma eleitoral corre risco de não mudar nada. Reforma sem nenhuma reforma. Nem mesmo o indispensável fim das coligações e a razoável cláusula de barreira devem valer. Pelo menos é o que sinalizaram os trabalhos desta semana. Depois de amanhã a informação pode ser outra.
No Estado a curiosidade maior é sobre a força da proposta de Gelson Merísio (PSD), que nasceu sob a desconfiança de todos, mas que não diminui o ritmo e até já levou o PMDB a falar em abrir mão da coligação com o PSD de Raimundo Colombo. Os peemedebistas lançam olhares sobre o PSDB que jura ter a força que não se consegue enxergar, a de ter um candidato próprio a governador. Se é que alguém tem esta capacidade é o senador Paulo Bauer, que anda silencioso demais para que quer ser candidato.
No PMDB não há necessidade de definir muito cedo quem é o candidato. Afinal, sigla acredita tem força o suficiente para eleger “um poste”. Para o Senado já fez isso na eleição passada. Acho até que é melhor que o PMDB demore ao máximo para definir o nome, pois quem sabe o “tercius” deste cenário seja o atual vice-governador Eduardo Pinho Moreira. Isso seria bom demais para o Sul.
O PPAMIN é outra sigla que ensaia candidatura própria. O PP que um dia tentou não ser PPAMIN morreu na praia pisoteado por raposas tão hábeis quanto o próprio líder progressista Esperidião Amin, que é o único com capacidade de dizer para e como o partido deve ir. Os outros da sigla, aqueles que tentam dar vida própria ao PP sem Amin não tem capacidade de respirar sem o principal aparelho progressista, o brilho da mente de Amin.
E vai ser por ai que nos vamos nos cruzar daqui por diante, aqui no blog do novo portal da Rádio Eldorado.