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Criciúma recebe Conferência Regional de Vereadores Mirins

commentCriciúma EC access_time23/06/2026 17:15

Evento é organizado pela Câmara de Vereadores do município

Coluna de Terça-feira

access_time24/04/2018 - 00:08

PMDB precisa definir candidato
Na política existe um raciocínio de que não existe alguém que não tenha candidato definido e que negocia um lugar de destaque em qualquer coligação. E como não existe eleição viável sem coligação, a primeira preocupação deve ser a de como entrar no jogo. Partindo desta lógica os partidos lançam candidatos a governador para ceder e ficar com uma vice, por exemplo. O PSDB sentiu isso e na semana passada, mesmo em meio à cena de denúncia contra o seu candidato, lançou Paulo Bauer candidato a governador. Lá atrás o PSD fez isso com Gelson Merísio. Pode não garantir vaga de candidato a governador, mas assegurou o comando do PSD e o partido na majoritária. Hoje só dois partido não têm candidato a governador: PP e PMDB. Sabe-se que o PP nem precisa, pois só existe Amin. O PMDB pode cometer o mesmo erro que Raimundo Colombo cometeu, ou seja, perder a rédea do processo por esperar. Se o PMDB não definir logo quem é seu candidato a governador, para então negociar aliança, pode ficar na estrada.

Turismo
A posse do novo Secretário de Estado do Turismo, Tuffi Micref Neto, ontem no Centro Administrativo, foi mais uma festa peemedebista. Os partidários do governador estavam em peso. No discurso ficou evidente que a indicação teve o dedo do deputado federal Mauro Mariani. Pelo menos duas vezes, no discurso, Tufi deixou isso evidente.

Paciência partidária
O Partido Progressista em Criciúma dá demonstrações de que está batendo cabeça. Demonstração de que alguém puxou o freio de arrumação foi uma reunião provocada para corrigir um erro que a direção vinha cometendo ao abrir mão de um vereador. Depois de postar nas redes sociais uma despedida conformada da perda do vereador Daniel Freitas, que saiu do PP indo para o PSL, o presidente Itamar da Silva teve que comandar uma reunião em que o partido decidiu pedir a vaga que lhe cabe.

Passe livre
Consta que o “passe livre” acenado ao vereador Daniel Freitas, quando este anunciou saída do partido, teria sido uma generosidade com algum fio de cabelo de Esperidião Amin. Itamar da Silva, presidente local do PP é extremamente disciplinado e ligado a Amin. Daí se explica a especulação e a reação.

Vazamento
Ensaios regionais demonstram que o Partido Progressista de Criciúma pode não estar perdendo “apenas” um vereador e alguns outros líderes que debandaram. É flagrante que o prefeito de Tubarão, Joares Ponticelli tem atuado forte na região carbonífera, inclusive com a presença de um aliado seu em franca pré-campanha eleitoral no terreiro até então marcado por Valmir Comin.

Busca-se candidato
Embora a situação ainda não tenha se tornado público o Partido dos Trabalhadores segue com dificuldades a busca por candidato a deputado estadual na região Carbonífera. Os sindicalistas Bárbara Teixeira e Carlos De Cordes, que estão inscritos como possíveis candidatos podem sair da disputa. Alguns sugerem Décio Góes, que está inelegível por estar com contas não aprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado.

Catraca presa
No mesmo dia em que o prefeito Clésio Salvaro anunciou a tida generosa ação politica assegurando que não haverá aumento na passagem de ônibus, na Câmara de Vereadores parou na legalidade e inconstitucionalidade a proposta para criar meia passagem para alunos dos cursos profissionalizantes do bairro da Juventude.

“Requentou”
O jornal Estadão trouxe com destaque ontem a notícia da delação premiada de um ex-diretor da Hypermarcas que acusou o senador Paulo Bauer (PSDB) de ter recebido R$ 11,5 milhões como caixa dois nas eleições de 2014. Bauer nega e reclama que o jornal só ontem trouxe a notícia que já ganhou destaque tem 15 dias. A realidade é que estes pratos que alimentam o noticiário político vão à mesa tantas vezes quantas houver fome de fatos. Esta, por certo, não foi a última vez que a matéria veio à tona.


Educação do município não quer a do Estado como sócia

 personJoão Paulo Messer
access_time19/09/2017 - 21:17

Depois de audiência pública para discutir a municipalização de algumas escolas estaduais, nesta semana em Criciúma, a prefeitura está retirando a intenção de assumir escolas como a José de Patta (Bairro Colonial) e Luiz Lazarin (Rio Maina). A opção oferecida pelo Estado de ceder algumas salas ociosas para espécie de gestão compartilhada Estado/Município, não agrada a prefeitura. Está flagrante que o município não quer gerir escola em sociedade com o Estado. E a razão é simples. É a mesma que leva os pais deixarem as escolas do Estado migrando os filhos para o município. Notado que o município faz uma gestão muito melhor das escolas de ensino fundamental que o Estado.
O Estado demonstra, por suas atitudes, que tem nítida preferência pela manutenção dos professores oque, em alguns casos, significa vir em detrimento do aluno. Isso fica evidente com a queda na qualidade das condições dos alunos. Basta olhar para uma escola do Estado e uma do município para perceber a diferenteça, Basta notar o movimento dos pais que preferem nitidamente a escola municipal. Se o Estado não parar de ter medo de greve, contribuirá para apressar o desmanche da sua proposta de ensino. Priorizar o professor sim, nunca em detrimento do aluno. O Estado não tem conseguido manter este equilibrio.
O Sindicato está no seu papel, o professor também. O Estado é que não tem feito o seu. A rede pública de Estado se afastou dos alunos e dos pais. Pior que isso é que em muitos casos a gestão escolar está feita na base do achego político. É assim. Aproveita-se quem pode. O Estado é que não pode permitir.É natural que isso não é regra, mas o Estado tem que aprender a difundir a excessão. Reprovar a acomodação e aprovar a renovação.
Ontem a Secretária de Educação de Criciúma foi pontual: ao Município não interessa gestão compartilhada em escola alguma. E mais, usou a migração de alunos da rede estadual para a municipal para dizer que não pretende gerir nada com quem não sabe gerir. Recado duro, direto e abonado pela realidade posta aos olhos de quem se dá o tempo de analisar.

Ambiente da política

 personJoão Paulo Messer
access_time18/09/2017 - 18:28

Com a estreia do novo portal da Rádio Eldorado se amplia a possibilidade de interagirmos no ambiente da política. Mais de uma vez ao dia, preferencialmente sempre que houver fato novo, e relevante, devo comparecer a este espaço para informar e comentar. O dinamismo da política tem sido algo espetacular. Num mesmo dia o fato pode ter mais de uma versão. A certeza de amanhã é a incerteza de hoje, mas pode voltar a ser incerteza depois de amanhã.
Não há surpresa nisso tudo, nem se trata de uma questão local ou pontual. A incerteza no cenário de política nasce com as dúvidas sobre qual regra vai valer para as eleições do ano que vem. A reforma eleitoral corre risco de não mudar nada. Reforma sem nenhuma reforma. Nem mesmo o indispensável fim das coligações e a razoável cláusula de barreira devem valer. Pelo menos é o que sinalizaram os trabalhos desta semana. Depois de amanhã a informação pode ser outra.
No Estado a curiosidade maior é sobre a força da proposta de Gelson Merísio (PSD), que nasceu sob a desconfiança de todos, mas que não diminui o ritmo e até já levou o PMDB a falar em abrir mão da coligação com o PSD de Raimundo Colombo. Os peemedebistas lançam olhares sobre o PSDB que jura ter a força que não se consegue enxergar, a de ter um candidato próprio a governador. Se é que alguém tem esta capacidade é o senador Paulo Bauer, que anda silencioso demais para que quer ser candidato.
No PMDB não há necessidade de definir muito cedo quem é o candidato. Afinal, sigla acredita tem força o suficiente para eleger “um poste”. Para o Senado já fez isso na eleição passada. Acho até que é melhor que o PMDB demore ao máximo para definir o nome, pois quem sabe o “tercius” deste cenário seja o atual vice-governador Eduardo Pinho Moreira. Isso seria bom demais para o Sul.
O PPAMIN é outra sigla que ensaia candidatura própria. O PP que um dia tentou não ser PPAMIN morreu na praia pisoteado por raposas tão hábeis quanto o próprio líder progressista Esperidião Amin, que é o único com capacidade de dizer para e como o partido deve ir. Os outros da sigla, aqueles que tentam dar vida própria ao PP sem Amin não tem capacidade de respirar sem o principal aparelho progressista, o brilho da mente de Amin.
E vai ser por ai que nos vamos nos cruzar daqui por diante, aqui no blog do novo portal da Rádio Eldorado.