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O projeto foi planejado para oferecer mais lazer à população

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Espaço volta a receber os torcedores para mais uma grande festa nesta sexta-feira (19)

Criciúma recebe Conferência Regional de Vereadores Mirins

commentCriciúma EC access_time23/06/2026 17:15

Evento é organizado pela Câmara de Vereadores do município

Coluna de Sexta-feira

access_time02/03/2018 - 00:09

Quanto o DEM vai crescer
Uma das grandes dúvidas do momento é sobre quanto o partido Democratas vai crescer em Santa Catarina. Se as previsões dos primeiros a “se bandearem” para a sigla se confirmar, transforma-se no chamado quinto grande nas composições: PMDB, PSDB, PSD, PP e DEM. É tese segura de que dos quatro grandes hoje, ganha a eleição quem levar três. Por isso se especulam composições de PMDB com PSD e PSDB de um lado ou de PP com PSDB ou PSD de outro. Se o DEM crescer mesmo, tudo indica que ele irá para onde já estejam três, ou seja, o partido não vai bancar aventura. Mesmo assim pode entender que deve ter uma vaga na majoritária. E dá, pois são quatro as vagas: governador, vice e duas para senador.

Foi antes
O deputado federal João Paulo Kleinubing foi o primeiro do PSD a anunciar mudança para o DEM. Especula-se que sua antecipação foi para garantir alguma posição de destaque como brigar pela vaga na majoritária ou a presidência do partido. Se for isso, outros que estão cogitados podem desistir da ideia de migrar.

Na janela
Figuram na lista de possíveis migrantes para o DEM nomes como o próprio governador Raimundo Colombo e o ex-deputado estadual Júlio Garcia. Eles e todos os que pretendem mudar tem prazo até o dia 7 de abril.

Ponto fraco
Líderes dos grandes partidos entendem que um dos grandes problemas do PMDB é que ele é o único partido que ainda não definiu o seu candidato. Enquanto isso o PP lançou Esperidião Amin, o PSDB tem Paulo Bauer e o PSD vai de Gelson Merísio.

Aliança
Quem casa quer saber com quem vai casar. É pouco saber de qual família, mas com quem é que vai conviver. O PMDB oferece aos seus pretendentes as dúvidas sobre Eduardo Moreira, Udo Döhler, Mauro Mariani e até Dário Berger.

Influências
Sobre a eleição presidencial que influencia muito na composição das alianças da eleição estadual, os líderes do PSDB de Santa Catarina trabalham com a certeza de que Geraldo Alkmin será o candidato a presidente da república e que João Dória Júnior será candidato ao governo. Seu vice será do PSD e o DEM vai estar na aliança.

Comerciários
A demora no acordo salarial dos comerciários em Criciúma está passando a impressão de um conflito entre os líderes sindicais que está respingando na vida dos trabalhadores. O desgaste na repetição dos envolvidos na discussão pode ser uma das causas. A outra é a fragilização dos Sindicatos com a recente reforma trabalhista. O trabalhador está pagando caro sem nunca ter contraído esta dívida.

Economia
Hoje uma das melhores conversas que se pode ter para entender o cenário econômico, associando a tese à prática, é com o professor e executivo do setor carbonífero Édson Hertel. No ano passado ele roubou a cena em evento estadual sobre o setor carbonífero ao desenvolver o raciocínio sobre a inserção do mineral na economia. Sua fala sobre economia tem o tom dos mestres de palestras na área. E trata-se de personagem do nosso convívio.

Mau cheiro
A empresa de adubo orgânico do interior de Nova Veneza, que vem provocando indignação da comunidade pela produção de odor muito forte ganhou mais prazo do órgão ambiental do Estado (FATMA), para resolver o problema. Apresentou um cronograma que vai até julho com sucessivas opções para resolver o problema. Se a técnica de março não funcionar, tentarão a de abril e assim até o meio do ano.

Concessão
Chama atenção o fato da empresa responsável pela poluição em Nova Veneza estar “embargada” pela Justiça e funcionando. Mesmo assim, após sucessivas reuniões, as autoridades por vezes tão rigorosas abriram mais prazo para que o problema seja resolvido.

A “pataquada” no PMDB
O “sai e fica” do secretário executivo da Agência de Desenvolvimento Regional, João Fabris, foi uma “pataquada” que se pode debitar na conta dos deputados Luiz Fernando Cardoso Vampiro e Ronaldo Benedet. Os dois estiveram na casa de Fabris, segunda-feira à noite, convencendo-o a abrir a vaga. Teriam comentado que ela seria para o ex-prefeito de Içara, Gentil Da Luz. Acertado na base o caso seria levado para o governador Eduardo Moreira. Nenhum dos deputados deve ter se dado conta de que estariam plantando uma pedra no sapato de governo, pois especula-se que pode sair a qualquer momento resultado da Operação Moralidade, do Gaeco, que tem em Gentil um dos investigados. Em caso de qualquer condenação o prejuízo respingaria num governador candidato à reeleição em ano eleitoral.

PATAQUADA A expressão “pataquada” é do linguajar popular e usada em algumas localidades da região. Significa “trapalhada”. No contexto político não raras vezes vemos alguma pataquada. Aliás, ultimamente a campeã das pataquadas tem sido a prefeitura de Criciúma em se se tratando de IPTU.

MOBILIZOU Foi só a intenção dos deputados peemedebistas mudarem o comando da secretaria regional que o PMDB de Criciúma se mobilizou. Seria mais uma vaga que o partido de Criciúma estaria perdendo para Içara.

NAS INTERNAS O deputado federal Mauro Mariani tem revelado aos que o procuram que vai manter sua pré-candidatura até a convenção. Fala em disputar no voto a indicação interna para ser o candidato do PMDB a governador

NÃO CAI Depois de um novo ensaio para a substituição do Secretário Regional, João Rosa Fabris, ele segue firme no cargo. Ontem comandou solenidade com entrega de R$ 17 milhões para reformas na rede estadual de ensino. Um dia antes sua saída do cargo era dada como certa.

BARRIGADA Induzido pelos fatos que de fato ocorreram, ontem informei na coluna que João Fabris estava se despedindo do cargo. Ele mesmo havia admitido isso um dia após receber em casa a notícia. Fazia outros planos. Pois as coisas mudaram e a coluna errou ao dizer ele estaria se despedindo ontem.

FRASE DO DIA
“O país precisa recuperar a sua credibilidade. Não temos problemas com nosso sistema de arrecadação que é um dos melhores do mundo, mas temos sérios problemas na aplicação deste dinheiro.”
Professor e executivo do setor carbonífera em Criciúma, Édson Hertel comentando o atual momento econômico. Chama atenção especial à necessidade de uma definição do tamanho de Estado que o Brasil quer e da imediata priorização à produção (indústria e agricultura).


Educação do município não quer a do Estado como sócia

 personJoão Paulo Messer
access_time19/09/2017 - 21:17

Depois de audiência pública para discutir a municipalização de algumas escolas estaduais, nesta semana em Criciúma, a prefeitura está retirando a intenção de assumir escolas como a José de Patta (Bairro Colonial) e Luiz Lazarin (Rio Maina). A opção oferecida pelo Estado de ceder algumas salas ociosas para espécie de gestão compartilhada Estado/Município, não agrada a prefeitura. Está flagrante que o município não quer gerir escola em sociedade com o Estado. E a razão é simples. É a mesma que leva os pais deixarem as escolas do Estado migrando os filhos para o município. Notado que o município faz uma gestão muito melhor das escolas de ensino fundamental que o Estado.
O Estado demonstra, por suas atitudes, que tem nítida preferência pela manutenção dos professores oque, em alguns casos, significa vir em detrimento do aluno. Isso fica evidente com a queda na qualidade das condições dos alunos. Basta olhar para uma escola do Estado e uma do município para perceber a diferenteça, Basta notar o movimento dos pais que preferem nitidamente a escola municipal. Se o Estado não parar de ter medo de greve, contribuirá para apressar o desmanche da sua proposta de ensino. Priorizar o professor sim, nunca em detrimento do aluno. O Estado não tem conseguido manter este equilibrio.
O Sindicato está no seu papel, o professor também. O Estado é que não tem feito o seu. A rede pública de Estado se afastou dos alunos e dos pais. Pior que isso é que em muitos casos a gestão escolar está feita na base do achego político. É assim. Aproveita-se quem pode. O Estado é que não pode permitir.É natural que isso não é regra, mas o Estado tem que aprender a difundir a excessão. Reprovar a acomodação e aprovar a renovação.
Ontem a Secretária de Educação de Criciúma foi pontual: ao Município não interessa gestão compartilhada em escola alguma. E mais, usou a migração de alunos da rede estadual para a municipal para dizer que não pretende gerir nada com quem não sabe gerir. Recado duro, direto e abonado pela realidade posta aos olhos de quem se dá o tempo de analisar.

Ambiente da política

 personJoão Paulo Messer
access_time18/09/2017 - 18:28

Com a estreia do novo portal da Rádio Eldorado se amplia a possibilidade de interagirmos no ambiente da política. Mais de uma vez ao dia, preferencialmente sempre que houver fato novo, e relevante, devo comparecer a este espaço para informar e comentar. O dinamismo da política tem sido algo espetacular. Num mesmo dia o fato pode ter mais de uma versão. A certeza de amanhã é a incerteza de hoje, mas pode voltar a ser incerteza depois de amanhã.
Não há surpresa nisso tudo, nem se trata de uma questão local ou pontual. A incerteza no cenário de política nasce com as dúvidas sobre qual regra vai valer para as eleições do ano que vem. A reforma eleitoral corre risco de não mudar nada. Reforma sem nenhuma reforma. Nem mesmo o indispensável fim das coligações e a razoável cláusula de barreira devem valer. Pelo menos é o que sinalizaram os trabalhos desta semana. Depois de amanhã a informação pode ser outra.
No Estado a curiosidade maior é sobre a força da proposta de Gelson Merísio (PSD), que nasceu sob a desconfiança de todos, mas que não diminui o ritmo e até já levou o PMDB a falar em abrir mão da coligação com o PSD de Raimundo Colombo. Os peemedebistas lançam olhares sobre o PSDB que jura ter a força que não se consegue enxergar, a de ter um candidato próprio a governador. Se é que alguém tem esta capacidade é o senador Paulo Bauer, que anda silencioso demais para que quer ser candidato.
No PMDB não há necessidade de definir muito cedo quem é o candidato. Afinal, sigla acredita tem força o suficiente para eleger “um poste”. Para o Senado já fez isso na eleição passada. Acho até que é melhor que o PMDB demore ao máximo para definir o nome, pois quem sabe o “tercius” deste cenário seja o atual vice-governador Eduardo Pinho Moreira. Isso seria bom demais para o Sul.
O PPAMIN é outra sigla que ensaia candidatura própria. O PP que um dia tentou não ser PPAMIN morreu na praia pisoteado por raposas tão hábeis quanto o próprio líder progressista Esperidião Amin, que é o único com capacidade de dizer para e como o partido deve ir. Os outros da sigla, aqueles que tentam dar vida própria ao PP sem Amin não tem capacidade de respirar sem o principal aparelho progressista, o brilho da mente de Amin.
E vai ser por ai que nos vamos nos cruzar daqui por diante, aqui no blog do novo portal da Rádio Eldorado.