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Praça de Meleiro ganhará reforma, readequação e revitalização

commentJornalismo access_time25/06/2026 19:00

O projeto foi planejado para oferecer mais lazer à população

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commentEsporte access_time17/06/2026 17:35

Espaço volta a receber os torcedores para mais uma grande festa nesta sexta-feira (19)

Criciúma recebe Conferência Regional de Vereadores Mirins

commentCriciúma EC access_time23/06/2026 17:15

Evento é organizado pela Câmara de Vereadores do município

Coluna do Fim de Semana

access_time10/02/2018 - 00:45

JR quer o bloco da Papuda
O advogado do deputado federal João Rodrigues, preso na última quinta-feira tem se debruçado sobre alternativas jurídicas para amenizar o impacto da decisão de prisão. Primeiro foi a tentativa de um habeas corpus. Agora a tentativa é para transferir o seu cliente para o presídio da Papuda, em Brasília, onde está a maioria dos políticos presos em consequência de operações como a Lava Jato. Em Brasília o parlamentar poderia exercer o seu cargo eletivo normalmente, o que não ocorre enquanto ele estiver preso em Porto Alegre. A pena é de cinco anos e três meses de reclusão em regime semiaberto. Assim poderia sair pela manhã e retornar à noite.

Apoio
Especialmente em Chapecó há várias manifestações de solidariedade e apoio ao deputado federal presoJoão Rodrigues. São notas oficiais emitidas desde entidades como o seu próprio partido, o PSD, a outras como a do ex-governador Cacildo Maldaner (PMDB). Todas elas veem no sentido de que o deputado foi usado pela Justiça como forma de sinalização da forma como vai agir em relação ao caso do ex-presidente Lula.

Na concentração
O feriadão de carnaval vai reunir muitos blocos de última hora, especialmente na capital. As concentrações intensificam a discussão de estratégias, agora contando com o fato novo desta semana, a prisão do deputado federal João Rodrigues. Possivelmente surjam alguns planos novos das cinzas do carnaval.

Por inteiro
O vereador Júlio Colombo segue como prefeito interino de Criciúma até após o carnaval. Embora aparentemente possa fazer pouca coisa, ele tem agido com inteligência. Na condição de prefeito revela-se um político que busca o contato com a comunidade. Isso tem ocorrido praticamente durante todo o dia. A agenda tem reuniões inclusive à noite. Se pode fazer pouco em termos de decisões, devido as limitações naturais das circunstâncias, aproveita a interinidade da melhor forma.

Precatórios
Mesmo licenciado o prefeito Clésio Salvaro encaminhou à Câmara de Vereadores um projeto de lei que pode facilitar a negociação de dívidas de precatórios. Segundo o Tribunal de Justiça, a dívida é de aproximadamente R$ 65 milhões. A matéria será analisada em regime de urgência. Em síntese a Câmara terá que autorizar o município negociar com os credores e com isso reduzir o débito até abaixo da metade do valor.

Na Segurança
O anúncio do novo Secretário de Segurança Pública em Santa Catarina, Alceu de Oliveira Pinto Júnior foi o que mais provocou reações até o momento. Trata-se de personagem polêmico. Além dele foi confirmado o novo comandante-geral da PM: coronel Araújo Gomes e o delegado-geral, Marcos Ghizoni Júnior.

Olha só!!!
Um grupo de vereadores de Criciúma visitou na última quinta-feira a sede da Câmara de Vereadores de Araranguá, uma das mais belas do Estado. Foram buscar orientação e inspiração para fazer andar o quase lendário processo de construção de nova sede do Legislativo em Criciúma. Por enquanto vale a tese de que o novo prédio deve ser instalado no Parque Centenário, ao lado da prefeitura.

Origem da indignação
Rumores no ambiente tucano dão conta de que a indignação do vereador Dailto Feuser, que licenciou-se da presidência do partido, não está relacionada a outro fato senão com o gesto praticado pelo prefeito Clésio Salvaro em conceder dez dias de governo para o vereador Júlio Colombo (PSB).Ocorre que Júlio e Feuser são da mesma base eleitoral. Na prefeitura Colombo escancarou as portas ao público e foi procurado principalmente pelo seu eleitorado, cenário previsível. De fato Feuser foi o único líder ausente da solenidade em que Colombo recebeu o cargo. Havia dezenas de líderes da base eleitoral dele no ato, todos prestigiando Colombo.

CARNAVALESCO O vice-prefeito de Siderópolis, Alexandre Feltrin assumiu a cidade quando o assunto é carnaval. Está à frente da organização da Feijoada da Montanha, deste sábado e do bloco que representará a cidade no carnaval do Balneário Rincão.

SÓ ALEGRIA Entre os organizadores do CarnaRincão uma das figuras mais tradicionais do carnaval da região. Clóvis Marcelino, que já foi vereador em Criciúma é hoje um dos responsáveis pela extraordinária estrutura montada para o carnaval regional.

RETIRO Só a Igreja Católica e na Diocese de Criciúma contabiliza oito retiros de carnaval, que são encontros, na maioria de jovens, que se concentram durante os quatro dias de carnaval. Estima-se que mais de 2,5 mil jovens participem destas reuniões que possuem caráter religioso.

SAÚDE Segue rendendo nos bastidores a reação da comunidade do Bairro Vula Esperança, na região da Grande Santa Luzia. O governo tentou convencer a comunidade de que não haveria prejuízo ao atendimento de saúde se a unidade fosse fechada para reforçar outra localizada a apenas 500 metros.

NO GRITO A reunião da equipe da prefeitura na Vila Esperança terminou com o povo revoltado expulsando a equipe da prefeitura. Tudo ocorreu depois que o assessor parlamentar e antigo líder da comunidade, Adão da Silva, fez uso da palavra.

ESTÁ FORA Desde que a comunidade da Vila Esperança rejeitou a transferência do posto a unidade segue aberta, mas sem médico. A profissional do posto está de férias e quando voltar deve ser transferida.

FRASE DO DIA
“A vila Esperança mostrou que é um enxame de abelhas daquelas bem ferozes. Melhor deixar a vila bem quietinha, porque se mexer com ela ninguém se responsabiliza pela dor da reação”.
Adão da Silva, assessor parlamentar do vereador Júlio Kaminski (PSDB), falando sobre o movimento que ele liderou para evitar aplicação de um plano da prefeitura de fechar o posto de saúde do bairro Vila Esperança.


Educação do município não quer a do Estado como sócia

 personJoão Paulo Messer
access_time19/09/2017 - 21:17

Depois de audiência pública para discutir a municipalização de algumas escolas estaduais, nesta semana em Criciúma, a prefeitura está retirando a intenção de assumir escolas como a José de Patta (Bairro Colonial) e Luiz Lazarin (Rio Maina). A opção oferecida pelo Estado de ceder algumas salas ociosas para espécie de gestão compartilhada Estado/Município, não agrada a prefeitura. Está flagrante que o município não quer gerir escola em sociedade com o Estado. E a razão é simples. É a mesma que leva os pais deixarem as escolas do Estado migrando os filhos para o município. Notado que o município faz uma gestão muito melhor das escolas de ensino fundamental que o Estado.
O Estado demonstra, por suas atitudes, que tem nítida preferência pela manutenção dos professores oque, em alguns casos, significa vir em detrimento do aluno. Isso fica evidente com a queda na qualidade das condições dos alunos. Basta olhar para uma escola do Estado e uma do município para perceber a diferenteça, Basta notar o movimento dos pais que preferem nitidamente a escola municipal. Se o Estado não parar de ter medo de greve, contribuirá para apressar o desmanche da sua proposta de ensino. Priorizar o professor sim, nunca em detrimento do aluno. O Estado não tem conseguido manter este equilibrio.
O Sindicato está no seu papel, o professor também. O Estado é que não tem feito o seu. A rede pública de Estado se afastou dos alunos e dos pais. Pior que isso é que em muitos casos a gestão escolar está feita na base do achego político. É assim. Aproveita-se quem pode. O Estado é que não pode permitir.É natural que isso não é regra, mas o Estado tem que aprender a difundir a excessão. Reprovar a acomodação e aprovar a renovação.
Ontem a Secretária de Educação de Criciúma foi pontual: ao Município não interessa gestão compartilhada em escola alguma. E mais, usou a migração de alunos da rede estadual para a municipal para dizer que não pretende gerir nada com quem não sabe gerir. Recado duro, direto e abonado pela realidade posta aos olhos de quem se dá o tempo de analisar.

Ambiente da política

 personJoão Paulo Messer
access_time18/09/2017 - 18:28

Com a estreia do novo portal da Rádio Eldorado se amplia a possibilidade de interagirmos no ambiente da política. Mais de uma vez ao dia, preferencialmente sempre que houver fato novo, e relevante, devo comparecer a este espaço para informar e comentar. O dinamismo da política tem sido algo espetacular. Num mesmo dia o fato pode ter mais de uma versão. A certeza de amanhã é a incerteza de hoje, mas pode voltar a ser incerteza depois de amanhã.
Não há surpresa nisso tudo, nem se trata de uma questão local ou pontual. A incerteza no cenário de política nasce com as dúvidas sobre qual regra vai valer para as eleições do ano que vem. A reforma eleitoral corre risco de não mudar nada. Reforma sem nenhuma reforma. Nem mesmo o indispensável fim das coligações e a razoável cláusula de barreira devem valer. Pelo menos é o que sinalizaram os trabalhos desta semana. Depois de amanhã a informação pode ser outra.
No Estado a curiosidade maior é sobre a força da proposta de Gelson Merísio (PSD), que nasceu sob a desconfiança de todos, mas que não diminui o ritmo e até já levou o PMDB a falar em abrir mão da coligação com o PSD de Raimundo Colombo. Os peemedebistas lançam olhares sobre o PSDB que jura ter a força que não se consegue enxergar, a de ter um candidato próprio a governador. Se é que alguém tem esta capacidade é o senador Paulo Bauer, que anda silencioso demais para que quer ser candidato.
No PMDB não há necessidade de definir muito cedo quem é o candidato. Afinal, sigla acredita tem força o suficiente para eleger “um poste”. Para o Senado já fez isso na eleição passada. Acho até que é melhor que o PMDB demore ao máximo para definir o nome, pois quem sabe o “tercius” deste cenário seja o atual vice-governador Eduardo Pinho Moreira. Isso seria bom demais para o Sul.
O PPAMIN é outra sigla que ensaia candidatura própria. O PP que um dia tentou não ser PPAMIN morreu na praia pisoteado por raposas tão hábeis quanto o próprio líder progressista Esperidião Amin, que é o único com capacidade de dizer para e como o partido deve ir. Os outros da sigla, aqueles que tentam dar vida própria ao PP sem Amin não tem capacidade de respirar sem o principal aparelho progressista, o brilho da mente de Amin.
E vai ser por ai que nos vamos nos cruzar daqui por diante, aqui no blog do novo portal da Rádio Eldorado.