Notícias em destaque

Morro da Fumaça inicia força-tarefa para onda de frio

commentJornalismo access_time23/06/2026 19:00

Atendimento tem apoio da Assistência Social e da Defesa Civil

Arena Eldorado LayBack transmite segundo jogo do Brasil na Copa do Mundo 2026

commentEsporte access_time17/06/2026 17:35

Espaço volta a receber os torcedores para mais uma grande festa nesta sexta-feira (19)

Criciúma recebe Conferência Regional de Vereadores Mirins

commentCriciúma EC access_time23/06/2026 17:15

Evento é organizado pela Câmara de Vereadores do município

Coluna de Quinta-feira

access_time01/02/2018 - 00:04

Novo tempo, novo quadro
Com a manutenção do cenário peemedebista inalterado cresce a idealização de uma roupagem de chapa as eleições de outubro em Santa Catarina. De novo reina a teria do isolamento do PMDB, primeiro como forma estratégica, segundo pelo raciocínio lógico de que o partido terá muita dificuldade para vencer pela quinta vez consecutiva. A proposta ora vigente leva muito em questão a lógica. Trata-se da reunião das siglas originárias do mesmo tronco, leia-se: PSDB, PP, PSD e DEM. A nominata seria algo nunca antes visto em termos de densidade eleitoral própria. Paulo Bauer (PSDB) para governador com Júlio Garcia (PSD) de vice, enquanto para o Senado a dobradinha teria nada menos que Raimundo Colombo (PSD indo para o DEM) e Esperidião Amin (PP).

Geografia
A composição proposta na teoria contempla os nomes mais fortes hoje no Norte, Serra e capital. O Sul contribuiria com um nome que pode não ter a mesma densidade eleitoral pessoal dos demais, mas que soma por sua habilidade de bastidores enquanto o Oeste fortaleceria o nome de João Rodrigues (PSD). Não que Garcia e Rodrigues não possam trocar de posição.

Um não outro
Dois nomes do PSD hoje racham as articulações do partido, isto é, não tem ambiente para estarem juntos. Trata-se de Gelson Merísio e Júlio Garcia. A cisão deriva de opções feitas por um e outro quando as conversas sobre composições iniciaram.

Plano DEM
Pelo novo raciocínio sem o PMDB e se o deputado Gelson Merísio continuar conduzindo ao seu modo e liderança o PSD, os dissidentes do partido estariam prontos para irem para o DEM (Democratas). Isto não é novidade. Iria inclusive o governador Raimundo Colombo

Tá com tudo
Ontem o ex-deputado estadual pelo PT e atualmente prefeito de Itajaí pelo PMDB, Volnei Morastoni foi eleito presidente da FECAM (Federação dos Municípios Catarinenses). Assim o PMDB terá no ano de2018 o governador, o presidente da Assembleia Legislativa e o prefeito dos prefeitos.

Tá em casa
Hoje, de novo, o vice-governador Eduardo Moreira retorna à Criciúma. Dois dias depois de inaugurar a penitenciária sul, vem para entregar um moderno helicóptero articulado por ele, para o SAER (Serviço Aero Policial Civil). A aeronave atende ainda a Saúde com o transporte de pacientes.

De saída
Estranhamente em meio a turbulência da revisão da base de cálculo do IPTU em Criciúma o Secretário de Fazenda, Robson Gotuzzo, saiu de férias por 20 dias, que lhe restavam. As evidências de que ele não retorna ao cargo são muitas, embora só a saída nesta circunstância é suficiente. Dia a dia surgem novas. Uma delas é sua natural substituição na confecção do novo IPTU.

O substituto
Luiz Fernando Cascaez, servidor de carreira da prefitura e com salário menor que o de um Secretário começa a ganhar perfil de substituto de Robson Gotuzzo. Até então ninguém fala nisso, mas as evidências são muitas.

Uma construção necessária
Se há relações que devem ser recuperadas urgentemente para o bem da cidade são as da Associação Empresarial de Criciúma (ACIC) com a Câmara de Vereadores e com a prefeitura. Restam da gestão anterior alguns episódios que geraram mal estar. Com a prefeitura porque envolveram questões de cunho pessoal do ex-presidente. E isso não é crítica ao dirigente, mas fruto do contexto. Ele é dono do prédio gentilmente cedido à prefeitura, mas que virou objeto de discussão pela forma como o novo governo o tratou. Já com a Câmara de Vereadores a relação deve ser refeita porque o ambiente parecia uma “caça às bruxas”, quando uma instituição tratava da outra. O primeiro gesto para isso foi praticado ontem pelos dois presidentes que se encontraram.

VIRA PÁGINA No caso da relação da ACIC com os poderes Executivo e Legislativo, não se pode fazer julgamento, mas elogiar a retomada do diálogo. Cada um na sua e todos pela cidade.

ACERTADO Os quatro prefeitos da AMREC não tinham decidido ainda quem deles será o presidente da Associação dos Municípios da Região Carbonífera. A eleição acontece semana que vem. Será Helio Cesa Alemão, de Siderópolis.

NA JSUTIÇA O chamado de 40 professores aprovado em concurso público em 2014 em Criciúma é assunto que vai parar na Justiça. Tem gente que acha que há como chamar mais. Uma entrevista da Secretária sobre o assunto já foi anexada ao processo que faz este pedido.

NOVO TEMPO Diferente de Ada De Lucca (PMDB) que escalou sem dificuldades o seu substituto na Secretaria de Justiça e Cidadania, antes mesmo de sair, Valmir Comin (PP) não indicará ninguém para a Secretaria de Ação Social. Simples: ele é do PP. Precisa torcer para que seus últimos atos assinados não sejam anulados.

SEM AMEAÇA Mesmo que tenha uma composição partidária para 2018 venham isolar o PMDB, o vice-governador Eduardo Moreira não deve correr riscos com a Assembleia Legislativa, que neste caso ficaria de oposição.

PROVÁVEL Eduardo Moreira só terá oposição na Assembleia Legislativa se houver descumprimento das amarras feitas por Gelson Merisio, que é quem domina o parlamento catarinense hoje.

ESTRELA Circulou com eco de indignação entre os sindicalistas dos trabalhadores, ontem, vídeo em que o dono da rede Havan, Luciano Hang, aparece fazendo apelo para que os empresários paguem em dia a contribuição sindical patronal. Ele alega que é para deixar sindicatos patronais fortes.

FRASE DO DIA
“Certa vez, o atual senador Dário Berger (MDB) se comparou a Lula e a Barack Obama (ex-presidente dos Estados Unidos), e, agora, com a condenação em segundo grau por improbidade administrativa no TJ, ficou mais um pouco mais parecido com ambos: inelegível como o petista e fora de eleições como o democrata norte-americano.”
Ao invés de uma frase hoje reescrevo aqui uma nota publicada ontem no site portalmaikingof pelo colunista Roberto Azevedo.


Ambiente da política

 personJoão Paulo Messer
access_time18/09/2017 - 18:28

Com a estreia do novo portal da Rádio Eldorado se amplia a possibilidade de interagirmos no ambiente da política. Mais de uma vez ao dia, preferencialmente sempre que houver fato novo, e relevante, devo comparecer a este espaço para informar e comentar. O dinamismo da política tem sido algo espetacular. Num mesmo dia o fato pode ter mais de uma versão. A certeza de amanhã é a incerteza de hoje, mas pode voltar a ser incerteza depois de amanhã.
Não há surpresa nisso tudo, nem se trata de uma questão local ou pontual. A incerteza no cenário de política nasce com as dúvidas sobre qual regra vai valer para as eleições do ano que vem. A reforma eleitoral corre risco de não mudar nada. Reforma sem nenhuma reforma. Nem mesmo o indispensável fim das coligações e a razoável cláusula de barreira devem valer. Pelo menos é o que sinalizaram os trabalhos desta semana. Depois de amanhã a informação pode ser outra.
No Estado a curiosidade maior é sobre a força da proposta de Gelson Merísio (PSD), que nasceu sob a desconfiança de todos, mas que não diminui o ritmo e até já levou o PMDB a falar em abrir mão da coligação com o PSD de Raimundo Colombo. Os peemedebistas lançam olhares sobre o PSDB que jura ter a força que não se consegue enxergar, a de ter um candidato próprio a governador. Se é que alguém tem esta capacidade é o senador Paulo Bauer, que anda silencioso demais para que quer ser candidato.
No PMDB não há necessidade de definir muito cedo quem é o candidato. Afinal, sigla acredita tem força o suficiente para eleger “um poste”. Para o Senado já fez isso na eleição passada. Acho até que é melhor que o PMDB demore ao máximo para definir o nome, pois quem sabe o “tercius” deste cenário seja o atual vice-governador Eduardo Pinho Moreira. Isso seria bom demais para o Sul.
O PPAMIN é outra sigla que ensaia candidatura própria. O PP que um dia tentou não ser PPAMIN morreu na praia pisoteado por raposas tão hábeis quanto o próprio líder progressista Esperidião Amin, que é o único com capacidade de dizer para e como o partido deve ir. Os outros da sigla, aqueles que tentam dar vida própria ao PP sem Amin não tem capacidade de respirar sem o principal aparelho progressista, o brilho da mente de Amin.
E vai ser por ai que nos vamos nos cruzar daqui por diante, aqui no blog do novo portal da Rádio Eldorado.