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Criciúma recebe Conferência Regional de Vereadores Mirins

commentCriciúma EC access_time23/06/2026 17:15

Evento é organizado pela Câmara de Vereadores do município

Coluna de Quarta-feira

access_time01/11/2017 - 00:01

Nota 100 em 100 dias
A avaliação dos 100 primeiros dias de gestão da nova reitoria da Unesc recebeu nota máxima da banca da imprensa reunida nesta terça-feira. A analogia é providencial à análise da entrevista coletiva que apresentou o que foi feito até agora pela reitora Luciane Ceretta, o vice-reitor Daniel Previ e seu grupo. Insiram-se neste contexto os conselhos interno e externo da universidade. Afora os números e adaptações administrativas soma-se a vibração alinhada com um ambiente que pulsa animação para gerar conhecimento. Aparentemente a maior mudança está na reestruturação administrativa, que não só enxugou custos. A mudança de postura é tão significativa que é difícil dizer que esta é uma gestão d continuidade.

Finanças da Unesc
A reitoria da Unesc comentou as dificuldades financeiras decorrentes da violenta diminuição de clientela e comprometimento financeiro por conta dívidas contraídas a curto, médio e longo prazo, mas garante que não há dívidas fora das planilhas de pagamentos, nem qualquer risco de atraso de salários e de pagamentos dos fornecedores.

Plano Diretor
Preste-se atenção a um documento que está em fase de elaboração. E não é de interesse apenas da população do Balneário Rincão, mas sim de toda a região. Trata-se do Plano Diretor do município litorâneo. Todos os processos previstos foram observados e a partir dos próximos dias a matéria vai para a fase final, que é a votação na Câmara dos Deputados. Um dos pontos positivos nesta caminha é a presença do engenheiro Nestor Back na liderança de condução do assunto.

Cadeira quente
O Secretário de Estado da fazenda, Almir Gorges pediu para sair do cargo para cuidar da saúde. O governador Raimundo Colombo decidiu anunciar ontem mesmo que a cadeira será ocupada pelo Secretário-Adjunto, Renato Lacerda. Para quem conhece os bastidores do governo é fácil entender a substituição. A rigor ele está apenas mantendo a cadeira quente para o titular titularíssimo Antônio Gavazzoni. Sua volta pode ocorrer a qualquer momento.

Faz falta
Está demorando mais do que o esperando a oficialização de uma decisão sobre as investigações em torno da delação da JBS. Nela tanto o governador Raimundo Colombo como Antônio Gavazzoni foram denunciados. O secretário preferiu licenciar-se do caso. Comprovada sua inocência ele volta ao cargo em que é considerado o melhor.

“Pára TSE!”
O Tribunal Regional Eleitoral, de forma ridícula como tem se comportado, anuncia agora sua cruzada contra o “fake News”,ou seja, notícias falsas. Este será o grande adversário da Justiça e dos candidatos nas próximas eleições. Se não consegue gerar no eleitor brasileiro a confiança absoluta de que a urna eletrônica é confiável, imagina propor acabar com o “boato dos tempos tecnológicos”.

Pequeno gigante
Nesta semana esteve em Criciúma o vereador da capital Gabriel Meurer, o Gabrielzinho (PSB), que cumpriu boa parte da agenda ao lado do deputado estadual do seu partido, Cleiton Salvaro. Advogado por formação, ele proferiu palestra na área de direito na Unesc. Na capital o baixinho gigante como é chamado fez mais de três mil votos e na campanha será um dos aliados do deputado de Criciúma.

Orgulho de ser servidor
Ao custo do “suor” do próprio bolso e da parca “genialidade” do discriminado servidor público, saiu nesta semana em Criciúma a demonstração de que o “mérito” e a “eficiência” não são desejos apenas de quem labuta na iniciativa privada. Como numa prova de que o serviço público tem sim valor e qualidade, a gerência regional de Saúde premiou os melhores. Quer dizer, vale a pena ser bom e vale muito mais ser melhor ainda. Honrando a classe, dezenas de servidores subiram o palco do teatro, sob o foco da luz, pisando em tapete vermelho, ao som da rilha sonora dos aplausos, para receberem o troféu de melhores da saúde. Isso é tão raro que quando vira notícia, permanece notícia por vários dias. Prova de que o serviço público tem valor sim.

NOS ESTÁDIOS Andou, mas parou de novo, nesta terça-feira, o projeto de lei apresentado pelo deputado estadual Rodrigo Minotto (PDT) que permite a volta da venda e o consumo de bebida alcoólica nos estádios de futebol. E parou porque o também deputado do sul do Estado, Ricardo Guidi (PSD) pediu vista à matéria.

ESPERNEANDO Na sessão de ontem à noite na Câmara de Vereadores de Criciúma compareceram representantes dos Parceiros Uber. Eles se agarram às alternativas possíveis para manter o serviço. Para isso terão que derrubar uma lei que lhes impõem regras quase iguais as dos taxistas.

OUVE-SE Fosse julgado apenas pelo resultado do trabalho da assessoria de imprensa da prefeitura de Criciúma ficaria fácil identificar qual é a “menina dos olhos” do atual governo de Criciúma. O Procon ganha de outras pastas quando o assunto é divulgação dos seus trabalhos. Ou os outros trabalham muito menos, ou o órgão do consumidor é disparado o melhor do governo.

VIAGEM O vice-governador Eduardo Moreira voltou a viajar ao exterior nesta semana, mas agora nem a assessoria sabe para onde foi. Viagem do recém casado. Desta vez são apenas quatro dias.

ESSAS LEIS Parece absurdo, mas necessita de lei, sim. Esta semana foi a vez da Câmara de Vereadores de Forquilhinha iniciar análise de um projeto de lei que proíbe inaugurações de obras que não estejam concluídas. Político adora inaugurações e as vezes faz isso mesmo que ela não esteja concluída.

MEMÓRIA Ontem fez 30 anos que uma comissão da Câmara de Deputados aprovava andamento do processo que mudava o sistema de governo do Brasil, sugerindo o parlamentarismo. Mais tarde ele viria esbarrar na consulta popular.

MAÇAS PODRES Procuradores da república do alto da pirâmide nacional tem muito que explicar depois que vazou diálogo deles com os irmãos “JBS” sobre a forma como os “Batista” foram orientados a gravar conversas e entregas de dinheiro de propina.


FRASE DO DIA
“Até o final de novembro uma equipe específica vai dizer o que vamos fazer com o prédio do complexo educacional no centro .”
Luciane Ceretta, reitora da Unesc comentando o futuro do prédio adquirido pela universidade em encontro de contas com a prefeitura ao valor de R$ 10,5milhões.


Educação do município não quer a do Estado como sócia

 personJoão Paulo Messer
access_time19/09/2017 - 21:17

Depois de audiência pública para discutir a municipalização de algumas escolas estaduais, nesta semana em Criciúma, a prefeitura está retirando a intenção de assumir escolas como a José de Patta (Bairro Colonial) e Luiz Lazarin (Rio Maina). A opção oferecida pelo Estado de ceder algumas salas ociosas para espécie de gestão compartilhada Estado/Município, não agrada a prefeitura. Está flagrante que o município não quer gerir escola em sociedade com o Estado. E a razão é simples. É a mesma que leva os pais deixarem as escolas do Estado migrando os filhos para o município. Notado que o município faz uma gestão muito melhor das escolas de ensino fundamental que o Estado.
O Estado demonstra, por suas atitudes, que tem nítida preferência pela manutenção dos professores oque, em alguns casos, significa vir em detrimento do aluno. Isso fica evidente com a queda na qualidade das condições dos alunos. Basta olhar para uma escola do Estado e uma do município para perceber a diferenteça, Basta notar o movimento dos pais que preferem nitidamente a escola municipal. Se o Estado não parar de ter medo de greve, contribuirá para apressar o desmanche da sua proposta de ensino. Priorizar o professor sim, nunca em detrimento do aluno. O Estado não tem conseguido manter este equilibrio.
O Sindicato está no seu papel, o professor também. O Estado é que não tem feito o seu. A rede pública de Estado se afastou dos alunos e dos pais. Pior que isso é que em muitos casos a gestão escolar está feita na base do achego político. É assim. Aproveita-se quem pode. O Estado é que não pode permitir.É natural que isso não é regra, mas o Estado tem que aprender a difundir a excessão. Reprovar a acomodação e aprovar a renovação.
Ontem a Secretária de Educação de Criciúma foi pontual: ao Município não interessa gestão compartilhada em escola alguma. E mais, usou a migração de alunos da rede estadual para a municipal para dizer que não pretende gerir nada com quem não sabe gerir. Recado duro, direto e abonado pela realidade posta aos olhos de quem se dá o tempo de analisar.

Ambiente da política

 personJoão Paulo Messer
access_time18/09/2017 - 18:28

Com a estreia do novo portal da Rádio Eldorado se amplia a possibilidade de interagirmos no ambiente da política. Mais de uma vez ao dia, preferencialmente sempre que houver fato novo, e relevante, devo comparecer a este espaço para informar e comentar. O dinamismo da política tem sido algo espetacular. Num mesmo dia o fato pode ter mais de uma versão. A certeza de amanhã é a incerteza de hoje, mas pode voltar a ser incerteza depois de amanhã.
Não há surpresa nisso tudo, nem se trata de uma questão local ou pontual. A incerteza no cenário de política nasce com as dúvidas sobre qual regra vai valer para as eleições do ano que vem. A reforma eleitoral corre risco de não mudar nada. Reforma sem nenhuma reforma. Nem mesmo o indispensável fim das coligações e a razoável cláusula de barreira devem valer. Pelo menos é o que sinalizaram os trabalhos desta semana. Depois de amanhã a informação pode ser outra.
No Estado a curiosidade maior é sobre a força da proposta de Gelson Merísio (PSD), que nasceu sob a desconfiança de todos, mas que não diminui o ritmo e até já levou o PMDB a falar em abrir mão da coligação com o PSD de Raimundo Colombo. Os peemedebistas lançam olhares sobre o PSDB que jura ter a força que não se consegue enxergar, a de ter um candidato próprio a governador. Se é que alguém tem esta capacidade é o senador Paulo Bauer, que anda silencioso demais para que quer ser candidato.
No PMDB não há necessidade de definir muito cedo quem é o candidato. Afinal, sigla acredita tem força o suficiente para eleger “um poste”. Para o Senado já fez isso na eleição passada. Acho até que é melhor que o PMDB demore ao máximo para definir o nome, pois quem sabe o “tercius” deste cenário seja o atual vice-governador Eduardo Pinho Moreira. Isso seria bom demais para o Sul.
O PPAMIN é outra sigla que ensaia candidatura própria. O PP que um dia tentou não ser PPAMIN morreu na praia pisoteado por raposas tão hábeis quanto o próprio líder progressista Esperidião Amin, que é o único com capacidade de dizer para e como o partido deve ir. Os outros da sigla, aqueles que tentam dar vida própria ao PP sem Amin não tem capacidade de respirar sem o principal aparelho progressista, o brilho da mente de Amin.
E vai ser por ai que nos vamos nos cruzar daqui por diante, aqui no blog do novo portal da Rádio Eldorado.