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Morro da Fumaça inicia força-tarefa para onda de frio

commentJornalismo access_time23/06/2026 19:00

Atendimento tem apoio da Assistência Social e da Defesa Civil

Arena Eldorado LayBack transmite segundo jogo do Brasil na Copa do Mundo 2026

commentEsporte access_time17/06/2026 17:35

Espaço volta a receber os torcedores para mais uma grande festa nesta sexta-feira (19)

Criciúma recebe Conferência Regional de Vereadores Mirins

commentCriciúma EC access_time23/06/2026 17:15

Evento é organizado pela Câmara de Vereadores do município

Coluna de Segunda-feira

access_time02/10/2017 - 01:20

Debate polêmico na Câmara
A Câmara de Vereadores de Criciúma realiza no dia 27 de outubro audiência pública para discussão do polêmico tema: “Escola sem partido”. A proposta do debate é dos vereadores pastores Jair Alexandre (PSC) e Aldinei Potelecki (PRB). Sobre este mesmo assunto tramita na Câmara um projeto de lei de autoria do vereador Daniel Freitas (PP). Existe na Câmara Municipal de Criciúma curiosidade dos vereadores em relação ao comportamento da Unesc sobre a audiência pública para debate do tema “Escola sem partido”. Isso porque a Câmara tem cópia de uma moção de repúdio encaminhada pela universidade à Assembleia Legislativa, por ocasião de igual debate. A dúvida é se a Unesc vai repudiar a iniciativa da Câmara também.

Convidados
Eduardo Moreira confessou a alguns amigos de Criciúma que devido a enorme lista de personalidades tve que deixar muita gente que gostaria de levar, de fora. Entre os mais próximos que foram está o deputado Luiz Fernando Cardoso, Vampiro, um dos únicos a postar fotos do casamento em sua página do facebook.

Almoço
Sábado, antes de ir ao casamento de Eduardo Moreira o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin almoçou com alguns tucanos. Entre eles o prefeito Clésio Salvaro e o vice Ricardo Fabris, o Secretário Arleu da Silveira e o médico Márcio Zaccaron. Além deles os senadores, Dalirio Beber e Paulo Bauer e o presidente estadual do PSDB, deputado Marcos Vieira.

Autonomia tucana
Geraldo Alckmin foi enfático ao garantir autonomia do PSDB catarinense em relação às escolhas de candidatos e alianças para as eleições de 2018. Isso tem peso, pois no PMDB existem setores que apostam em possível intervenção nacional para que o PSDB fique com os peemedebistas.

Dobradinha
O governador de Goiás, Marconi Pirillo cancelou vida ao casamento de Eduardo Moreira na última hora. Se o PSDB tiver chapa pura, a chapa especulada é Geraldo Alckmin e Marconi Pirillo. Alckmin defende prévias em dezembro.

Orçamento
Chegou sexta-feira à Assembleia Legislativa o orçamento do Governo do Estado para 2018. A estimativa é de R$ 26,4 bilhões. Tecnicamente é o que se chama projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA). O documento, elaborado sob a coordenação da Secretaria de Estado da Fazenda, detalha todas as receitas e as despesas do Estado no ano.

Rateio
O setor onde o Estado mais necessita de dinheiro é o da Previdência Social dos servidores públicos estaduais. Só neste item são R$ 5,9 bilhões. As outras maiores rubricas são: Educação (R$ 4,3 bilhões), Saúde (R$ 3,5 bilhões), Segurança Pública (2,44 bilhões), Poder Judiciário (R$ 2,2 bilhões), Poder Legislativo (R$ 790 milhões) e Ministério Público (R$ 711 milhões).

Em Turvo
Desde que o empresário Ronaldo Carlessi mergulhou na política de Turvo o PMDB reinou absoluto. Missão difícil do PP, por exemplo, para se articular. No fim de semana a sigla progressista fez o seu movimento para se organizar. A presidência da Executiva do PP foi assumida pela jovem Gisele Tonetto.

Fidelidade partidária
A julgar pela repercussão inicial à proposta defendida pelo Murialdo Gastaldon (PMDB), de Içara, para ter Eduardo Moreira candidato a governador com o apoio de todo o Sul, entre outros partidos a ideia não passa de Içara. E são dois percalços previstos. Um é o interno do partido no Estado, mais facilmente superado. O outro é dos compromissos que os líderes de outras siglas têm com as suas agremiações. No PSDB ou o acerto vem de cima para baixo, ou seja, se fecha o acordo com a cúpula ou nenhum tucano vai abraçar a proposta de Murialdo. No PP os anos de rivalidade se encarregam de responder. Do PT, por certo nem há desejo do apoio. Restará ás instituições abraçar a ideia, ou não.

PESQUISAS Novas pesquisas no fim de semana animaram os petistas.

É DA POLÍTICA Uma vez confirmada a candidatura de Márcio Búrigo a deputado estadual pelo DEM, como passou a se dar como certo, desde o fim de semana, o líder demista Américo Faria terá que rever uma frase repetida por ele algumas vezes, de que Márcio não se elegeria mais nem para síndico de prédio. Coisas da política.

DO MÁRCIO O ex-prefeito Márcio Búrigo respondeu sexta-feira, por escrito, à coluna, sobre as informações de que estaria confirmando naquele dia sua ida para o DEM. Escreveu: “Notícia sem fundamento até o presente momento. Em política tudo é possível, mas nada de concreto por hora. Notícia precipitada e de origem desconhecida”.

EQUIPE É possível que o locutor Paulo Otharan, da Voz do Brasil, acerte nesta semana sua participação na caravana do pré-candidato a presidente da república Ciro Gomes. Ciro que virá à Criciúma ainda em outubro.

GARCIA Em conversa com o jornalista Marcelo Lula o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Júlio Garcia, não confirmou, nem descartou a possibilidade de disputar a Assembleia Legislativa no ano que vem. Isso à interpretação do jornalismo político significa um quase “sim” à sua volta à disputa eleitoral.

UNANIMIDADE Nos corredores de ambientes da política, na capital, exercícios de “futurologia” sugerem sim a volta de Júlio Garcia à Assembleia Legislativa. E mais, todos tem a certeza de que se isso ocorrer ele volta com potencial de ser logo presidente do parlamento. Este raciocínio vem de todas as siglas.

FRASE DO DIA
“Essa não é uma proposta pró-Eduardo, mas pró-Sul”.
César Smielevski, presidente da Associação Empresarial de Criciúma,na defesa da proposta de candidatura de Eduardo Moreira candidato a governador.


Impeachment do governador é menos provável

 personJoão Paulo Messer
access_time11/05/2020 - 23:59

De cada dez, oito catarinenses responderiam fácil de forma afirmativa à pergunta sobre impeachment do governador Carlos Moisés. Não precisa ser muito informado sobre o que vem acontecendo na política para apostar neste desfecho. Ocorre que há gente que enxerga além dos dias atuais. Gente que olha para 2022. Se a Assembleia Legislativa destituir o governador, quem assume é a vice-governadora. Ocorre que ela é uma adversária imprevisível nas próximas eleições, enquanto ele (Moisdés) "sangrando" e descolado de Bolsonaro com histórico de um ano e meio sem o mínimo de governo para apresentar, constitui-se no adversário que qualquer um gostaria enfrentar. Por tudo isso é simples demais apostar no impeachment de Carlos Moisés. Acho até que hoje os deputados já terão trabalho duro para evitar a cassação do mandato. Já me parece mais difícil não cassar do que cassar, mas este esforço terá que ser feito em nome do jogo político.

Nesta terça-feira, às 17h, acontece a primeria reunião da recém instalada CPI dos respiradores.

São membros da CPI os deputados: o presidente Sargento Lima (PSL), o vice-presidente Valdir Cobalchini (MDB), o relator Ivan Naatz (PL), além dos membros Moacir Sopelsa (MDB), Felipe Estevão (PSL), João Amin (PP), Milton Hobus (PSD), Marcos Vieira (PSDB) e Fabiano da Luz (PT).

Promotor e juíz pensam como o prefeito

 personJoão Paulo Messer
access_time08/05/2020 - 19:59

Ao contrário do que possam pensar os leitores dos fatos diários da paróquia carvoeira, o prefeito de Clésio Salvaro não está na lista dos que condenam a decisão do promotor público e do juiz, que em ato de sequência levaram a suspensão da possibilidade de termos o retorno do transporte coletivo em Criciúma, segunda-feira. Quinta-feira, mesmo dia em que mandou à Câmara de Vereadores um projeto que seria a válvula de escape das empresas para retornar ao trabalho, o chefe do executivo ouviu o apelo de um grupo de médicos para que não fizesse isso. Assim, à imagem política, Salvaro foi salvo pelo ato do promotor público Luiz Fernando Góes Ulysséa, que pediu e o juiz Pedro Aujor acatou, refutar a ideia de o transporte coletivo retornar.
Isso justifica o título: "promtor e juíz pensam como o prefeito". Caberia dizer que neste caso, o prefeito traiu a sua própria convicção e vai lavar as mãos ao ser cobrado, pois agiu para contentar os favoráveis ao retorno do transporte, mas não sofre as cobranças internas dos que pensam diferente. Qualquer coisa a "culpa" de não ter transporte é do promotor e do juíz, não do prefeito.
Da minha “santa ignorância”, mas calcado na amostra da pesquisa apresentada nesta sexta-feira e dados cruzados com os números oficiais de casos confirmados e agravados com internação hospitalar, reajo à posição dos contrários ao transporte. Será que as autoridades não estão enxergando o amontoado de gente nos carros e vans que transportam pequenas lotações sugerindo uma lata de sardinha?

PSD faz movimento estratégico em Içara

 personJoão Paulo Messer
access_time05/05/2020 - 09:22

O movimento anunciado pelo PSD nesta semana, anunciando chapa única e a criação de um projeto novo para a cidade tem mais do que o que está noticiado. Nas entrelinhas desta articulação o partido se posiciona na cena política local. Em tempo de pandemia, quando falar de eleição tem que ser com cautela para não invadir a prioridade das prioridades, o partido lança um texto sutil que prioriza a cidade, mas cujo pano de fundo é uma tentativa de avançar uma posição. De leitura inicial a gente entende que o PSD é a terceira força atrás de MDB e PP e suas candidaturas. No instante em que o MDB escolheu Arnaldo Lodetti Júnior seu candidato a prefeito e o PP de Dalvânia Cardoso segue a pré-campanha, mas em silêncio, o PSD se anuncia no processo. Com este “barulho” pode reivindicar sentar à ponta da mesa para negociar uma coligação com o PP, como alguns especulam seja o passo lógico. Na pior das hipóteses o movimento do PSD tira de trás da cortina o PP, que precisa logo se noticiar em pré-campanha.
A política é como o jogo de xadrez, feita de movimentos certeiros que preparam o xeque-mate. O movimento do PSD merece ser olhado com atenção.

Quando o tiro sai pela culatra

 personJoão Paulo Messer
access_time29/04/2020 - 08:22

A notícia do dia, hoje, de novo um novo escândalo denunciado envolvendo o Governo do Estado. A compra de duzentos respiradores ao preço de R$ 33 milhões pagos antecipadamente. A empresa que vendeu prometeu entregar em abril, mas agora reviu o prazo e vai entregar no final de maio ou junho, quem sabe. A empresa aliás é daquelas quase de fundo de quintal, instalada no Rio de Janeiro. Já negociou alguns produtos da área de saúde com Santa Catarina. Foi escolhida sem tempo de o governo fazer licitação porque a pressa exigia. Lacrou-se uma dispensa de licitação. Tempo de coronavírus, tudo tem que ser urgente. Pacote pago e agora os equipamentos já não são mais os prometidos. Quando chegarem podem não servir e se for isso serão devolvidos. Isso, se chegarem a tempo de serem necessários ao combate ao coronavírus.
Um site de notícias denunciou, a coisa foi parar na Assembleia Legislativa, ontem, e deu o maior “furdunço”. Semana passada foi o Hospital de R$ 76 milhões. Em outros Estados estes hospitais custam em média R$ 10 milhões. Aqui em Santa Catarina sete, quase oito vezes mais. A denúncia foi feita e o governo desfez o negócio. Voltou atrás.
Com os respiradores não deve ser diferente. O negócio deve ser desfeito. O detalhe é que agora os 33 milhões já foram pagos. “E agora Moisés???”
Ah, querem um detalhe sarcástico? Sabe quando foram pagos os 33 milhões? Dia primeiro de abril. Dia sugestivo. No mesmo dia 33 milhões depositados à empresa. Primeiro de abril.
Ontem o governo anunciou “já estamos tomando providências...” E ai segue a balela: nela informa que afastaram a servidora que fez a compra. Mas estas compras não são feitas pelo Secretário de Estado da Saúde? E o governador não tem que liberar estes R$ 33 milhões?
Tem coisa errada ai. Mas sabem o que eu penso? Seja no caso do hospital de campanha, seja no caso dos respiradores???? Não é desonestidade do governador ou do Secretário é ingenuidade funcional mesmo. Poderia usar uma dessas expressões mais comuns tipo ingenuidade, amadorismo, despreparo ou outro adjetivo qualquer. E sabe porque penso assim? Penso assim porque olho para o que este governo fez até agora. Nada. Um ano e quatro meses e o que tivemos? É despreparo mesmo. Santa Catarina paga o preço da ingenuidade político-administrativo. O governo está enredado pela expertise política, não tem maturidade de articulação em nível algum e se apoia na muleta do diferente, do honesto, do novo e daí por diante.
Nós vamos pagar um preço alto. E de novo eu digo que a culpa não é deste governo que está ai. É dos governos que passaram, que nos enojaram com as suas práticas. Que não nos deram escolha. Digam que eu estou errado. Gostaria de estar. Quem sabe estou. Nós fomos empurrados a experimentar a inércia. Não sei se as crises como a do coronavírus amenizaram o que ainda poderia ser pior?
E agora vem as eleições municipais. Os senhores e senhoras já pararam para pensar que no âmbito dos nossos municípios, estou falando de todos não apenas deste ou daquele, mas em todos. As opções se restringem. Parece cada vez mais difícil essa escolha. As opções são mais pobres e incertas.
As opções se restringem e confundem nossos desejos de vivermos tempos melhores e nos deixam entre o que pretendemos trocar com o que que nos amedronta. Está difícil dizer isso, mas o jargão é esse: “na democracia o voto é a nossa arma”.
O problema é o tiro pela culatra.

Deu para o Moro...

 personJoão Paulo Messer
access_time27/04/2020 - 02:29

E começamos uma semana cheios de dúvidas, tentando entender um novo tsunami. Para muitos a primeira palavra que vem à mente é “decepção”. Aliás, você já parou para pensar quantas frustrações e decepções teve? Em quantas pessoas já depositaste a sua esperança? Esperança que virou frustração.
No calor da política isso é ainda mais frequente e forte. Os acontecimentos da última sexta-feira ainda não estão absorvidos por nós brasileiros. A massa que se pôs a defender com unhas e dentes os representantes de um novo tempo sofreu um duro golpe. Decepcionou-se, por certo. Uns com um, outros com outro e há os que se decepcionaram com ambos. Me refiro ao presidente Bolsonaro e ao Ministro Moro, símbolos da esperança brasileira.
Esperança que não se deve perder pelos episódios recentes. Prefiro chamar atenção ao que não canso de repetir: cuidemo-nos. Não permitamos que a cegueira afete a nossa visão. Não nos deixemos levar pela emoção, nem pela paixão. Não é tempo de considerar o jogo perdido. Este é apenas mais um episódio da política brasileira. Não dá para sentenciar culpado, nem um, nem outro. Nem Bolsonaro, nem Moro. É que a gente, às vezes, demora entender o jogo.
Parece evidente que Bolsonaro não perdeu este jogo. Moro não perdeu, mas também não ganhou. É como se esta disputa fosse para a prorrogação e penaltis. Parece aquele jogo em que o empate desclassifica os dois. Pois é o que parece. Só tem perdedores. Deste embate não há ganhadores.
Devemos lembrar que este jogo está disputado no campo da política. Moro pode ser o favorito, mas não está acostumado a este jogo. Bolsonaro pode estar fragilizado, mas joga no campo que ele conhece bem: o da política. Moro entrou num jogo que ele não conhece. E olha deveria ter se adaptado, afinal, quando juiz de primeira instância, esteve sempre sujeito a ter as suas sentenças reformadas.
Na política este jogo não é assim. Diferente da Lava Jato, no Ministério Moro mostrou pouco serviço. Ficou devendo. Moro não saiu pela interferência de Bolsonaro. Saiu porque estava procurando a saída. A interferência de Bolsonaro não é assim tão inédita como alguns tentam fazer ver, mas é grave sim.
Nem que com suas denúncias Moro fragilize Bolsonaro a ponto de facilitar o caminho do impeachment, terá sido ele: Moro, o ganhador deste jogo. As aves de rapina estão ali, bem perto: na Câmara, no Senado e no Supremo.
O gesto de Moro em pouco ou nada o ajudará a pavimentar o caminho da presidência da república, se esta for a sua intenção daqui por diante. Moro não é do jogo da política. Moro é um Joaquim Barbosa. Barbosa saiu consagrado do Supremo, mas logo viu que na política, ou você joga o jogo, ou está fora.
Melhor então ficar com quem joga o jogo o mais próximo do limpo possível. Que se disponha a jogar. Que se submeta a uma campanha de rala chão, percorra o país, invista 24 horas por dia, sete dias por semana. E me desculpem os admiradores de Moro, o conforto dos gabinetes não lhe deu essa experiência, nem paciência. Moro saiu de onde nunca entrou: a política. E como herança pode ajudar a sujar o que ele mesmo ajudou a limpar. Deus queira, esteja eu errado.

Pesquisa pode mostrar o mapa do coronavírus em Criciúma

 personJoão Paulo Messer
access_time20/04/2020 - 10:11

Com um procedimento próprio, criado pela Secretaria Municipal de Saúde através do Laboratório Municipal de Análises Clínicas em parceria com a UNESC e o curso de Medicina, Criciúma está propondo uma pesquisa de amostragem para aproximar-se do real cenário do coronavírus. O levantamento segue a metodologia de pesquisas como as eleitorais para escolher os pesquisados. Ao invés de questionário eles serão submetidos ao exame de sangue, que avaliado indicará a situação do paciente. As últimas avaliações testam a amplitude deste exame, que pode ir além da detecção de ser o paciente portador assintomático ou não do vírus e até mesmo o grau de imunidade que ele possui.
Este levantamento vai ser submetido ao comitê de ética do curso de Medicina da UNESC, mas saiu da cabeça do secretário Acélio Casagrande. Se comprovada a sua eficácia do teste ele pode sugerir um mapa do coronavírus no município.
Inicialmente sugere-se que a pesquisa seja feita semanalmente e a cada levantamento sejam testadas 500 pessoas. O laboratório municipal tem capacidade de responder a cada teste em 30 minutos. A previsão é de que já nesta sexta-feira saiam os primeiros resultados.

Mandetta sofreu queimadura dos holofotes

 personJoão Paulo Messer
access_time16/04/2020 - 18:59

Se eu estivesse "no mundo da lua" e aterissasse aqui agora e assistisse a entrevista de "despedida" do ministro Luiz Henrique Madetta, facilmente intenderia porque ele saiu. O técnico estava político demais. Foi assim no seu discurso de saída. Parecia sentir-se num palanque, não numa mesa de rescisão de contrato. Acho loucura trocar o médico cirurgião quando o pacietne está sob a mesa e o bisturi já foi usado, mas Mandetta estava cegado pelos holofotes midiáticos. Não me parece que o presidente Jair Bolsonaro tenha demorado para fazer a substituição. Tivesse feito uma semana anrtes o que fez hoje ainda teria um ministro bem melhor cotado. Deu corda e esticou até o limite. O presidente segue correndo o risco, que agora é maior do que antes, enquanto Mandetta sai ainda com o saldo positivo das ações da prevenção. É provável que se tivermos menos casos de coronavírus ele invoque os seus acertos nas medidas adotadas até então, enquanto do contrário ele pode dizer que se estivesse lá as coisas teriam sido diferentes. Dos três, Bolsonaro, Mandetta e Tech, quem está na mira agora é o terceiro. Óbvio que todas as suas atitudes serão consideradas obediência ao presidente. Os acertos serão creditados ao presidente, os erros ao novo ministro.

Tem decisão mal explicada

 personJoão Paulo Messer
access_time15/04/2020 - 15:11

Cada dia está mais difícil de compreender a sucessão de passos das nossas autoridades em relação ao coronavírus. Quem sabe o que melhor compreendemos é a difícil missão que elas têm no exercício de suas atividades. Não queria estar na pele de nenhuma autoridade, que obrigada a decidir ante a ameaça de um inimigo à vida, lida com o desconhecido e conflita com interesses distintos de cada um. Preservar a vida como se as pessoas não morrem apenas de coronavírus?
Ficar em casa porquê se esta medida não é garantia absoluta da imunidade. Se por outro lado autorizar a ida de todos para a rua pode lhe custar o preço da irresponsabilidade, que leva à sentença de morte política de alguns. Mas quantos padecem de desgosto ou de tédio, se cumprirem rigorosamente o que lhes é imposto.
Não é fácil a missão de decidir sobre a vida dos outros, se o reconhecimento pelo sucesso das decisões não virá, sabemos disso. Mas que se houver algum erro ele será sim cobrado destas mesmas autoridades. Elas estão hoje mais ou menos expostas ao risco de errar, ou errar.

Mas mesmo assim, consciente da delicada missão destas autoridades não há como não manifestar a inquietação com algumas decisões. E a maior delas, possivelmente, está na mesa dos debates desde ontem. Está na mesa do judiciário catarinense: manter ou não a proibição do transporte coletivo.

O que leva uma autoridade a dizer que o transporte coletivo é um vetor do contagio do coronavírus. É sim, mas o que leva a autoridade a imaginar que este vetor é mais perigoso do que uma Van de 20 lugares, mas que transporta 25? Que um automóvel destinado a cinco passageiros transporta seis e mesmo que levasse apenas cinco teria estes amontoados dentro do carro?

Sim, porque estas mesmas autoridades liberaram o funcionamento do comércio, mas não oferecem transporte ao cidadão. Ou será que imaginaram que algum trabalhador ficará em casa alegando não ter transporte. Ou então que o patrão vai compreender que o empregado não tem como chegar ao trabalho?

A proibição do ônibus só se justifica se as autoridades apenas enxergam o transporte coletivo como um amontoado de pessoas num caixão de lata. Se as autoridades têm esta imagem, elas estão certas. Mas o que se pensa é que no transporte coletivo o controle é mais fácil do que o das Vans, que mais parecem lata de sardinha ou carros que mais parecem minivans.

E o pico da doença? Ele vem sendo adiado porque? Ou será que não temos memória? Primeiro era fim de março, depois começo de abril...
Furaram duas previsões e isso basta para que comecemos a derramar suspeitas sobre a real gravidade da doença.
A segurança sobre as previsões das nossas autoridades parece cair por terra. Me desculpem, mas não temos a capacidade de imaginar que tudo isso seja resultado da nossa obediência às ordens cumpridas até então.
Meu desejo é que esta interpretação não seja um desestímulo ao cumprimento de todas as normas, apenas seja o apelo para que as autoridades não deixem de refletir muito sobre as consequências das medidas adotadas.

Vamos continuar cumprindo as determinações da prevenção, sim. Temos que cumprir estas determinações sim. Temos o direito de questionar as determinações, mas jamais teremos os direitos de descumprir determinações passadas ao coletivo sob o risco de sermos nós os vetores de uma doença mais grave à sociedade civil organizada: a doença da desobediência.

Mantemo-nos vigilantes e obedientes às normas, mas por favor autoridades, não deixem de revisar alguns prognósticos e algumas normas. Têm coisa errada aí.
Tem gente inocente pagando essa conta.
Tem gente saudável que está adoecendo e não é de coronavírus.

Prefeito "acaba" com os feriados em Criciúma

 personJoão Paulo Messer
access_time14/04/2020 - 11:11

O prefeito Clésio Salvaro já assinou e publicou o decreto que “acaba” com os feriados de Tiradentes (21 de abril), Dia do Trabalho (1º de maio), Independência do Brasil (7 de setembro) e dia Servidor Público (28 de outubro). Assim, na próxima terça-feira, todos os órgãos da administração municipal terão atendimento normal. Serão considerados dias compensados pelos dias não trabalhados. Significa dizer que aqueles que trabalharam entre os dias 30 de março e 5 de abril terão respeitados estes dias e não trabalharão. Os feriados pagam os dias não trabalhados. Há uma série de exclusões, que podem ser conferidas no Diário Oficial do município do dia 9 de abril. Estas medidas estão previstas no decreto 442/20, de 7 de abril de 2020.
Ontem o prefeito admitiu que sugere que setores do comércio e até a indústria façam o mesmo, na medida do possível. Acho pouco provável.

Os bastidores da "possível" volta do transporte coletivo em Criciúma

 personJoão Paulo Messer
access_time11/04/2020 - 23:22

Se não for na primeira hora da segunda-feira pode ser ao longo dia ou até em caráter extraordinário ainda neste domingo: Criciúma pode decisão judicial permitindo a retomada do transporte coletivo urbano. É o que indicam informações apuradas ao longo deste sábado. Inicialmente se imaginou que o prefeito Clésio Salvaro tomaria a iniciativa, mas as circunstâncis sugerem que o melhor ca minho é seguir o que foi feito em Joinville, onde as empresas obtiveram liminar na Justuiça que lhes garante circular normalmente a partir desta segunda-feira. A cópia é tão fiel que as empresas de Criciúma irão contratar o mesmo escritório advocatício que obteve a liminar na cidade de Joinville. O despacho considera que a atribuição do transporte público municipal é autonomia do prefeito e Clésio Salvaro não reeditou o decreto municipal que mantinha esta proibição. Aliás, Salvaro até reabriu a prefeitura.

Se eu fosse o governador...

 personJoão Paulo Messer
access_time09/04/2020 - 23:58

De médico, louco, técnico de futebol e agora cientista ou chefe de Executivo, todos temos um pouco. Nunca antes na história fomos tão aquilo que não somos e decidimos sobre o que não nos cabe. As redes sociais nos transformam em analistas com meia dúzia de passos. Se os tempos forem de Coronavírus, tornamo-nos cientistas rapidinho. Até então este papel de donos da verdade ou semidonos na pior das hipóteses, era coisa de jornalista e/ou somiliares. Pois agora atrevemo-nos a discorrer sobre o que deve e o que não deve. Me permito invocar estudos, experiência de cenas parecidas e um pouco de lógica para dizer que se estivesse eu no lugar do governador Carlos Moisés, repassaria aos prefeitos a responsabilidade de decidir sobre o transporte coletivo urbano. Afinal, a realidade das cidades é tão distinta que não cabe verticalizar a decisão. Óbvio esta não é a leitura que tenho para o transporte intermunicipal e interestadual, nem tão pouco à atividade comercial. Estes devem ficar sob a batuta do governador, mas o transporte coletivo é realidade muito específica.
Não bastasse estes argumentos entra o ingrediente político. Os prefeitos, como Clésio Salvaro em Criciúma, tem afirmado que podem até divergir do decreto estadual e invocar recente decisão do ministro Alexandre de Moraes, que reconhece autonomia para os chefes de diferentes poderes, liberado o ônibus urbano a partir de segunda-feira. Politicamente o governador se livra de um problema que pode dividir com os prefeitos. Se vai fazê-lo, não se sabe.

Mek vai para o PSDB em Siderópolis

 personJoão Paulo Messer
access_time02/04/2020 - 19:39

Ex-vereador pelo MDB, entre os anos 1996 e 2000, o professor Méricles Rossa confirmou nesta quinta-feira assinatura de filiação ao PSDB e deve ser candidato a vereador em Siderópolis, Assim como ele outros três nomes considerados de linha de frente migraram para o partido tucano: são eles os vereadores Franqui Salvaro, Lilo Remor e William Bonassa. Os dois primeiros saíram do PSB e William saiu do PSD mas há tempo ele vem alinhado com os peessedistas e agora peessedebistas.
Mek como é mais conehcido Méricles Rossa foi diretor da Escola Estadual José do Patrocínio por nove anos e diretor da Escola Estadual Silvio Ferraro por um ano. Além disso ocupou o cargo de diretor regional de esportes por quatro anos.

Maciel vai para o PDT em Forquilhinha

 personJoão Paulo Messer
access_time02/04/2020 - 19:37

Num destes atos políticos abreviados e com cuidados que seguem as normas do combate ao coronavírus o vereador Maciel Dassoler oficializou o seu ingresso no PDT de Forquilhinha, na noite desta quinta-feira. O ato dirigido pelo deputado estadual e morador do município, ROdrigo Minotto, contu ainda com a presença do ex-prefeito local Vanderlei Riecken e pelo menos três lideranças que saem do MDB e entram na lista de pré-candidatos a vereador pelo partido. Maciel disputará internamente com o atual vereador Valcir Antônio Matias, o Chile, a indicação à majoritária.

Maciel está presidente da Câmara de Vereadores desde 2017 e num articulação política bem costurada emenda quatro anos na função o que dá boa credencial para articular pela construção de eleição na majoritária.

Forquilhinha tem duas velhas linhas políticas hoje representadas pelo atual prefeito Dimas Kammer (PP), que deve ser candidato a reeleição e José Cláudio Gonçalves, Neguinho (PSD). Dimas precisa costurar primeiro a unidade no seu partido que sofre desgastes por estar a 20 anos no governo. Além disso tem no páreo o ex-prefeito Lei Alexandre, que mesmo afirmando não ser candidato, ouve o apelo de aliados para entrar na disputa. De outro lado Neguinho acumula três disputas seguidas ao mesmo cargo e com derrota. Se for à disputa será pela quarta vez seguida.

PSDB leva dois vereadores do MDB

 personJoão Paulo Messer
access_time02/04/2020 - 19:34

Com a janela de troca de partido se fechando sábado e os vereadores “saltando” a sigla que tem uma das melhores articulações, não só em Morro da Fumaça, é o PSDB. A sigla tucana fumacense pela primeira vez ganhou força de atenção de fato, isso agora com a articulação da deputada federal Giovânia de Sá. Nesta quinta-feira se fecharam dois reforços de peso: “vereadores”. Tiago Minatto e José Carlos Bortolin, Calita, assinam ficha na noite desta quinta-feira.
São dois vereadores emedebistas que deixam a sigla, mas era para ter sido três. O PSDB assediou ainda o vereador Raimundo Mundi Marques, que também tinha convite do PSD. Ele optou em permanecer no MDB. Anunciou isso quarta-feira. Assim a bancada emedebista que entrou nesta legislatura com quatro fica com dois: Raimundo Marques e Edivaldo Marcoli (isso dos eleitos).
A reunião de filiação de Minatto e Calita acontece nesta quinta-feira, sem maior barulho em virtude do coronavírus.
Entre filiações do PSDB em Morro da Fuymaça estão nomes como Serginho Da Soller, Jaimir Patrício e Pedrinho Patrício, este último que testou o poder de urnas na eleição da Cermoful.

Gelinho assina no PSL

 personJoão Paulo Messer
access_time02/04/2020 - 17:00

Dificlmente alguém o conhece pelo nome, mas mesmo que a pessoa não seja do futebol já deve ter ouvido falar de um dos atletas mais conhecidos nos campos da várzea. Trata-se de Wildnei Cardoso mais conhecido "Gelinho". Morador do bairro Morr Estevo, sobrinho da liderança política Luiz Dal Toé, ele é um dos nomes na lista dos "calouros" no partido do governador Carlos Moisés, em Criciúma, o PSL. Gelinho assinou ficha nesta quinta-feira. A sigla tem por norma não inscreve nomes já carimbados na política, por isso Gelinho é do perfil que as lideranças locais anunciam como pré-candidato a vereador. Ricardo Beloli, um dos "escaladores" deste time diz que o partido calcula em pelo menos três o número de vagas a serem conquistadas pelo partido em Criciúma.