Gás mais caro
Impacto gera inquietação na indústria c atarinense
O setor industrial mostra apreensão com a previsão de que a tarifa do gás para o setor deve ter alta de 25% em janeiro. É o que indica a projeção da SCGás. Esta estimativa foi apresentada pela diretoria da distribuidora em reunião da Câmara de Assuntos de Energia da FIESC, recentemente.
O presidente da Câmara de Assuntos de Energia da FIESC, empresário criciumense Otmar Müller, lembra que o país passa por um momento de incertezas e faltam três meses para o final de 2020. Ele revela que existe um fator matemático que é a escala de migração do contrato anterior para o novo contrato, que prevê aumentos definidos ao longo de um ano. Acentua que há duas variáveis importantes que são o câmbio e o preço do petróleo que influenciam na composição da tarifa. Então, o que se fala aqui hoje não pode ser tomado como garantia de tarifa que vai ocorrer em janeiro. Müller disse que neste momento as empresas estão fazendo o planejamento orçamentário para 2021 e para parte delas a fatura do gás é a principal conta, por isso, é importante conhecer a projeção de alta no custo do insumo.
Reportagem: Redação Eldorado
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