Falta de mão de obra impede abrir leitos de UTI
Criciúma tem 10 novos leitos autorizados, mas não há profissionais para operar
Sem leitos hospitalares de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) disponíveis na rede pública, Criciúma segue enfrentando o avanço dos casos de COVID-19. Nas últimas horas, novamente, foram mais de uma centena de pessoas detectadas com o vírus. A situação mais delicada é a falta de profissionais qualificados para operar em UTI. Só por isso não foram abertos ainda os dez novos leitos no Hospital São José.
Criciúma já tem mais de seis mil pessoas testadas. Foram cinco testagens por amostragem, feitas seguindo uma metodologia desenvolvida pela Universidade Federal de Pelotas no Rio Grande do Sul e a UNESC.
Nestas ações, foi recomendado aos supermercados que fiscalizem os clientes, permitindo que apenas uma pessoa por família entre para fazer as compras. Medidas agregadas ao Decreto Municipal 815, que estabelece normas como a obrigatoriedade do uso de máscara e multa para descumprimento de normas, deve ser cobrada de forma mais incisiva.
Retaguarda
Os 28 leitos de UTIs do sistema público em Criciúma estão ocupados, mas na rede privada ainda existem leitos disponíveis. No corpo de enfermagem, cerca de 15% dos funcionários que atuam nas UTIs estão afastados por questões de saúde.
OUÇA a entrevista com Secetário de Saúde de Criciúma, Acélio Casagrande:
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