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Athlético-PR venceu o Internacional por 3x1 no placar agregado; 1x0 na partida de ida e 2x1 na volta

comment Esporte access_time19/09/2019 - 09:08

Reportagem: Esporte/Rádio Eldorado - Foto: BP Filmes

A noite foi decisiva para o futebol brasileiro, com a Copa do Brasil em sua 31° edição, com uma decisão inter-estadual: gaúchos contra paranaenses. A festa era digna de uma final, com direito a um espetáculo antes da partida com luzes do Beira-Rio apagadas e torcedores iluminando o estádio com celulares. Neste momento, o locutor do estádio anunciava, sob comemorações da torcida, o nome dos gladiadores que entrariam em campo pelas duas equipes.

De um lado, a potência gaúcha com seus títulos nacionais e internacionais, em busca de seu bicampeonato da Copa do Brasil. O último título do Internacional na competição foi em 1992. De outro lado, a potência paranaense, com um título internacional conquistado recentemente (Copa Sul-Americana) e de nome novo, tornando-se Athlético-PR, em busca do título inédito da competição.

A noite foi de decisão, com o Beira-Rio lotado para a segunda partida, decisiva para a competição. No primeiro confronto, a decisão começou na grama sintética da Arena da Baixada, em Curitiba, com vitória do Furacão por 1x0. De um lado, um Furacão com força total, trazendo a vantagem da vitória em casa na primeira partida. As principais peças em campo eram os atacantes Marco Ruben e Rony, além do meio-campista Nikão e o goleiro Santos.

Do outro lado, um Colorado sentindo a ausência de um de seus principais nomes e ídolos da história: D´Alessandro, que sentiu dores nos treinos de domingo (15). Apesar disso, o Inter entrou com força total com os atacantes Paolo Guerrero, Nico López, Rafael Sóbis e Wellington Silva, além do volante Rodrigo Lindoso e do goleiro Marcelo Lomba.

As duas equipes entraram em campo com sede de título. O Inter pensando em, no mínimo, devolver o placar sofrido na primeira partida. Já o time paranaense poderia até administrar um empate sem gols que levantava a taça.

Todas as atenções do futebol brasileiro se voltavam para o gigante do Beira-Rio, de olho em quem iria erguer a taça da Copa do Brasil, já erguida por surpresas como Criciúma, Juventude, Paulista, Santo André até por equipes tradicionais como Corinthans, Flamengo, Cruzeiro e Palmeiras.

Equipes em campo, estádio barulhento, torcedores do Athlético e do Internacional fazendo a festa no estádio, árbitro a postos: começa o pontapé inicial da partida decisiva da Copa do Brasil.

O jogo

O jogo começa pegado e pressionado por parte do Colorado, com o volante Wellington se chocando com Guerrero. Em seguida, o Internacional mostrou que se sentia em casa no primeiro lance de perigo. Wellington Silva cruzou e Guerrero cabeceou para Nico López meter uma bomba, mas o goleiro Santos defende. A pressão foi Colorada com o Furacão tocando a bola, mas sem pressionar o time da casa.

Ao que tudo indicava, seria questão de tempo até o Inter devolver o placar do jogo anterior, fazer o segundo e faturar o título. Porém, na jogada de Rony, Marco Ruben e finalização do volante Léo Cittadini, cara-a-cara com o goleiro, o Colorado sofre o primeiro, que abre o marcado da partida.

Com o primeiro gol, o Inter, que até então dominava a partida, cresceu mais ainda em campo. A partir daí, o time gaúcho precisava de um gol para empatar a partida e mais um para empatar no placar agregado.

O gol de empate do Inter foi um aperto daqueles, tensão para todo torcedor colorado, ao ver a bola circulando na área e a demora para a definição. Bola vai na cabeça de um, chute de outro, vai, volta, bola na trave… em meio a toda aquela confusão, sobrou para Nico López marcar e, enfim, empatar.

No segundo tempo, o ídolo colorado Rafael Sóbis, jogador e torcedor do Inter, entrou em campo no lugar de Patrick. O time estava mais ofensivo.

Se para o Inter ainda restava um gol para o empate agregado, para o Athlético bastava apenas administrar o placar e sagrar-se campeão. Foi o que o Furacão fez o jogo todo, até que no final, um golaço digno de uma final enaltece ainda mais a competição e a partida em si.

Marcelo Cirino arrancou pela esquerda, segurou a bola na marcação colorada, meteu uma caneta no marcador e cortou outro. Lucho González estava na área, bem posicionado pedindo a bola. Cirino cruzou, mas foi Rony quem aproveitou, entrou na área e marcou o segundo do Furacão, com direito a piruetas em sua comemoração.

Apita o árbitro após o gol nos acréscimos. O Furacão conquista seu primeiro título na competição, garantindo novamente vaga a Copa Libertadores do ano seguinte e uma premiação para lá de almejada entre os clubes brasileiros: R$ 53 milhões.

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