Eleições 2018: A última de hoje ainda não é a última
Texto de abertura do programa João Paulo Messer resumo "o cenário de indecisões com os pontos que começam a clarear"
Como em 2014, na última hora o PP pode oferecer o candidato a vice de Paulo Bauer (PSDB).
E pode não ser Esperidião Amin.
Este argumento nasceu ontem, depois que Ana Amélia Lemos (PP) aceitou ser vice de Geraldo Alkmin (PSDB), na eleição presidencial.
E tem mais: Esta pode ser a alternativa encontrada por Esperidião Amin, que depois de ver que sua investida na convenção do último sábado causou alum desajuste e desgostou muitos dos seus companheiros que podem deix-lo na mão nestas eleições.
Havemos de nós lembrar que Amin foi o único a dizer que poderia ser vice de Paulo Bauer. Isso faz agum tempo.
E isso que estou dizendo agora nao é uma especulação, mas é uma das muitas possibilidades que estão sendo analisadas.
É difícil – eu diria quase impossível – dizer aqui qual vai ser o desfecho deste embroglio todo.
Restam três dias para os partidos acharem a saída: hoje, amanhã e domingo.
Não é impossível, embora pela lógica seja pouco provável, que PSDB, PP, DEM e PSD estejam juntos numa única chapa.
Existe uma teoria forte, que sugere Gelson Merísio como vice de Napoleão Bernardes.
Para o Sendo iriam: Paulo Bauer e Raimundo Colombo.
Na outra chapa estariam Esperidião Amin e João Paulo Kleinubing. Kleinubing pode ir de vice ou para o senado. Ai tm que preecher estas duas chapas com ooutros dois nomes.
Se isso acontecer seriam dois palanques para Geraldo Alkmin e Ana Amélia Lemos.
Se isso aconteer tems a garantia de uma eleição de dois turnos.
Ai, no segundo turno estes dois grupos estariam juntos para derrotar o MDB.
Essa insistência de Gelson Merísio pedindo ao PSDB a substituição do candidato Paulo Bauer por Napoleão Bernardes, vem da orientação dos seus marqueteiros.
A tese é que a dobradinha Napoleão e Merísio pode levar a marca do “novo”.
Numa disputa entre PP de Amin e MDB de Mariani - dois partidos tradicionais, Napoleão e Merísi teriam o discurso reforçado como sendo novo.
Hoje em Santa Catarina é logicamente e praticamente impossível imaginar uma eleição de primeiro turno em Santa Catarina.
Se tiver quatro candidaturas: MDB, PP, PSDB e PT é impossível.
Deve-se considerar que existem percentuais de votos cristalizados para PP (pessoalizados em Amin), no MDB e no PT.
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