Bióloga comenta os riscos que os caramujos africanos podem representar para a população
Tema foi abordado durante o programa Tudo a Ver com Karol Carvalho
Um animal sem predador natural, que libera de 200 a 500 ovos de uma só vez e transmite doenças. Esse é o caramujo africano, presente em jardins e terrenos, e que impõe um grande desafio para ser eliminado. Por isso, as pessoas precisam ficar atentas aos cuidados a serem tomados para evitar que eles apareçam em suas casas ou, se surgirem, fazer os procedimentos corretos para eliminá-los. Recentemente em Morro da Fumaça estes animais surgiram em algumas casas.
Durante o programa Tudo a Ver, apresentado pela jornalista Karol Carvalho, a coordenadora adjunta do curso de ciências biológicas da Unesc e bióloga, Mainara Cascaes, explicou que esse caramujo se tornou um animal extremamente urbano.
De acordo com a bióloga, o caramujo africano pode carregar consigo dois tipos de vermes que são parasitar para os seres humanos. Por isso, o ieal é não tocar no animal com as mãos descobertas, fazendo a utilização de uma luva ou sacola plástica. Além disso, é importante comunicar a vigilância epidemiológica ou sanitária da cidade.
OUÇA a entrevista no podcast abaixo:
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