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FUNGETUR, AMARGA ILUSÃO

Texto de Willi Backes

comment Jornalismo access_time30/03/2021 - 08:33

Com muito barulho em dezembro último, o Governo do Estado de Santa Catarina anunciou o auspicioso plano denominado “FUNGETUR Giro Empresarial”, em valor superior à R$ 100 milhões de reais. Segundo o plano, a linha de crédito seria específica para micro e pequenas empresas do setor turístico que necessitassem de capital de giro, em tempos de pandemia viral. Valores de 15.000,00 a 250.000,00, para empresas regularizadas perante o “cadastur”, administrados pelo BADESC com apoio na operação da SANTUR.

CANTO DESAFINADO DO ARAUTO.
Os setores relacionados ao turismo – eventos sociais, feiras, exposições, congressos, restaurantes, hospedagens, bares, clubes – são de longe os mais afetados, há mais de UM ANO, com as restrições impostas pelo poderes públicos, com criminosa ações que resultam em faturamento e lucros cessantes.

O cadastro exigido e a correspondente documentação, é um livro de obrigações adimplentes. E claro, comprovação do faturamento da empresa em 2018/2019/2020. Evidentemente que a busca do socorro financeiro está relacionado à queda das receitas ocorridas em 2.020. A análise desconsidera o faturamento dos anos anteriores à pandemia, que se repetida, evidentemente não induziria procura de capital de giro.

O Governo do Estado – dono do dinheiro – arrecadado das atividades e trabalho da sociedade, na mais pura realidade, não socorre quem necessita, mas, empresta com juros pra quem ainda está faturando algo mesmo com a pandemia, e assim, esse consegue sobreviver pagando ao Estado, carga tributária e trabalhista sem precedentes.

Reportagem: Redação Eldorado

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