População armada e o ataque que Criciúma sofreu
O assunto foi abordado no Programa João Paulo Messer desta quarta-feira (02)
Os problemas em caso da população ter reagido, o armamento usado no ataque e a população armada. O assunto foi abordado no programa João Paulo Messer na manhã desta quarta-feira (02), com os proprietários de um clube de tiro em Criciúma, Lourenço Benedet e César Giassi.
“Não reagimos porque eles estavam em grande número de pessoas, todos próximos. Não tinha como reagir sozinho”, destacou o proprietário Lourenço.
“Além disso, nós não temos um respaldo jurídico que nos assegure de atirar”, acrescentou César. “As pessoas não podem confundir o porte de arma com a obrigação de ter ama”, finalizou.
OUÇA a entrevista:
Mais notícias de Jornalismo
Cocal do Sul amplia mutirão de castração durante segunda etapa
Programa Pet Levado a Sério atendeu 45 animais nesta semana
CDL de Criciúma assume presidência do Forcri
Tiago Colonetti Marangoni estará a frente da coordenação durante o biênio 2026/2027
Estudo reforça ações da Defesa Civil e do planejamento urbano de Urussanga
Trabalho foi elaborado pelo engeheiro ambiental Stefano Ballardin
Urussanga recebe reforma em Centro de Convivência do bairro Estação
Projeto contempla melhorias estruturais e de acessibilidade no espaço
Circo Dinâmico Internacional chega ao Nações Shopping com atrações inéditas e gorila gigante de 11 metros
Espetáculos começam nesta semana e trazem artistas de diferentes países, acrobacias e uma das maiores estruturas circenses em circulação no Brasil.














