Notícias em destaque

Servidores garantem ganho real

commentJornalismo access_time06/05/2026 09:00

Assembleia dos servidores de Criciúma aprova negociação salarial

Caravaggio se reapresenta após vitória na estreia da Série B

commentEsporte access_time27/04/2026 17:05

Azulão trabalhou na tarde desta segunda-feira

Tigre intensifica preparação e mira vaga na Copa do Brasil 2027

commentCriciúma EC access_time18/02/2026 10:50

Equipe de Eduardo Baptista realiza treino técnico e tático no CT e trata Taça Acesc como prioridade após ausência inédita no torneio nacional

Coluna de Terça-feira

access_time26/09/2017 - 17:00


Recepção do governador
O vice-governador Eduardo Moreira foi recebido com banda de música ao chegar à Criciúma, ontem à noite, para encerrar agenda que cumpriu pelo Sul do Estado. Passou o dia assinando ordens de serviço, anunciando novos recursos e até a solução que recoloca em funcionamento o helicóptero do SAER, parado há uma semana e meia. O ambiente ocorreu em sintonia com a ideia da importância da região manter um representante no governo. Descartou qualquer relação da sua agenda com o movimento encampado pelo prefeito de Içara, Murialdo Gastaldon, de o Sul reivindicar a candidatura dele ao Governo do Estado em 2018. Moreira preferiu falar em desejo de concorrer ao Senado. Repetiu a fala antecipada semana passada à colega Karina Manarin, quando veio para um evento na Rádio Eldorado.


É o assunto
A entrevista coletiva com Eduardo Moreira girou em torno da necessidade do Sul reconhecer o papel que um governador ou vice-governador pode representar. Mesmo assim ele reiterou que o seu candidato ao Governo do Estado é o deputado federal Mauro Mariani.


Bônus
Além da entrega de R$ 1,6 milhão em recursos para Escolas Estaduais da região, foi anunciado reforço de R$ 2 milhões. Este último dinheiro será liberado em breve.


Invasão içarense
Apesar do principal ato do vice-governador Eduardo Moreira ter sido em Criciúma, ontem à noite, a força política mais representativa era de Içara. Isso porque foi entregue à Setep a ordem de serviço para repavimentação da SC-445, rodovia toda ela no perímetro de Içara.


Vazamento
A ARESC, que é a agência reguladora do serviço de água e esgoto em Criciúma, lança hoje um aplicativo pelo qual o cidadão vai comunicar vazamentos de água e acompanhar a restauração do problema. O ato de lançamento ocorre na capital às 14h. O vereador Júlio Kaminski, presidente de uma comissão especial da Câmara de Criciúma, que discute a questão da tarifa e da qualidade do serviço da Casan vai participar do ato.


Segue estudando
A empresa inglesa Deloid segue o trabalho que apura o custo da água e esgoto cobrado em Santa Catarina. O resultado já deveria ter sido entregue. Criciúma é uma as cidades catarinenses que aguarda o resultado. Só então vai discutir a possibilidade de criar outro modelo de fiscalização com uma agência reguladora própria ou sugerir a renovação do contrato com a agência atual.


Espetáculo
O discurso do ator da rede Globo, Luiz Carlos Vasconcelos (Palhaço Xuxu), feito durante o Festival Nacional de Teatro Revirado, ainda reverbera nas redes sociais. São quase 2,5 mil visualizações, onde ele chama atenção para o Festival e pede reflexão. "O evento é uma escola periódica, onde artistas se reúnem, publico é formado e a sensibilidade é refinada".


Julgamento
O Tribunal Regional Eleitoral julga hoje, por infidelidade partidária, o segundo suplente de deputado Nilson Gonçalves (30.702 votos). Elegeu-se pelo PSDB, mas desfilhou-se. Atualmente está na Assembleia na vaga do deputado eleito Vicente Caropreso, que está na Secretaria de Saúde.


Hospital pronto para abrir
A crise financeira na Saúde retarda a abertura do Hospital São Marcos de Nova Veneza. Os documentos exigidos pela Secretaria de Estado da Saúde junto ao município foram entregues ainda no mês de agosto. A alegação da é que todos os técnicos estão envolvidos na análise dos documentos das comunidades terapêuticas. Por isso a avaliação de documentos do hospital de Nova Veneza será feita “possivelmente” em outubro. Enquanto isso o hospital segue atendendo apenas o Pronto Socorro. Quando liberar o Hospital São Marcos, o Estado terá que repassar cerca de R$ 210 mil mês mais a chamada produção, o que significa algo em torno de R$ 100 mil. Hoje o hospital recebe apenas R$ 110 mil pagos todos os meses pela prefeitura para o Pronto Socorro e os seus 50 leitos seguem desocupados.

POLÊMICA
O vereador Daniel Freitas, de Criciúma, é autor de um projeto que já está dando o que falar. O projeto de lei 130/2014 institui na rede municipal de Criciúma a Escola sem partido. Restringe o debate de questões como ideologia de gênero. Nas redes sociais já existe reação. A matéria ainda está sob análise interna na Câmara.

HOMENAGEM
ACâmara de Vereadores de Criciúma faz hoje à noite mais uma justa homenagem. Moção de aplauso a Laerte Mattos, que após mais de três décadas atuando na Justiça Eleitoral de Criciúma, como chefe de cartório, aposentou-se. A proposta é do vereador Ademir Honorato.

MUDANÇA
Gelson Fernandes anunciou ontem que está fora do PDT, sigla que presidiu por um longo período. Foi para o PDT em 2005, quando era vice-prefeito após eleger-se pelo PMDB junto com Anderlei Antonelli. É grande a probabilidade de ir para o PSB a convite do empresário Henrique Salvaro.

LULA AQUI
O deputado estadual Dirceu Dresch confirmou ontem que o ex-presidente Lula virá à Santa Catarina antes do final do ano. A informação foi recolhida no na reunião da Executiva nacional, que ocorreu em São Paulo no fim de semana.

VEREADORES
A Câmara de Vereadores de Içara suspendeu a sessão ordinária de ontem para prestigiar a agenda do vice-governador Eduardo Moreira em Criciúma. Já na Câmara de Vereadores de Criciúma a pauta carregada foi mantida.

DESAGRADOU
A agenda do vice-governador Eduardo Moreira não agradou os içarenses. O porta-voz da insatisfação foi o prefeito Murialdo Gastaldon, que lamentou o fato do ato de revitalização da SC-445 (rodovia de Içara) ter sido feito em ato em Criciúma.

FRASE DO DIA
“Eu acho este movimento dos peemedebistas do sul legítimo, mas não podemos criar um movimento de divisão. Meu candidato a governador é o Mauro Mariani, mas acho que temos que ter calma.”
Eduardo Moreira, vice-governador do Estado respondendo a questionamentos sobre o movimento peemedebista do sul por sua candidatura a governador.


O socialismo em questão

 personJoão Paulo Messer
access_time05/01/2026 - 07:11

Era sabido. Iria acontecer mais cedo ou mais tarde. A invasão americana com captura do presidente venezuelano Nicolas Maduro aconteceu na madrugada de sábado.
Pronto: tem assunto para o debate político já na largada do novo ano.
Afinal, é invasão para salvar a população venezuelana de um ditador sanguinário ou é apropriação de um território rico em petróleo por uma das maiores potencias econômicas do mundo, aproveitando-se de um momento de fragilidade desta nação?
Tem versões e interpretações prá todos os gostos e correntes de pensamento.
Muito provavelmente nenhuma nem outra estará totalmente certa. Em todas há poréns. Detalhes que fogem à nossa capacidade de acompanhar um fato internacional desta magnitude.

É óbvio que o brasileiro deve estar se perguntando intimamente: “e eu tenho o que a ver com isso?” Até onde vou ser afetado?

O fato é que nós já vínhamos sendo afetados com a situação da Venezuela. Alguns até beneficiados, contratando mão de obra mais barata, por exemplo.

Outra pergunta que muitos devem estar se fazendo, especialmente, se estão mais interessados nestes joguetes geopolíticos é se estamos diante de uma terceira guerra mundial.
Sinceramente acho que não. Acho. Nada mais do que achismo. Achismo que vem do que li e ouvi nestas últimas horas de especialistas no assunto. Nem eles têm unanimidade na opinião. A cada um que fala ou escreve abre mais e mais espaços à interpretações.

Mas para resumir o que eu penso, é:
Primeiro que o foco do noticiário vai sair um pouco aqui do Brasil e das nossas mazelas. E sai desse debate polarizado aqui sem deixar de ser polarizado. É que nós estamos sintonizados com o mundo que está polarizado. A única coisa é que os nossos personagens aqui são outros.

Em segundo lugar, é que tem muita gente que vai se aproveitar deste momento. Procura sair do foco e redefinir algumas linhas, empurrando para baixo do tapete e para fora da primeira página questões que terminaram 2025 infestando a esperança brasileira.

Quer saber o que pensa o povo venezuelano? É fácil. Pergunta para os milhares que estão por aqui, assim como estão pelo mundo. Eles fugiram por não suportar mais a situação criada pelos desmandos do seu governo. E olha que por aqui tem brasileiro acreditando ser este o melhor de todos os sistemas de governo.
O socialismo é uma belíssima tese, o problema é quando ele é uma farsa.

Programa João Paulo Messer vai ao Balneário Rincão em uma sexta-feira de sol, informação e respiro

 personJoão Paulo Messer
access_time30/12/2025 - 08:00

Nesta sexta-feira, o Programa João Paulo Messer sai do estúdio e se instala no Balneário Rincão, tendo o mar como cenário e a brisa como companhia. A escolha do local não é apenas estética: ela traduz o espírito de um programa que sabe ouvir, observar e interpretar o tempo em que vive.

À beira da praia, com sol e clima típico de sexta-feira, o jornalismo ganha outro ritmo, mais atento às pessoas e às histórias que surgem fora do roteiro rígido. Entre entrevistas e diálogos francos, o programa mantém a essência informativa, mas se permite respirar.

É um convite ao público para acompanhar um conteúdo que relaxa sem perder profundidade. Porque há dias em que a notícia pede calma, escuta e horizonte aberto.

Programa João Paulo Messer vai ao Balneário Rincão em uma sexta-feira de sol, informação e respiro

 personJoão Paulo Messer
access_time30/12/2025 - 08:00

Nesta sexta-feira, 30, hoje, o Programa João Paulo Messer sai do estúdio e se instala no Balneário Rincão, tendo o mar como cenário e a brisa como companhia. A escolha do local vai além da estética: traduz o espírito de um programa que sabe ouvir, observar e interpretar o tempo em que vive.

À beira da praia, com sol e clima típico de sexta-feira, o jornalismo assume outro ritmo, mais próximo das pessoas e das histórias que surgem fora do roteiro rígido. Entre entrevistas e diálogos francos, a essência informativa permanece, mas ganha espaço para respirar.

É um convite ao público para acompanhar um conteúdo que desacelera sem perder profundidade. Porque há dias em que a notícia pede calma, escuta e horizonte aberto.

A Campanha Começou nas Narrativas, Não nos Projetos

 personJoão Paulo Messer
access_time30/12/2025 - 06:30

Imagine como será a eleição de 2026. Eu diria que ontem tivemos uma prévia do cenário que deve preencher o noticiário político, as redes sociais e, por extensão, as nossas vidas ao longo deste ano, pelo menos até outubro, ou um pouco mais, caso haja segundo turno.

A visita do ministro dos Transportes, mais do que anunciar uma esperada obra, a solução para o Morro dos Cavalos, e confirmar outra, o término da Serra da Rocinha, teve o tom de provocação ou de resposta às provocações políticas vindas do lado oposto.

Com mais tempo dedicado às alfinetadas do que às características técnicas das obras, ouvimos críticas direcionadas ao governo do Estado. A resposta foi imediata. O governador Jorginho Mello também esteve em agenda no Sul.

Enquanto as assessorias do ministro ainda nem haviam editado os trechos mais lacradores, o governador já tinha respostas na ponta da língua. Afinal, ele conhece bem o jogo político. E mais, sabe o que encanta a plateia, as lacrações.

Falas lamentáveis que escancaram a pobreza do que tende a ser a campanha eleitoral de 2026. Em tempos de Covid discutíamos a eficácia das vacinas. Em tempos de eleição, passamos a procurar imunização contra um jogo político rasteiro, feito de narrativas e provocações.

O que menos desejamos é sermos contaminados pelo vírus do ódio, que respinga de todos os lados. E, para essa imunização, não existe programa de governo. Muitos dos que jogam esse jogo sabem que, quanto maior o contágio, maiores são as chances eleitorais. Mais do que ouvir projetos, veremos pessoas elegendo quem apresenta a melhor narrativa e não necessariamente as melhores soluções.

Editorial: A derrota do apodrecido dedo da indicação

 personJoão Paulo Messer
access_time30/12/2025 - 06:30

Sobre Brasília sabemos muito pouco, quase nada. Mesmo quem está nos bastidores do centro do poder tem dificuldades para entender muita coisa. Aqui, sabemos quase nada sobre Brasília.

Sabemos que por lá circula o dinheiro do nosso suor. Sabemos que de lá emana todo o poder, e não como diz a Constituição, do seu povo brasileiro.

Sobre Brasília conhecemos o que vemos nos noticiários. Sobre Brasília temos os piores conceitos possíveis. Sobre Brasília nos arriscamos, a todo momento, a opinar.

Lá depositamos muitas das nossas frustrações, porque é na capital federal do país que reside a nossa maior resignação. A resignação do brasileiro, que hoje é um povo infeliz, que transforma sua frustração diária, combinada ao dia de amanhã, numa espécie de esperança de que os tempos vão mudar.

Hoje acompanhamos, de Brasília, mais uma dessas informações que nos levam às mais diversas conclusões. O Senado Federal, depois de mais de um século, rejeitou uma indicação para composição do Supremo Tribunal Federal.

Ministros e políticos, aliados ou oponentes ao governo, lamentam que o personagem desta rejeição seja uma espécie de ministro querido por todos. Inclusive, indicados de Bolsonaro ao Supremo lamentaram o resultado.

O que nos parece, à distância, sobre Brasília, é que o Senado passou o recado, que pode ser errado, mas que é tempo de muita turbulência. Messias, o personagem, pode ter pago caro uma fatura que não lhe pertence.

Mesmo à distância de Brasília, podemos entender que o recado, certo ou errado, passado pelo Senado ontem, é de que o Supremo está apodrecido e que a ele não é momento de se anexar nada.

Pior do que isso, ficou evidente que a podridão do Supremo tem a ver diretamente com quem o vem contaminando nos últimos tempos. A não aceitação da indicação de Lula ao Supremo é o recado direto de que ele não tem mais moral para dirigir nada, nem mesmo uma indicação ao Supremo, por melhor que o personagem por ele indicado possa parecer.

Lembro daquele ditado que diz: os bons pagam pelos maus. Dos recados de Brasília, recebemos mais um: de que o poder segue na mão de quem está na contramão do resto da nação.

Lei Antifacção

 personJoão Paulo Messer
access_time19/11/2025 - 07:11

A aprovação da chamada Lei Antifacção pela Câmara dos Deputados representa, sem exagero, um daqueles raros momentos em que o Congresso Nacional parece despertar de sua letargia moral e enxergar o país real — aquele que convive diariamente com o medo, com territórios tomados pelo crime e com o avanço de organizações que se comportam como verdadeiros Estados paralelos.

É um passo firme, corajoso e necessário. Não porque resolve tudo, mas porque indica uma direção: a de que o poder público, ao menos por alguns instantes, recorda sua obrigação básica de proteger o cidadão.

É importante reconhecer que, num cenário de tanta ambiguidade política, a aprovação dessa lei surge como um lampejo de lucidez. Sim, o Brasil ainda é capaz de produzir consensos civilizatórios. Sim, nossos parlamentares, quando pressionados pelo clamor social, podem agir em defesa do interesse coletivo. E, sim, o combate às facções criminosas exige instrumentos legais proporcionais ao tamanho da ameaça que enfrentamos. Nesse sentido, a votação demonstra que, quando quer, o Congresso funciona.

Mas seria ingenuidade acreditar que tudo é virtude e desprendimento. A história recente nos ensina que raramente existe unanimidade desinteressada no parlamento. Para cada aceno de responsabilidade, há um cálculo político oculto; para cada gesto em favor do país, uma contrapartida não declarada. É o velho dilema nacional: celebramos avanços, mas sempre com uma pulga atrás da orelha.
Por isso, embora a aprovação da Lei Antifacção mereça aplausos, ela também exige vigilância. Resta saber quais serão os próximos movimentos, qual a “pegadinha” embutida nos desdobramentos legislativos e que espécie de negociação subterrânea pode vir à tona. Afinal, o jogo político brasileiro nunca é simples — e, menos ainda, inocente.

A vitória é do povo de bem? Em parte, sim. Mas só será plena se este passo não for seguido de retrocessos discretos, ajustes convenientes ou concessões que descaracterizem o mérito da medida. Em um país onde lampejos de lucidez aparecem, mas não viram regra, cabe ao cidadão acompanhar cada detalhe. O combate ao crime não pode ser pauta de ocasião; precisa ser compromisso permanente. E é exatamente isso que agora teremos de cobrar.

Governador no Sul de SC

 personJoão Paulo Messer
access_time17/11/2025 - 13:34

Além da extensa relação de autorizações para obras no Sul de SC chamou a atenção para a representatividade da região que acompanhou todos os atos. Em cada um dos palanques muita gente. Este tipo de evento realizado no fim de semana e em horários com inúmeras alternativas nem sempre tem todo o prestígio que tiveram.

Outros fatos relevantes são os de que a reitora licenciada da UNesc e atual Secretária de Estado da Educação, Luciane Ceretta, foi quem esteve o tempo todo ao lado do governador, por isso deixando evidente que sua força política a cacifa para ser a autoridade mais influente, mesmo quando o assunto não é da pasta de Educação.

Outro fato que chama a atenção sempre é que o governador trata de infraestrutura os atos são feitos com a presença do Secretário Adjunto de |Infraestrutura Ricardo Grando.

A nova fase da AMREC

 personJoão Paulo Messer
access_time11/11/2025 - 11:11

Quando assumiu a presidência, no início do ano, o prefeito de Lauro Müller, Valsir Fontanella, encontrou uma entidade esfacelada. Apenas cinco dos doze municípios faziam parte da entidade de fato. A primeira ação foi trazer os demais prefeitos de volta.

Menos de um ano depois, a sede da entidade já demonstra os novos tempos. Não apenas os municípios que haviam sido afastados pelos seus prefeitos retornaram, como também a participação passou a ser mais intensa.

Prova dessa nova fase é a ampla reforma pela qual a sede está passando e que deve ser concluída até o final do ano. As adaptações e melhorias só foram possíveis porque os municípios que antes estavam inadimplentes voltaram a pagar suas mensalidades e quitaram os atrasos.

COP30 e a serventia

 personJoão Paulo Messer
access_time07/11/2025 - 07:11

A COP30, para muitos de nós, parece algo distante — um grande evento internacional que pouco interfere na rotina de quem vive aqui no Sul de Santa Catarina. No entanto, o que acontece lá não é irrelevante.

Em meio a discursos sobre aquecimento global e metas de sustentabilidade, o que se vê é um grande palco montado para os interesses das potências mundiais.
O encontro, que acontece em Belém do Pará, reúne líderes e instituições com discursos bonitos, mas raramente coloca no centro da discussão o cidadão comum, aquele que lida com a produção rural, a mineração ou o desafio de equilibrar economia e meio ambiente no dia a dia.

De Criciúma, por exemplo, a SATC participa de forma remota, contribuindo com ideias e debates técnicos. Porém, os temas que realmente dominam as manchetes não são os de interesse local, e sim os grandes negócios que orbitam o chamado “mercado verde”.

Fala-se muito em emissões de carbono, mas pouco se fala das comunidades que dependem de atividades como o carvão ou a agricultura familiar.

Ao mergulhar nesse tema, tem-se a sensação de adentrar uma selva de contradições. O que é vendido como salvação ambiental parece, muitas vezes, um novo modelo de exploração econômica disfarçado de virtude ecológica.

Quando a mídia começar a bombardear o público com as notícias da COP30, é preciso olhar com desconfiança. Nem toda tese apresentada como solução global é isenta de interesse. Infelizmente, o meio ambiente se tornou também um negócio bilionário — e é essa a verdadeira temperatura que aquece o planeta.

Triste realidade do radicalismo

 personJoão Paulo Messer
access_time05/11/2025 - 07:11

Chegamos ao inacreditável cenário em que as mortes são politizadas. O Brasil não consegue avançar na discussão do que de fato interessa: o bem-estar do cidadão. O pais mantém-se em uma triste discussão política ideológica polarizada.
Nas manchetes desta quarta-feira encontramos razão de sobra para questionar o quanto a alienação do ser humano empobreceu, adoeceu ou mesmo caminha para a falência de uma sociedade. Ao invés da evolução a involução.
Caminhamos para trás. Regredimos como seres humanos por conta de nossas paixões.
Vivemos um tempo em que as paixões políticas se tornaram uma espécie de lente deformada pela qual enxergamos o mundo.
Em vez de buscar compreender o outro, buscamos confirmar o que já pensamos. Isso empobrece o diálogo, paralisa o raciocínio e faz com que a sociedade caminhe em círculos, incapaz de construir pontes entre ideias diferentes.
Quando aceitamos apenas aquilo que confirma nossas crenças, deixamos de aprender, de evoluir e de enxergar as nuances que a vida exige.
A política, que deveria ser o espaço do encontro e da busca por soluções coletivas, se transforma em campo de guerra emocional. A verdade, então, passa a ser escolhida, não descoberta.
Essa cegueira ideológica se infiltra em todos os aspectos da vida, até mesmo na maneira como reagimos à morte, ao sofrimento ou à tragédia.
Julgamos o luto e o valor de uma vida conforme a cor partidária de quem se vai. Isso revela o quanto deixamos de lado a humanidade em nome da disputa.
Quando a empatia cede lugar à convicção cega, perdemos não apenas o senso crítico, mas também a capacidade de sentir. O mundo não se torna mais justo quando nos tornamos intolerantes — apenas mais duro e frio.
Evoluir é duvidar, questionar, ouvir, reconsiderar.
É compreender que ninguém detém toda a razão e que até o adversário pode ter algo a ensinar. Quando deixamos de fazer isso, deixamos de crescer como indivíduos e como sociedade.
O preço da intolerância é alto: é o atraso, a divisão e a perda de tudo aquilo que nos torna humanos.

Legislativo acompanha demandas de instituição que acolhe idosos em Criciúma

 personJoão Paulo Messer
access_time31/10/2025 - 14:16

O vereador Valdeci Bittencourt (PSD), o Amaral, realizou nesta semana uma visita ao Lar da Terceira Idade Rede Viva, localizado no bairro Mineira Velha, em Criciúma. Durante o encontro com a coordenadora da instituição, Mariane Rios, o parlamentar conheceu de perto o trabalho desenvolvido e as principais demandas enfrentadas pelo local, que atualmente abriga 29 idosos, sendo 17 em convênio particular e 12 vinculados à Prefeitura Municipal.

Entre as dificuldades apresentadas, está a ausência de um veículo próprio para atender às necessidades diárias do Lar, como o transporte de alimentos, medicamentos e o deslocamento dos idosos para consultas com especialistas. “É uma demanda essencial, pois influencia diretamente no cuidado e no bem-estar dos idosos atendidos”, destacou Amaral.

O vereador também conversou sobre alternativas de captação de recursos, como a destinação de parte do imposto de renda de pessoas físicas e jurídicas, que podem contribuir para melhorias na estrutura do espaço. Entre as prioridades estão a instalação de aparelhos de ar-condicionado e de placas solares, ações que visam oferecer mais conforto aos moradores e reduzir os custos com energia elétrica.

“Instituições como o Lar Rede Viva prestam um serviço social de grande relevância em Criciúma. É importante que encontrem apoio para seguir oferecendo um atendimento humano e de qualidade aos nossos idosos”, reforçou o

Mais um sulcatarinense no Governo Jorginho

 personJoão Paulo Messer
access_time31/10/2025 - 13:34

O vereador de presença forte em Criciúma foi chamado pelo governador Jorginho Mello para assumir o cargo de Secretário-Adjunto da Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia. O ato ocorreu na manhã desta sexta-feira (31) em Florianópolis. Além do secretário da pasta Edgard Usuy esteve presente a Secretária de Estado da Educação, Luciane Ceretta.

A presença de Ceretta se dá por conta da estreita relação que ela tem com Nícola. Foi uma presença muito desejada pelo agora adjunto da pasta de Ciência e Tecnologia. No ato o titular Edgard Usuy informou que fará uma viagem ao exterior a partir de segunda-feira e o adjunto chega assumindo a pasta no período de dez dias.

Com a licença de Nícola na Câmara de Vereadores de Criciúma o Legisltivo está chamando o suplente Toninho da Figueira.

Bolsonaro na frente em SC

 personJoão Paulo Messer
access_time05/09/2025 - 16:16

A semana termina com informações da pesquisa divulgada pela CNN Brasil, realizada Instituto Real Time Big Data. Além de olhar Jorginho Mello absoluto favorito em Santa Catarina revela que a força bolsonarista é muito grande. Conclui-se isso à medida que Carlos Bolsonaro aparece na frente quando a corrida é pelo Senado.

Dos 1.200 votos catarinenses entrevistados nos dias 2 e 3 de setembro a pergunta sobre candidatos ao Senado ? lembrando que são duas vagas, logo a pesquisa ofereceu a possibilidade de indicação de dois nomes, Carlos Bolsonaro gira na casa dos 45 por cento da preferência.

A pesquisa foi feita com dois cenários sendo observada a ausência de alguns nomes importantes. Via de regra Carlos Bolsonaro aparece na frente.

No primeiro cenário Carlos Bolsonaro aparece com 45 por cento das intenções de voto. A deputada federal Carol de Toni tem 33 por cento, o senador Esperidião Amin 21 por cento, o ex-deputado federal Décio Lima com 19 por cento. Aparece ainda o nome do prefeito de Joinville, Adriano Silva com 17 por cento. O deputado federal Carlos Chiodini tem 7 por cento e o deputado Paulo Alceu tem 7 por cento. O total de votos brancos e nulos é de 7 por cento e os indefinidos são 4 por cento.

Num segundo cenário Carlos Bolsonaro é substituído pela deputada federal Júlia Zanatta e o deputado estadual Antídio Lunelli substitui Carlos Chiodini como nome do MDB na disputa. Nesse quadro Carol de Toni liderou com 36 por cento seguida de Esperidião Amin com 27 por cento, Adriano Silva com 22 por cento, Júlia Zanatta com 19 por cento, Décio Lima com 19 por cento, Paulo Alceu com 9 por cento e Antídio Lunelli com 9 por cento. Brancos e nulos são 8 por cento e os indefinidos - não sabem ou não responderam ? 5 por cento.

Cenário 1
Carlos Bolsonaro (PL): 45%; Caroline de Toni (PL): 33%; Esperidião Amin (PP): 21%; Décio Lima (PT): 19%; Adriano Silva (Novo): 17%, Carlos Chiodini (MDB): 7%, Paulo Alceu (sem partido): 7%; Nulo/branco: 7%

Cenário 2
Caroline de Toni (PL): 36%; Esperidião Amin (PP): 27%; Adriano Silva (Novo): 22%; Júlia Zanatta (PL): 19%; Décio Lima (PT): 19%; Paulo Alceu (sem partido): 9%; Antídio Lunelli (MDB): 9%.Nulo/branco: 8%

Os números do Sul preocupam

 personJoão Paulo Messer
access_time26/08/2025 - 11:11

E hoje o Estado divulga o que chamam de dados provisórios sobre o retorno do ICMS aos municípios. É uma descoberta do volume feito por cada cidade no tributo mais importante sobre a movimentação do comércio. E este dado que já pesa muito, diz muito, indica muito, ficará ainda mais importante com a reforma tributária que virá a partir dos próximos anos.

Pois tudo indica que o que se acender sobre a nossa região é uma luz amarela, piscante, um quase sinal vermelho. Os dados vazados antes de maneira preliminar e extraoficial indicam que estamos sendo superados pela Serra catarinense que era até então a mais pobre de todos. E não que aqui pobreza signifique diminuição da arrecadação. Tem crescimento sim, mas nós do Sul, pelo que tudo indica, não acompanhamos o restante do Estado. E se não acompanhamos a Serra que tem os números ruins temos que mais fazer que abrir os olhos, arregaçar as mangas e começar a trabalhar de uma maneira diferente.

Tem uma razão lógica e simples para isso. Se não conseguirmos acompanhar o crescimento de uma região que assim como nós recuperamos da infraestrutura é porque as nossas razões ficam escassas. Ficam diminuídas. Nossas informações precisam ser revistas. Precisam ser mais eficientes por estratégias mais eficientes.

Estou falando de movimento econômico. Dados coletados no último ano. Já se sabe nos bastidores que os dados que saem hoje nos sugerem um crescimento menor. É necessário rever procedimentos, mobilizações e ações.

Porque então adianta termos cinco deputados federais se nossas pautas esbarram em morros desmoronados ou rodovias obstruídas. A política do sul se mostra volumosa em representatividade, pífia em qualidade. Somos por conta disso, todos, culpados??

Nossas entidades classistas estão enfraquecidas?... Pergunto para não ser categórico e afirmado. Nós, imprensa, com menos força para cobrar e comprometer as autoridades que esbanjam gratidão pelos largos espaços que tem na mídia para falar sobre o que fazem? De que adianta nós imprensa trabalharmos assim se parte da engrenagem parece funcionar como deve.

E faço tal provocação com tom de meia culpa para gerar provocação. Reage Sul. Se forem confirmados os números que emparelham nos bastidores, teremos todos que tentar entender o porquê. Entender e agir.

Estratégias do Republicanos

 personJoão Paulo Messer
access_time11/08/2025 - 11:11

A construção de candidaturas cada vez mais exige laços bem amarrados e com representação de grupos fortes. Para a eleição parlamentar de 2026 o Partido Republicanos está oferecendo uma base para incorporar um projeto da FABSUL (Federação de Autoregulação e Benefícios de Santa Catarina. Em nome deles está lançado a dobradinha José Roberto Costa para candidato a deputado federal e Jefereson Monteiro para deputado estadual.
A entidade conta hoje com mais de 100 associações, 700 mil usuários, seis mil colaboradores e uma forte articulação a que se associam escritórios, serviços de guinchos, funilarias entre outros.

Tanto a entidade percebe a necessidade de ter representação parlamentar que por ocasião da aprovação da lei que regulamenta o serviço conto com a colaboração do deputado federal Vinicius Raposo de Carvalho, eleito por São Paulo.