COMANDO APÁTICO, FROUXO, DA POLÍCIA E EXÉRCITO.
COMANDO APÁTICO, FROUXO, DA POLÍCIA E EXÉRCITO.
Roteiro para melhor compreensão, com fatos retroativos. A poucos dias, o esquerdista Vladimir Saflate palestrou arrotando que no Brasil há necessidade do “confisco dos aparelhos produtivos e o esvaziamento do Legislativo e do Executivo em prol da democracia direta, ancorada em assembleias populares deliberativas”. Digo, assim como acontece em Cuba, Coréia do Norte e onde Maduro quer chegar por completo na Venezuela.
Antes, quando o poder político do PT começou a se desmanchar, desonrar ética e moralmente, Vagner Freitas, líder da CUT e do MST/Contag, no salão nobre do Palácio do Planalto, na presença de desocupados, financiados, políticos com representação na Câmara, Senado, e da própria Presidente, clamou seus influenciados à ir para as ruas e pegar em armas. Não se referia a estilingue, ficou evidente.
Guilherme Boulos, presidente do MTST, repetidamente, antes, agora e certamente fará no futuro, instiga ocupações, invasões, depredações e luta pela posse do alheio.
No desgoverno do PT com Dilma, vejam só, o Ministro da Defesa foi José Aldo Rebelo Figueiredo, líder maior do PCB Partido Comunista do Brasil. Um comuna ungido para gestão da defesa e segurança de um País regido por regime democrático.
Não há vila, cidade, grandes aglomerações humanas, em todos os Estados Brasileiros, que o crime organizado, assaltantes, criminosos avulsos e ajuntados, não estejam subjugando a desamparada sociedade.
No improvisado, acusado e atrapalhado governo de Michel Temer, o pernambucano Raul Belens Jungmann Pinto, do PPS Partido Popular Socialista, mais um partidário de uma agremiação comuna, é até ora, o Ministro da Defesa e Segurança do Brasil. Com cara de paisagem, aparenta desconhecer a gravidade imposta a gente brasileira, por organizações criminosas, armadas, confrontadoras da sobrevivência humana de todos em todas as áreas.
Os citados ministros, Rebelo e Jungmann, um sepulcro caiado, outro, omisso emérito, nada falaram e nada fizeram quando a sociedade organizada e que trabalha, foi deliberadamente ameaçada, desafiada e morta às cataratas.
Alguém do bem, da escala superior, precisava se manifestar. Sim, precisava. O sutil alerta proferido pelo General Antônio Hamilton Martins Mourão, soldado comandante de quatro costados, atende as angústias da maioria. Resumidamente o conteúdo fez entender de que “ou façam, ou faremos”.
Magoado pela inédita e previdente manifestação do General Mourão, o Ministro da Defesa e Segurança Nacional, se socorreu na hierarquia militar superior para medir forças através do vocabulário. De pronto, o General Eduardo Villas Bôas, Comandante do Exército Brasileiro, pendurou o pijama no cabide e respaldou de forma subjetiva o pensamento do General Mourão, da tropa, comandantes e comandados.
É inexplicável que as forças armadas de um País tenha no comando geral para defesa e segurança, alguém sem conhecimento, treinamento, inteligência e formação para tal. Político, dependente do voto, reprimir, ordenar, vigiar, repreender, enfrentar, prender e permitir julgar, tem improvável eficiência.
A existência das Polícias Militares e Exército, precisam se justificar.
O Brasil é caso de tolerância zero, já. De norte ao sul, do Leste ao Oeste.
Texto – Willi Backes.














