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Nenhuma região de SC está em situação gravíssima

Esta é a melhor condição do Estado desde o mês de junho, quando a avaliação começou a ser realizada

comment Jornalismo access_time24/09/2020 - 13:25

Reportagem: Jornalismo / Rádio Eldorado (com informações da Secom) - Foto: Ricardo Wolffenbuttel

A Matriz de Risco Potencial atualizada nesta quinta-feira (24), pela Secretaria de Estado da Saúde, apontou pela primeira vez que Santa Catarina não conta com nenhuma região em estado Gravíssimo. Essa é a melhor condição do estado em relação ao risco de contaminação pelo novo coronavírus desde junho.

“Desde o início da pandemia, contamos com o apoio da população em adotar as medidas de prevenção preconizadas. Também ampliamos os leitos de UTI em todas as regiões, garantindo atendimento aos catarinenses com agravamento da doença. Investimos, acima de tudo, na saúde da população e em preservar vidas, porém com medidas para manter o emprego e renda das famílias no estado”, ressalta o governador Carlos Moisés.

A única alteração desta semana no mapa aconteceu com a região Nordeste, que foi reclassificada do estado gravíssimo para grave. O Extremo Oeste é a única região classificada como risco Alto (cor amarela) e as demais seguem na condição de risco grave (laranja).

Em junho, Santa Catarina chegou a ter 12 regiões de saúde no patamar gravíssimo. "Isso não significa que a pandemia acabou, pelo contrário. Temos que continuar com as ações recomendadas e lembrando que questões como o distanciamento e o isolamento dos casos são fundamentais para que às regiões, que hoje estão em estado grave possam avançar nesse enfrentamento", afirma o secretário da Saúde, André Motta Ribeiro.

A matriz de risco potencial das regiões foi atualizada durante a semana no site www.coronavirus.sc.gov.br e os dados foram divulgados preliminarmente aos municípios catarinenses. Mais uma vez, as dimensões relacionadas à taxa de isolamento social e de isolamento dos casos foram as que mais contribuíram para o cenário grave das regiões. Além disso, são avaliadas as dimensões de ampliação de leitos e de reorganização de fluxos assistenciais.

A portaria 658 permite o retorno gradual de diversas atividades apenas nas regiões com o risco alto e moderado.

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