Justiça nega volta do ônibus em Criciúma
A exemplo da primeira instância TJSC também negou a volta do transporte coletivo
As empresas de ônibus se reúnem na manhã desta sexta-feira (1) com o prefeito Clésio Salvaro para discutir alternativas à crise no setor. Com 45 dias sem rodar os ônibus as empresas já começaram a demitir funcionários e a crise tende a aumentar. As empresas de ônibus do transporte coletivo urbano de Criciúma ingressaram na Justiça alegando que o serviço é prioridade e pediam o retorno às atividades. Já na primeira instância o juiz Pedro Aujor negou a volta ao normal Nesta quinta-feira o desembargador Jaime Ramos, em decisão monocrática, manteve a suspensão das atividades do transporte urbano.
Reportagem: Redação Eldorado
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