Amin acendeu a fogueira e saiu
PP rodou, rodou e acabou no mesmo lugar. Esta volta era o que Amin precisava para mostrar quem manda
O deputado federal Esperidião Amin vai mais uma vez concorrer ao Senado, cargo que dá oito anos de mandato. Foi o saldo da articulação que ele criou depois que os demais líderes do seu partido haviam fechado acordo com Gelson Merísio, oficialmente em abril, mas extraoficialmente muito antes. Quer dizer, o PP rodou, rodou e parou no mesmo lugar. Mas quem deu estas voltas a mais foi Amin, que na convençao do PP criou entre os progressistas a esperança de que o PP ainda é grande o suficiente para ditar a regra do jogo. Não, não é mais. Amin sim é grande o suficiente para ditar as regras do jogo dentro do PP. Tanto é que ele fez isso. Jogou o PP de um lado para o outro e devolveu ao mesmo lugar. O que ele ganhou com essa sacudida pode ser mais do que um ítem, mas um com certeza: de que é ele quem manda no PP. Depois que Luiz Henrique da Silveira faleceu, Amin é o maior articulador político do partido. Afinal, não é qualquer um quem pode ter a família toda eleita: ele senador, a esposa deputada federal e o filho deputado estadual. Quanto ao PP, este é um problema dos progressistas, pois os "aminzistas", estes estão "bem obrigado"
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