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Linha do Tempo: Há 26 anos, Pedro Collor preparava dossiê contra Fernando Collor

O empresário afirmava que o dossiê que entregaria dali quatro dias incriminaria tanto o empresário Paulo Cesar Farias, o PC, como o então presidente Fernando Collor, seu irmão

comment Jornalismo access_time17/05/2018 - 07:50

Reportagem: Jornalismo / Rádio Eldorado - Foto: Divulgação

O empresário Pedro Collor de Mello afirmava em 17 de maio de 1992 que o dossiê que entregaria à Procuradoria Geral da República, dali quatro dias, incriminaria tanto o empresário Paulo Cesar Farias, o PC, como o então presidente Fernando Collor de Mello, seu irmão.

Pedro Collor deixou claro que no dossiê preparado para a Procuradoria colocaria o presidente da República como o “co-responsável pelo enriquecimento ilícito” de PC, alvo de denúncias de corrupção apresentadas pelo irmão do presidente.

Pedro Collor disse à época que seu irmão Fernando Collor havia feito um pacto com PC para destruí-lo e que para o então presidente atingisse seus fins, pouco importavam os meios. Pedro Collor ainda disse que o dinheiro utilizado por PC foi roubado, extorquido, levantando fraudulentamente, não havendo como se evitar que recaísse sobre o presidente a suspeita de conivência, responsabilidade ou, no mínimo, omissão. Afinal, ele estava junto com PC naquela empreitada.

A documentação reunida por Pedro Collor pretendia provar, que o empresário Paulo César Farias havia montado, em nome do presidente da República, um verdadeiro ministério paralelo para cobrar “pedágio”, ou participação irregular, sobre a liberação de verbas para obras públicas.

Os documentos estavam divididos em duas partes, com as conexões internas e externas da atuação de Paulo César Farias nas irregularidades apontadas pelo irmão do presidente.

Pedro Collor afirmava há 26 anos que a estabilidade de um país não podia se sustentar no desrespeito às leis e na impunidade, e insistia que não iria descansar enquanto não visse PC Farias processado pela Justiça e preso, sem se importar com o riscos à governabilidade e estabilidade institucional do governo comandado por seu irmão, o presidente Fernando Collor de Mello.

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