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Proprietário da empresa Home Sofá presta esclarecimentos ao Procon de Criciúma

Mercadorias serão entregues entre março e junho de 2018. Reembolsos devem ser negociados

comment Jornalismo access_time24/02/2018 - 08:43

Reportagem: Jornalismo / Rádio Eldorado - Foto: Arquivo / Decom

Na última quarta-feira (21), o proprietário da empresa Home Sofá, Wesley João Moreira dos Santos, compareceu a sede do Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) de Criciúma. O empresário foi prestar esclarecimentos sobre as vendas de móveis realizadas no município, com recebimentos antecipados, mas sem efetuar as entregas das mercadorias. Aproximadamente 40 casos foram registrados.

Conforme o coordenador do Procon de Criciúma, Gilberto Santos, há relatos de consumidores que realizaram a aquisição em setembro, mas ainda não receberam o produto. “O proprietário relatou estar passando por problemas financeiros e de produção. Segundo ele, venderam mais que a capacidade de entrega, além de ter tido problemas com produtos importados. Mas o importante é que ele veio dar explicações e afirmou que vai atender os pedidos”, explica.

De acordo com o coordenador, o empresário vai montar um cronograma de entrega das mercadorias. “Os produtos serão entregues aos consumidores de março a junho de 2018. Os clientes que quiserem o reembolso, terão que negociar diretamente com a empresa. Porém, se as pessoas tiverem dificuldade, devem procurar o Procon de Criciúma”, ressalta.

A sede do Procon de Criciúma fica localizada na rua Henrique Lage, n° 267, no Centro. O horário de funcionamento é de segunda-feira a sexta-feira, entre 8h e 17h. Denúncias e esclarecimentos podem ser feitos através do telefone (48) 3445-8522. Mais informações também podem ser consultadas pelo site do Procon de Criciúma clicando aqui.

Entenda o caso:

Após receber as reclamações, o Procon de Criciúma foi fiscalizar a empresa Home Sofá, que possuía duas lojas na cidade: uma em um shopping e outra em um supermercado. Porém, foi constatado que a companhia havia encerrado suas atividades em Criciúma, sem dar explicações aos seus clientes. Logo após, o órgão tentou entrar em contato com os responsáveis, mas não obteve êxito. Diante disso, foi encaminhado, no último dia 16, um ofício ao promotor Luiz Augusto Farias Nagel da 7a Promotoria de Justiça do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) relatando os fatos. Moradores de outras cidades de Santa Catarina também foram lesados pela empresa.

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